https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/issue/feed Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE 2026-06-15T17:46:44+00:00 Prof. Me. João Pedro Moniz Galvão de Albuquerque joao.albuquerque@univale.br Open Journal Systems <p>O <strong>Seminário Integrador do Curso de Odontologia</strong>, é um evento semestral que perpassa todos os períodos e apresenta um potencial inovador, o qual insere os discentes em temáticas atuais dialogando com a comunidade. Como <strong>sistematização das práticas interdisciplinares</strong> no Curso de Odontologia foi institucionalizado o Seminário Integrador, com o objetivo de incentivar e valorizar a participação do acadêmico em atividades que ampliem as dimensões dos componentes curriculares relacionadas à sua educação, estimulando sua formação continuada e seu compromisso com a sua preparação, contribuindo para a criação dos eixos articuladores do currículo em suas dimensões social, biológica, cultural, ambiental, étnica, educacional e tecnológica, trabalhando assim os conteúdos transversais do curso. </p> <p>ISSN 2965-3347</p> https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/391 A ATUAÇÃO DA ODONTOLOGIA EM PACIENTES COM SÍNDROME DE TREACHER COLLINS 2023-06-02T18:49:03+00:00 Fernanda Trindade Pittol periodicos@univale.br Gabriel Lucas Sobrosa Ferreira periodicos@univale.br Gabrielly Thamara de Souza Araújo periodicos@univale.br Isabelle Andrade Rocha periodicos@univale.br Mariana Silva Vendramine periodicos@univale.br Rafaela Coelho Mendes periodicos@univale.br Rhayanne Regina de Carvalho França periodicos@univale.br Roberta Laisa Alves Coutinho periodicos@univale.br André Luiz Faleiro Soares periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> A Síndrome de Treacher Collins é um distúrbio genético raro, afeta 1 a cada 50.000 nascidos vivos, que se apresenta como uma variedade de deformidades craniofaciais. Tal alteração é causada por anormalidades no primeiro e segundo arcos faríngeos, o que resulta em malformações craniofaciais. É uma doença autossômica dominante com mutações no gene TCOF1. As disfunções na área odontológica são a má oclusão, dificuldades na alimentação e a abertura da mandíbula reduzida. <strong>Objetivos:</strong> Realizar uma revisão de literatura sobre a atuação da odontologia em pacientes com Treacher Collins. <strong>Metodologia:</strong> O trabalho proposto trata-se de uma pesquisa de revisão de literatura especializada, realizada através da busca de artigos científicos em bases de dados bibliográficos durante os meses de agosto a setembro de 2022. As bases utilizadas para as buscas foram Pubmed/Medline e Scielo. Foram priorizados artigos publicados a partir de 2012 com relevância científica, nas línguas inglesa e portuguesa. <strong>Discussão:</strong> O tratamento dos pacientes portadores de Treacher Collins é direcionado à correção ou reconstrução das deformidades existentes, incluindo abordagem ortodôntica e cirúrgica (cirurgia ortognática). <strong>Conclusão:</strong> A atuação odontológica em pacientes com Treacher Collins consiste em uma abordagem interdisciplinar, devido a sua grande expressão fenotípica. Necessita de uma avaliação objetiva para descrever as características clínicas, planejar o tratamento e avaliar os resultados.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/395 ALTERAÇÃO DA ODONTOGÊNESE 2023-06-02T19:37:51+00:00 Agatha Christie Sabino Brito periodicos@univale.br Camila Soares de Andrade periodicos@univale.br Danilo Souto Costa periodicos@univale.br Guilherme Valente Barbosa periodicos@univale.br Izabela Souto Jacob Porcaro periodicos@univale.br Jennyfer Keely de Souza periodicos@univale.br Kallainny Maria de Oliveira Morini Ribeiro periodicos@univale.br Larissa Karolainy Correia periodicos@univale.br Márcia Mariana Machado de Oliveira periodicos@univale.br Maria Claudia de Souza Silva periodicos@univale.br Wesley Matheus Cunha Peres periodicos@univale.br Rosália Moreira Barros periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> As anomalias dentárias, são alterações ocasionadas por distúrbios no processo de morfodiferenciação durante a odontogênese, podendo ser definidas como alterações na estrutura e forma dos dentes. Apesar de serem pouco conhecidas pelo público em geral, as alterações dentárias são mais comuns do que pensamos. Elas podem ser classificadas quanto à forma, número, cor, tamanho, formação e estrutura. Fatores hereditários e genéticos, fatores ambientais e biológicos podem estar associados a essas alterações, sendo impossível afirmar a causa de uma determinada anomalia. <strong>Objetivo:</strong> Descrever por meio de revisão literária e imagens radiográficas as diferenças entre germinação, fusão e concrescência, desde o diagnóstico ao tratamento. <strong>Considerações finais:</strong> Com a análise dos resultados obtidos neste trabalho, pode-se concluir a importância do diagnóstico para que o profissional tenha segurança ao orientar o paciente quanto ao tratamento específico para cada anomalia dentária.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/396 AVALIAÇÃO TOPOGRÁFICA DO FORAME MANDIBULAR E CORRELAÇÕES COM ANESTESIAS EM ODONTOLOGIA 2023-06-02T21:09:40+00:00 Gabriel Cardoso Pardinho periodicos@univale.br Gabriel Roberth Ferrante Tassinari periodicos@univale.br Jerusa Da Cunha Silva periodicos@univale.br Júlia Almeida Araújo periodicos@univale.br Karen Batista do nascimento e Silva periodicos@univale.br Lais Stheffane Neder Da Rocha periodicos@univale.br San-yonara Coelho Dos Santos periodicos@univale.br Síntia Paiva Botelho periodicos@univale.br Pedro Henrique da Silva Queiros periodicos@univale.br Nilson Sousa Ferreira periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> O bloqueio do nervo alveolar inferior é uma das técnicas anestésicas que apresenta maior índice de falhas na odontologia, em razão da variação anatômica do forame mandibular (FM), que é de suma importância para o êxito da anestesia dos dentes inferiores, por ser utilizado como referência anatômica para deposição da solução anestésica. <strong>Objetivo: </strong>Realizar uma revisão de literatura apresentando as variações encontradas no forame mandibular comparando-a com os achados em peças anatômicas do laboratório de anatomia da UNIVALE. <strong>Metodologia:</strong> A fim de determinar a localização topográfica do forame mandibular a partir da margem anterior do ramo da mandíbula foram utilizadas 29 mandíbulas humanas secas encontradas no laboratório de anatomia da UNIVALE. Assim obteve-se diferentes medidas de profundidade do forame mandibular sendo esse fator o que direciona o método anestésico. <strong>Conclusões:</strong> As medições realizadas mostram uma considerável variação de distância entre diferentes mandíbulas com média de 1,55 ao forame mandibular direito e 1,61 ao forame mandibular esquerdo, evidenciando a importância do estudo topográfico do forame mandibular para a melhor realização do bloqueio do nervo alveolar inferior.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/397 BRUXISMO E SUA RELAÇÃO COM O SISTEMA NERVOSO CENTRAL 2023-06-02T21:31:16+00:00 Ana Luiza Pereira Machado Soares periodicos@univale.br Ana Clara Teixeira de Souza periodicos@univale.br Camila Maria Oliveira Braga periodicos@univale.br Hellen Olivia Souza Sicupira periodicos@univale.br Isadora Souto Pimenta periodicos@univale.br Julia Moreira Petrucci periodicos@univale.br Patrícia Barbosa Ferraz periodicos@univale.br Yan Carvalho Neto Freitas periodicos@univale.br Lorran Miranda Andrade de Freitas periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> Bruxismo é o movimento muscular repetitivo e parafuncional, manifestado pelo ranger e apertar dos dentes com contração consciente ou inconsciente. Possui causas multifatoriais e manifestações diurnas e noturnas. Aproximadamente 40% dos brasileiros apresentam a doença. Apresenta inúmeras consequências musculares, dentárias e articulares. Apesar de multifatorial, alterações do sistema nervoso central (SNC) e o bruxismo podem ser um ponto em comum entre as causas. <strong>Objetivo:</strong> Apontar a relação das alterações do SNC que desencadeiam o bruxismo. <strong>Metodologia:</strong> Foi realizada revisão bibliográfica utilizando artigos científicos e dados da OMS, obtidos nas plataformas Scielo e Pubmed. <strong>Desenvolvimento:</strong> O bruxismo pode ser classificado como primário, em que os fatores oclusais e o desequilíbrio aminérgico do SNC estão relacionados; e secundário, associado a outras doenças. Os fatores que causam o bruxismo podem ser locais, sistêmicos, psicológicos, farmacológicos e ocupacionais. Estudos demonstram que os fatores oclusais tem pouco potencial para gerar o bruxismo. Vários autores identificaram maior quantidade de catecolaminas na urina de pacientes com bruxismo, porém, para outros autores, não existe no SNC uma estrutura funcional e anatômica que seja o fator principal e que gere movimentos involuntários da mandíbula. <strong>Conclusão:</strong> Existe uma relação entre as alterações do SNC como a quantidade de catecolaminas e o bruxismo apesar da mesma ainda não estar bem elucidada.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/398 DENS IN DENT 2023-06-02T21:48:12+00:00 Ana Luiza Alvarenga Barbosa periodicos@univale.br André Carvalho periodicos@univale.br Bruna Vitória Luchi periodicos@univale.br Carlos Garcia periodicos@univale.br Gabriel Martins periodicos@univale.br Juliana Machado periodicos@univale.br Laura Figueiredo periodicos@univale.br Lucas Gonçalves periodicos@univale.br Maria Eduarda Ventura Sepe periodicos@univale.br Victória Gomes periodicos@univale.br Andres Barbosa do Valle Coelho periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> O termo “Dens In Dent” ou “Dens Invaginatus”, é utilizado para referir-se à alteração na formação dentária resultante da invaginação dos tecidos coronários, antes da calcificação tecidual e se classifica em três grupos. No tipo III, a invaginação do esmalte atinge a região apical do dente, formando mais de um forame. O diagnóstico é realizado por meio de exames radiográficos ou tomografia computadorizadas e o tratamento é baseado nos sinais e sintomas da anomalia. <strong>Objetivo:</strong> Apresentar, através de uma revisão da literatura, os principais aspectos clínicos do Dens In Dent tipo III e seus possíveis tratamentos. Pretende-se ainda, relacionar tal tema com os conteúdos estudados nas disciplinas ministradas no 1º e 2º período do curso de Odontologia. <strong>Considerações finais:</strong> Nota-se que a invaginação tipo III, se estende a partir da raiz e perfura a área apical ou lateral radicular, sem que haja qualquer comunicação imediata com a polpa. Clinicamente, deve-se considerar a arquitetura do aspecto da coroa dental e da raiz, a anatomia da invaginação e do sistema do canal radicular. Atualmente, existem várias propostas de tratamento para o Dens In Dent, incluindo procedimentos restauradores preventivos e terapia endodôntica. Alguns casos requerem cirurgia periapical e outros, exodontia. Os conhecimentos adquiridos nas matérias básicas do curso de odontologia configuraram-se como primordiais para a compreensão desta alteração da odontogênese e seu tratamento.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/399 FATORES DE RISCOS ASSOCIADOS A NECROSE PULPAR 2023-06-02T22:08:59+00:00 Alejandro Carvalho Silva periodicos@univale.br Júlia Pereira Bragança periodicos@univale.br Lavínia Emanuele Dutra periodicos@univale.br Leticia Pimenta Fernandes periodicos@univale.br Lucas Daniel Oliveira Leite Coelho periodicos@univale.br Recsânia Gabriely Miranda da Silva periodicos@univale.br Ronan Oliveira de Sá periodicos@univale.br Stella Cunha D’ Oliveira periodicos@univale.br Thalisson Artur Ribeiro Gomides periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> A Necrose Pulpar é a morte do tecido pulpar, seguida de inflamação e que pode ser causada por uma diversidade de fatores. Entre os fatores etiológicos da necrose pulpar estão: químicos, mecânicos e principalmente biológicos. Entre os fatores mecânicos ou físicos destacam-se os traumas por impactos que promovem lesão nos tecidos vasculares. Consequentemente, essa agressão l facilitará a proliferação de bactérias na polpa. Nesse sentido, a ausência do tratamento adequado permitirá o desenvolvimento da necrose pulpar. Fatores químicos são associados a irritação tecidual por algum agente químico que ativará a resposta inflamatória daquele tecido, caso as bactérias alcancem a polpa dentária causará a necrose pulpar. Fatores biológicos possuem origem de diversos microrganismos presentes na cárie, quando não tratada, a mesma formará uma extensão bacteriana realizando a desmineralização do dente que em contato com a via pulpar poderá ocorrer a necrose. Ressalta-se que o tratamento da necrose pulpar consiste na remoção do tecido necrosado e possivelmente infectado, medicação intracanal e obturação do sistema de canais radiculares. <strong>Objetivo:</strong> Revisar a literatura a respeito da necrose pulpar apresentando agentes químicos, mecânicos e biológicos, explicando seus fatores e tratamentos. <strong>Conclusão:</strong> Em suma, fica evidente que a necrose pulpar é multifatorial e está relacionada principalmente à lesão cariosa que quando diagnosticada precocemente pode-se obter êxito no tratamento, sem perda do componente dentário.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/400 O PAPEL DO DENTISTA NO DIAGNÓSTICO E PREVENÇÃO DO CÂNCER DE BOCA 2023-06-02T22:34:04+00:00 Arthur Silveira Pires periodicos@univale.br Caio Martins Moura periodicos@univale.br Karyston Silveira Coelho Silva periodicos@univale.br Keilly Silva Souza periodicos@univale.br Laís Eller Machado Damasceno periodicos@univale.br Lorena Barbosa Ramos periodicos@univale.br Melissa Rodrigues Melo periodicos@univale.br Taiane de Souza Pinto periodicos@univale.br Lourimar Viana Nascimento Franco de Sousa periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> O câncer de boca está entre as principais causas de óbito por neoplasias. Dados revelam que a doença é mais comum em homens com idade acima dos 40 anos e estima-se 11.180 novos casos em homens e 4.010 em mulheres ocorridos para cada ano do triênio 2020-2022. Evidencias mostram que o tabagismo associado ao etilismo é um dos principais fatores para o aparecimento da doença. A prevenção e o diagnóstico precoce constituem as melhores formas de reverter essa situação, e uma das formas de diagnosticar o câncer de cavidade oral faz-se normalmente com o exame clínico, seguido por biópsia, com isso destaca-se a importância do dentista no primeiro momento. <strong>Objetivo:</strong> Demonstrar a importância do diagnóstico precoce do Câncer de boca pelos profissionais da odontologia e a sua prevenção. <strong>Metodologia:</strong> O presente trabalho aborda uma revisão sistemática de literatura de artigos científicos entre 2015-2022, com caráter descritivo, na modalidade denominada revisão integrativa. A escolha desse método foi por oportunizar um embasamento científico que permita através de pesquisas, compreender melhor a amplitude e gravidade da saúde oral. <strong>Considerações finais:</strong> Com a revisão bibliográfica é possível demonstrar a importância do dentista no auxílio à prevenção, orientando no acesso à informação para diminuir os fatores de riscos para o câncer de boca e na detecção precoce da neoplasia possibilitando aos pacientes um melhor prognóstico.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/401 O USO DA FRENECTOMIA NA ODONTOPEDIATRIA 2023-06-02T22:56:15+00:00 Alec Monteiro periodicos@univale.br Antonella Soares periodicos@univale.br Brenda Lopes periodicos@univale.br Clara Lage periodicos@univale.br Christian Magalhães periodicos@univale.br Gabriela Gaboradi periodicos@univale.br Isabella Christian periodicos@univale.br Marina Merlo periodicos@univale.br Luanna Silva periodicos@univale.br Sofia Dias periodicos@univale.br Luis Henrique Gomes Neves periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> Os freios são pregas de membrana mucosa, estruturas dinâmicas sujeitas a variações na forma, tamanho e posição. A frenectomia, é um procedimento cirúrgico simples que deve ser utilizado para remover o freio lingual ou labial na odontopediatria. A permanência da inserção anormal dos freios pode causar disfunções na alimentação, deglutição, fonação e respiração. <strong>Objetivo:</strong> O objetivo é apresentar as variáveis técnicas da frenectomia na odontopediatria, através de uma revisão da literatura, bem como os prós e contras de cada procedimento, considerando as especificidades em relação a idade e complicações que cada paciente possa apresentar. <strong>Materiais e métodos</strong>: Trata-se de uma revisão da literatura. Foram utilizadas as bases de dados <em>Scielo, Pubmed</em> e acervo de bibliotecas por meio dos descritores: <em>Anquiloglossia</em>, Freio lingual, Freio labial, Odontopediatria, Procedimentos cirúrgicos menores, e selecionados artigos relacionados ao tema publicados entre 2012-2022, escritos em português ou inglês. <strong>Conclusão:</strong> A <em>frenectomia</em> melhora a função e mobilidade da língua do paciente, além da fala. É uma intervenção cirúrgica que demanda pouco tempo, menos traumática quanto a simplicidade do procedimento, recuperação e aos possíveis entraves e de diagnóstico importante, garantindo uma melhor qualidade de vida em pacientes com <em>anquiloglossia</em>. É notória a importância de avaliar cada caso individual e atentamente para garantir a escolha da melhor técnica cirúrgica a ser utilizada.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/402 USO DE MEMBRANA PTFE PARA PRESERVAÇÃO ALVEOLAR PÓS EXODONTIA 2023-06-02T23:17:50+00:00 Ana Letícia periodicos@univale.br Hywry Martins periodicos@univale.br Lara Chaves periodicos@univale.br Larissa Noemy periodicos@univale.br Luan Carreira periodicos@univale.br Pedro Barbosa periodicos@univale.br Ricardo Martins periodicos@univale.br Vanessa Fernandes periodicos@univale.br JOSE ANTÔNIO COELHO JUNIOR periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> No final dos anos 30, foi desenvolvido o PTFE (politetrafluoretileno) pelo americano Roy J. Plunkett, este constitui uma cadeia de carbono com dois átomos de flúor cada, possuindo assim alta estabilidade térmica e baixo coeficiente de atrito, resultando em matéria microporosa impermeável a bactérias. Atualmente o PTFE possui inúmeras aplicações na odontologia como por exemplo na regeneração óssea e tecidual, que acontece após a exodontia, onde uma lâmina proporcional de PTFE é instalada imediatamente no alvéolo ainda fresco após o preenchimento com uma estrutura óssea mineral afim d e selar o mesmo. A finalidade é de preservar os tecidos circundantes ao alvéolo mantendo a arquitetura gengival e óssea para futura instalação de implante dentário. Diante disso, se torna de extrema importância os exames clínico, radiográfico e tomográfico. <strong>Objetivo:</strong> Este trabalho tem o objetivo apresentar um relato de caso clínico indicando a técnica de preservação alveolar com o uso da membrana de PTFE, para isso a foi indicada a exodontia do elemento 11 e posteriormente houve o uso da enxertia para que mais tarde seja possível realizar-se a instalação do implante. <strong>Considerações finais:</strong> A exposição ao meio bucal da membrana não inviabiliza a cirurgia proposta, e por isso é utilizada na odontologia, especialmente nas áreas de periodontia e implantodontia.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/428 CORREÇÃO DO SORRISO GENGIVAL ATRAVÉS DA TÉCNICA DE GENGIVECTOMIA 2023-06-05T23:02:43+00:00 Ana Luisa Alves Gomes periodicos@univale.br Bárbara Ribeiro Carvalho periodicos@univale.br Bruna Mafra Dias periodicos@univale.br Geovanna Lucca Coelho periodicos@univale.br Ingrid Adrielly dos Santos Camilo periodicos@univale.br Laura Fernandes Ribeiro periodicos@univale.br Rodstewart Felipe da Silva periodicos@univale.br Uérika Custódia da Silva periodicos@univale.br Vitória Caroline Lopes Estevão periodicos@univale.br Siddhartha Lopes Fialho periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> A procura pela harmonia e estética do sorriso tem sido cada vez mais frequente. Um sorriso é tido como harmônico quando existe um equilíbrio entre as estruturas que o compõem. O sorriso gengival é uma alteração estética onde há uma excessiva exposição de gengiva ao sorrir. Essa condição clínica de etiologia multifatorial pode variar, sendo adquirida ou por origem genética. A erupção passiva alterada ocorre diante da incapacidade de retração adequada do tecido gengival ao nível apical para a convexidade apical da coroa. Para o estabelecimento da harmonia desse sorriso, diversos procedimentos cirúrgicos podem ser indicados, sendo mais utilizado os que envolvem remoção cirúrgica do excesso de gengiva e remodelação gengival para promover a exposição dos dentes, como gengivectomia e gengivoplastia, avaliando também a necessidade ou não de osteotomia para remodelação óssea. <strong>Objetivo:</strong> O presente trabalho tem por objetivo realizar um relato de caso clinico sobre correção de sorriso gengival de etiologia genética definida como erupção passiva alterada, associado a utilização de técnicas cirúrgicas de gengivoplastia, gengivectomia e osteotomia para a conclusão do tratamento e estabelecimento da harmonia e estética do sorriso da paciente. <strong>Considerações finais:</strong> Um sorriso harmônico é essencial para o equilíbrio estético e funcional, podendo promover bem-estar e segurança para as pessoas. Um diagnóstico eficiente possibilita saber diferenciar a forma de tratamento em cada caso, podendo ser aplicadas desde técnicas menos invasivas, até as técnicas mais complexas, os resultados podendo variar de acordo com o tratamento estabelecido.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/429 DENTES NATAIS E NEONATAIS 2023-06-05T23:19:26+00:00 Amanda Nunes Braga periodicos@univale.br Ana Julia Riva Fernandes periodicos@univale.br Anna Catharina de Oliveira Nick periodicos@univale.br Gabriella Veronica Angola Dias periodicos@univale.br Lara Caroline Souza Soares periodicos@univale.br Victoria Victoria Rodrigues Pereira Miranda periodicos@univale.br Maria Clotilde Maria Clotilde Magalhães Menezes Pimentel periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> Normalmente a erupção de dentes decíduos ocorre a partir do sexto mês de vida, entretanto esta pode ocorrer precocemente, onde são denominados de dentes natais quando a criança nasce com a presença do dente na cavidade bucal e dentes neonatais que erupcionam no primeiro mês de vida. A ocorrência de dentes natais é três vezes maior do que a de dentes neonatais, podendo ser 95% da série normal e 5% da série de supranumerários. A etiologia dessa desordem é indefinida, mas há relatos de associação a fatores hereditários, genéticos, posição do germe dentário ou associação com síndromes e anomalias. É frequente o cirurgião dentista, principalmente o clínico geral estar diante de um caso destes acima citado e ter dúvidas em relação a manutenção ou exodontia do elemento dentário. <strong>Objetivo:</strong> Esse trabalho tem como objetivo apresentar as condutas adequadas de acordo com as situações clinicas e por meio de um caso de um dente natal exemplificar um tipo de conduta clínica. <strong>Conclusão:</strong> diante da literatura consultada e de acordo com o caso clinico apresentado, é proporcionado ao clínico geral conhecimento que facilitará sua conduta frente a um caso de dentes natal e neonatal com, segurança e competência.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/430 FRENECTOMIA LABIAL SUPERIOR COM INDICAÇAO ORTODÔNTICA 2023-06-05T23:37:14+00:00 Ana Gabryella de Paula Matos periodicos@univale.br Bárbara Pires Almeida periodicos@univale.br Bianca Lopes de Moura periodicos@univale.br Carla Wanessa Oliveira Maia periodicos@univale.br Carolaine Rocha Oliveira periodicos@univale.br Gilberto Henrique Teixeira Berbert periodicos@univale.br Renato Álvares Cabral periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> O freio labial apresenta como tecido fibroso, inserido na mucosa alveolar que se estende até a mucosa de revestimento. Embriologicamente o freio tem origem nas células centrais do remanescente da lâmina vestibular, na região mediana, e, constituído de epitélio e tecido conjuntivo podem conter fibras musculares. Existem diversas técnicas cirúrgicas de frenectomia, tais como bisturi manual (técnica convencional), bisturi elétrico (Eletric cautério) e laser. O profissional deve ir atrás de exame clinico precoce para estabelecer a melhor opção cirúrgica. A frenectomia está indicada para a remoção das fibras interincisivas, uma vez que restabelece a fonética, a estética e melhora a autoestima do paciente. Como toda cirurgia a frenectomia precisa de cuidados, há uma necessidade de preservar as papilas para prevenir possíveis espaços como o “black space”. A frenectomia pode ser realizada em casos com finalidades periodontal, ortodôntica e protética. Na ortodontia se a papila interdental localizada entre os incisivos centrais sofrer uma isquemia quando o lábio for elevado, isto é uma indicação de que o freio deve ser remodelado cirurgicamente. <strong>Objetivo:</strong> O presente trabalho tem como objetivo relatar a intervenção cirúrgica de um caso clinico, com a remoção do freio labial para fins ortodônticos. <strong>Considerações Finais:</strong> Conclui-se que a frenectomia é indicada para a remoção das fibras interincisivas, portanto, no presente caso o tratamento foi eficaz, demonstrado pela estabilidade pós-cirúrgica, pois ocorreu fechamento do diastema interincisivo mediano, promovendo estética, fonética e melhora na autoestima do paciente, além da prevenção de possíveis espaços interdentais.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/431 GESTÃO NO SETOR ODONTOLÓGICO – GESTÃO DE NEGÓCIOS 2023-06-05T23:49:57+00:00 Alexsandra Ribeiro Ramos periodicos@univale.br Arthur Fortunato Ferraz periodicos@univale.br Bianca Karen Inez periodicos@univale.br Gustavo Castilho Franco Ruela periodicos@univale.br Karolayne Vieira Fróis periodicos@univale.br Leonardo Aguiar Martins periodicos@univale.br Luan Gonçalves Barbosa periodicos@univale.br Lucas Campos Arêdes Martins periodicos@univale.br Renan Soares Viana periodicos@univale.br Jônatas Sellos Pereira de Pinho periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> Sabe-se que, nos dias atuais, os cirurgiões dentistas têm aderido a atividades privadas em detrimento das empresas públicas. Sendo assim, é importante buscar recursos que levem os profissionais a obter, além do conhecimento teórico e prático, também o entendimento de boas práticas de gestão, para atuarem com qualidade e tornar efetiva a administração de sua empresa. É notório que o sucesso no mercado de trabalho tem relação direta com o planejamento estratégico do empreendimento. Além disso, ter uma rede de relacionamentos interprofissionais, auxilia na boa gestão do consultório, podendo ser tão determinante quanto a questão financeira. <strong>Objetivo:</strong> O presente trabalho, através de uma revisão sistêmica de literatura, tem como objetivo dissertar sobre a gestão de negócios no âmbito odontológico, com foco em consultórios particulares. <strong>Considerações Finais: </strong>Conclui-se, portanto, que os profissionais que optam por consultórios particulares precisam ter conhecimento administrativos para viabilizar a gestão de gastos, previsão de lucratividade, bem como promover uma equipe treinada e alinhada às necessidades do negócio, com o objetivo de se destacar financeiramente e profissionalmente no mercado de trabalho, alcançando sucesso em sua carreira como empreendedor e odontologista.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/432 MICROSCOPIA COMO AUXÍLIO NO TRATAMENTO DE LIMAS FRATURADAS EM CONDUTOS RADICULARES 2023-06-06T00:04:22+00:00 Danielle Santos Gomes periodicos@univale.br Daniela Santana Nunes periodicos@univale.br Jorge Augusto Costa Assis periodicos@univale.br Lara Rodrigues de Souza periodicos@univale.br Luísa Luna Lopes Freitas periodicos@univale.br Maria Luiza Amaral Coelho periodicos@univale.br Maysa Ferreira Soares periodicos@univale.br Priscila Perpétuo de Oliveira periodicos@univale.br Thiago Mol Vinhal periodicos@univale.br Vanessa Márcia Vanessa Márcia Silva de Araújo periodicos@univale.br Luiz Felipe Moreira periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> O emprego do microscópio operatório criou novos conceitos e possibilitou o acesso a áreas de difícil visualização. A utilização deste aparelho promove uma maior magnificação do campo operatório. <strong>Objetivo:</strong> Descrever um relato de caso realizado com o auxílio da microscopia na remoção de uma broca gates fraturada no canal disto-vestibular, e um fragmento de instrumento no canal mésio-vestibular do elemento 26. <strong>Metodologia:</strong> O paciente foi paramentado e orientado a realizar bochecho com clorexidina 0,12%. Foi feito o bloqueio do nervo alveolar superior posterior e médio com lidocaína 2% com adrenalina 1:100.000. O acesso foi realizado com a broca 1557 e o dente isolado, para desobturação inicial dos canais foram utilizados insertos ultrassônicos associados a magnificação do microscópio operatório, ao acessar os instrumentos endodônticos fraturados, foram realizados desgastes compensatórios até se deslocarem, no canal disto-vestibular havia uma broca gates fraturada, ao passo que no canal mésio-vestibular um fragmento de instrumento de aço inox. Após a remoção dos instrumentos, os canais foram desobturados com uma lima mecanizada e o retratamento realizado. <strong>Conclusões:</strong> Conclui-se que a utilização do microscópio em associação com insertos ultrassônicos, possibilita previsibilidade e contribui para a eficiência das intervenções e reintervenções endodônticas, consolidando-se assim como um aparelho de grande representatividade na resolução de casos na clínica endodôntica.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/422 A IMPORTÂNCIA DO CONHECIMENTO DA ANATOMIA PARA A PRÁTICA DA CIRURGIA BUCOMAXILOFACIAL 2023-06-05T21:33:03+00:00 Ádila Gonçalves Santos periodicos@univale.br Higor Gomes de Oliveira periodicos@univale.br Isabella Dias Dorigatti periodicos@univale.br Larah Maria Garcia Lima periodicos@univale.br Lethicia Lima Pereira Vitoi periodicos@univale.br Thalita Croscob Corrêa periodicos@univale.br Denis Talles Reis periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> Os ferimentos faciais variam amplamente na sua apresentação e complexidade, merecendo uma abordagem imediata para se evitar infecção, como também um adequado tratamento para não ocorrerem alterações estético funcionais. As lesões em face causadas por armas eventuais são pouco relatadas na literatura, e esse tipo de ferimento pode trazer sérias complicações ao paciente, especialmente quando estruturas nobres são atingidas e lesadas. <strong>Objetivo:</strong> O presente trabalho tem como objetivo apresentar um relato de caso clínico, de um paciente que referiu ser vítima de acidente de trabalho, havendo ferimento cortocontuso extenso em região temporal e frontozigomática, bem como aspectos anatômicos dessa área. <strong>Considerações Finais:</strong> Através do estudo e do conhecimento adquirido, ficou possível compreender a anatomia, técnica cirúrgica, evitando complicações e infecções na região, com adequada reanatomização dos segmentos em um ferimento cortocontuso.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/423 CÁRIE CONSEQUÊNCIAS DAS RETENÇÕES DENTAIS 2023-06-05T21:44:46+00:00 Ana Carolina Machado Vargas periodicos@univale.br Giule Tenório Sicupira periodicos@univale.br Maria Beatriz Rodrigues periodicos@univale.br Nicole Pomarolli periodicos@univale.br Raquel Silva Pereira Fróes periodicos@univale.br Thalya Sibelly Rocha Abrantes periodicos@univale.br Yasmin Lira dos Santos periodicos@univale.br Celso H. Najar Rios periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> O dente incluso, também conhecido por não irrompido ou retido, é um dente que ainda não erupcionou por completo. Em alguns casos, os dentes chegam a nascer, mas de maneira parcial, o que é chamado de semi-incluso. As consequências da não extração dos terceiros molares retidos incluem o risco de cáries. A cárie no segundo molar se desenvolve com maior frequência na presença de um terceiro molar impactado, a área de contato entre o segundo molar e os terceiros molares impactados é relativamente inacessível com consequente acúmulo bacteriano, desenvolvendo cárie cervical distal no segundo molar, por consequência da dificuldade do paciente para higienizar a região adequadamente. Cabe ao cirurgião dentista e ao paciente a decisão de extrair ou não o dente em questão. <strong>Objetivo:</strong> Foi realizar uma revisão de literatura, para explanar as consequências da não extração por meio de pesquisas e demonstrar a incidência de cáries em decorrência de dentes retidos. <strong>Considerações Finais:</strong> O presente trabalho irá mostrar e pontuar as consequências da não extração de terceiros molares retidos para que a correta decisão seja tomada. O diagnóstico e a intervenção precoces são de fundamental importância para evitar danos à oclusão.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/424 IMPORTÂNCIA DO ENCERAMENTO DIAGNÓSTICO NA REABILITAÇÃO ORAL 2023-06-05T21:58:53+00:00 Guilherme Lopes de Souza periodicos@univale.br João Victor leão Almeida periodicos@univale.br Joicy Caroline Ferreira Barbosa periodicos@univale.br Kissila Anattuhane Gonçalves Soares Dias periodicos@univale.br Mariana Rodrigues Pimenta periodicos@univale.br Pedro Henrique Sá Neves periodicos@univale.br Thaís Aparecida Santos periodicos@univale.br Elaine Barros Capobiango periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> Hoje em dia, conforme aumenta a busca por tratamentos estéticos, os pacientes criam grandes expectativas e almejam procedimentos mais complexos. O enceramento diagnóstico (ED) é um método empregado entre os cirurgiões-dentistas e considerado imprescindível para a finalidade de orientar a reabilitação oral do paciente, e que irá auxiliar o cirurgião-dentista no planejamento das próteses dentais, sejam elas fixas ou removíveis. <strong>Objetivo:</strong> O objetivo do trabalho foi mostrar a importância do enceramento diagnóstico, bem como sua aplicação clínica para o diagnóstico e planejamento de tratamento em pacientes com necessidade de reabilitação oral. <strong>Conclusão:</strong> O estudo mostra a importância de utilizar corretamente o encerramento diagnóstico, e como isso auxilia em um tratamento mais previsível. Dessa maneira, para suprir as necessidades dos seus pacientes, é esperado que o cirurgião dentista tenha conhecimento da sua aplicação, de modo que tenha maiores possibilidades à sua disposição no auxílio da reabilitação oral.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/425 MARPE - DISJUNÇÃO MAXILAR COM ANCORAGEM ESQUELÉTICA 2023-06-05T22:13:41+00:00 Clara Mateus Oliveira de Lacerda periodicos@univale.br Jacqueline Silva Lopes periodicos@univale.br Larissa dos Santos Rocha periodicos@univale.br Laura do Amaral Mello Tolentino periodicos@univale.br Luiza Clara Rodrigues Arcanjo periodicos@univale.br Roberta Goveia Dias Motta periodicos@univale.br Luiz Gustavo Habib periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> O método MARPE é uma técnica de expansão rápida da maxila assistida, utilizando mini implantes ortodônticos associados, com o objetivo de obter ancoragem na base óssea, favorecendo a ruptura da sutura mediana em pacientes adultos jovens ou com severas discrepâncias anatômicas craniofaciais. Com a ancoragem esquelética são eliminadas possíveis implicações indesejáveis que ocorrem com a movimentação dentária durante o tratamento. Atua, diminuindo a chance de recidivas e necessidade de procedimentos cirúrgicos, tornando a expansão mais efetiva. <strong>Objetivo:</strong> Através de uma revisão de literatura, descrever o método MARPE, bem como suas vantagens e indicações<strong>. Considerações Finais:</strong> Com o conhecimento adquirido através desse estudo, ficou possível compreender as indicações, técnica de instalação, e eficácia do método, evitando complicações da movimentação dentária, sem promover distúrbio do periodonto adjacente.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/426 REABILITAÇÃO ORAL COM PRÓTESE TOTAL IMEDIATA 2023-06-05T22:24:20+00:00 Ariadine Sobrinho Calatrone periodicos@univale.br Deyvid Oliveira Brito periodicos@univale.br Francine Maria Campos Soares periodicos@univale.br Gabriela Aparecida Paiva Machado periodicos@univale.br Lucas Silva Maia periodicos@univale.br Marialina Júlia Rodrigues Chaves periodicos@univale.br Rynna Rynna Souza Marchetti periodicos@univale.br Lorena Rocha Correa periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> A perda dos dentes é uma condição que leva a alterações fisiológicas, sociais, nutricionais e psicológicas. Estudos mostram que a perda dentária tem como principais causas a cárie, a doença periodontal e o traumatismo e para restabelecer as funções do aparelho estomatognático a prótese total imediata (PTI) é uma das opções de tratamento que podem ser adotadas. A PTI é um aparelho reabilitador provisório construído previamente as extrações dos dentes remanescentes, com o objetivo de reestabelecer a função, fonética e estética imediatamente após as exodontias. Este tipo de reabilitação proporciona a manutenção da dimensão vertical de oclusão, evita o colapso dos músculos da face, impede futuras disfunções na articulação temporomandibular; além de favorecer a autoestima e a reintegração do paciente a sociedade e no âmbito familiar. <strong>Objetivo: </strong>O objetivo do presente trabalho é apresentar um relato de caso clínico, reabilitação oral com uso de prótese total imediata após múltiplas extrações dentárias, em um cliente atendido na clínica de Cirurgia da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE). <strong>Conclusão:</strong> Pode-se concluir que, a prótese total imediata é uma possibilidade viável para a reabilitação oral de pacientes que têm a necessidade de realizar a exodontia de todos os elementos dentários, para um maior controle de hemorragias, rapidez na cicatrização, proteção contra traumas e uma menor percepção da mudança da condição dental. E para o sucesso do tratamento, além do profissional aplicar as técnicas corretas, o cliente necessita realizar todos os devidos cuidados pós-operatórios.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/427 REMOÇÃO SELETIVA DE TECIDO CARIADO 2023-06-05T22:36:47+00:00 Cayo Acypreste Lopes periodicos@univale.br Esther Freitas Souza periodicos@univale.br Isabella Alves de Souza periodicos@univale.br Luanni Gomes Trezza periodicos@univale.br Marcus Vinicius Valentino Dos Santos periodicos@univale.br Mateus Bichara Calhau Teixeira periodicos@univale.br Vanessa Lopes dos Santos periodicos@univale.br Fernanda Alvim Camargo Batista periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> A cárie é uma doença infecciosa, que pode ter comportamento crônico ou agudo, que progride lentamente, e que na maioria das pessoas, raramente é auto limitante, na ausência de qualquer tipo de tratamento odontológico, ela progride até destruindo totalmente a estrutura dentária. Ocorre quando existe um desequilíbrio físico e químico entre a estruturado dente e o biofilme, esse desequilíbrio é conhecido como processo de desmineralização e remineralizarão (DESxRE). Por muito tempo o tratamento se resumia a remoção total do tecido cariado, porém, atualmente esse método é considerado invasivo, pois pode ocasionar, principalmente em lesões profundas e o comprometimento da saúde do complexo dentino-pulpar. <strong>Objetivo: </strong>O objetivo foi fazer uma revisão de literatura sobre a remoção seletiva da cárie e apresentar as técnicas conhecidas. Através de um debate sobre as três formas de remoção conhecidas, mostrar que a odontologia minimamente invasiva, se torna cada dia um método de tratamento mais adquirido e com ótimos resultados. <strong>Considerações finais:</strong> A odontologia minimamente invasiva traz inúmeras vantagens em relação à odontologia tradicional, uma técnica simples e de fácil execução, apresenta também um grande alcance social, uma vez que dispensa o paciente de tratamentos complexos e de alto valor.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/417 A ULTILIZAÇÃO DA LASERTERAPIA NA ODONTOLOGIA 2023-06-05T19:06:41+00:00 João Vitor da Silva periodicos@univale.br José Arthur Nêdes Rodrigues periodicos@univale.br Judy Aires de Queiroz periodicos@univale.br Larice de Souza Pezenti periodicos@univale.br Laura Cristina Lira Maia periodicos@univale.br Mateus Amorim Rodrigues periodicos@univale.br Tayná Terra Alves de Lima periodicos@univale.br Yasmin Garcia Linhares periodicos@univale.br Eliane Cardoso periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> A laserterapia tem se apresentado com um importante papel na odontologia, sendo uma poderosa fonte de luz que tem inúmeras aplicabilidades. Pode atuar de forma preventiva e auxiliar ao tratamento. O laser pode ser dividido em baixa potência (10 a 150 mW), que auxilia reparação tecidual, efeito analgésico, anti-inflamatório, antiedematoso e estímulo circulatório, como também em alta potência( 1 a 5 mW) que possui alta intensidade de luz é mais utilizado na realização de cirurgias conservadoras em região de tecido duro, tecido mole e redução de dor pós-operatória. Para que a aplicação do laser seja mais eficaz e para obter bons resultados, é necessário que a ferida esteja limpa, seca, sem necrose e sangue, caso contrário a luz pode ser parcial ou totalmente refletida. Tamanha as atuações da laserterapia impulsiona aos cirurgiões dentistas aprofundar sobre o assunto de forma científica para melhor a assistência odontológica. <strong>Objetivo:</strong> Conhecer a importância da laserterapia e sua aplicabilidade, nas diversas especialidades das áreas odontológicas. <strong>Conclusão:</strong> Concluímos que a laserterapia é uma tecnologia que se tornou desejável e inseparável em muitos procedimentos da pratica clínica odontológica, ocupando também um lugar de destaque trazendo benefícios aos pacientes, como alívio de dor imediata, redução de processos inflamatórios, estímulo à reparação tecidual e prevenção de infecções.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/418 AVALIAÇÃO CLÍNICA E RADIOGRÁFICA DO SUCESSO DO TRATAMENTO ENDODÔNTICO 2023-06-05T19:23:01+00:00 Alessyara Alves Dias periodicos@univale.br Débora Reis Silva periodicos@univale.br Edson Rosa Paiva Júnior periodicos@univale.br Esther Cunha Gomes periodicos@univale.br Larissa de Oliveira Melo Costa periodicos@univale.br Mac Allan Rocha Montenegro Amorim periodicos@univale.br Mayra Rany Pereira da Silva periodicos@univale.br Paula Fazendeiro de Carvalho Rabelo periodicos@univale.br Valéria Terra periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> O controle pós-operatório ou preservação dos casos clínicos de dentes tratados endodonticamente é a ferramenta mais eficaz para se avaliar o êxito dos tratamentos realizados. Os fatores que devem ser levados em consideração para se determinar o êxito do tratamento estão relacionados com as características clínicas e/ou radiográficas que possibilitam verificar o sucesso ou o insucesso clínico. Dentre os achados clínicos de sucesso estão: ausência de dor espontânea ou quando dos exames de percussão e palpação, ausência de tumefação, de mobilidade dentária e de fístula. Com relação aos achados radiográficos podemos relacionar ausência de alterações periapicais tais como áreas radiolúcidas sugestivas de lesão periapical e sem espessamento do ligamento periodontal. <strong>Objetivo:</strong> Foi avaliar clínica e radiograficamente a eficácia do tratamento endodôntico do elemento dental 36 com diagnóstico de periodontite apical crônica. <strong>Considerações finais:</strong> É imprescindível que o endodontista realize a preservação dos tratamentos endodônticos para avaliar o sucesso ou insucesso dos casos clínicos, a fim de preservar a função do dente e conforto do paciente. Portanto, foi possível concluir que após o período de seis meses pós-tratamento endodôntico, ocorreu regressão da lesão periapical com início de neoformação óssea e ausência de sintomatologia clínica evidenciando assim o sucesso do tratamento endodôntico.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/419 COMUNICAÇÃO BUCO-SINUSAL 2023-06-05T19:36:43+00:00 Beatriz Rosa Garcia periodicos@univale.br Caroliny Prado Silva periodicos@univale.br Débora de Moura Oliveira periodicos@univale.br Flávia Gonçalves Sette periodicos@univale.br Letícia Taborda Cotta periodicos@univale.br Lucas Marigo Vieira periodicos@univale.br Marconi Luís de Deus Júnior periodicos@univale.br Rakell Oliveira de Souza periodicos@univale.br Lorena Coelho Argolo Lima periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> O seio maxilar é o maior dos seios paranasais, é uma estrutura anatômica bilateral da maxila, sendo uma cavidade pneumática, que se comunica com a fossa nasal através do óstio sinusal maxilar. A comunicação buco-sinusal é uma complicação na qual ocorre uma deformação no revestimento do seio maxilar, tecidos gengival e ósseo, proporcionando assim, o acesso direto entre a cavidade oral e o seio maxilar. São muitos os fatores etiológicos, sendo a exodontia de dentes superiores posteriores a principal etiologia, devido ao íntimo contato entre as raízes dos dentes com o assoalho do seio maxilar. <strong>Objetivo:</strong> Apresentar, através de uma revisão de literatura, como é realizado o diagnóstico, qual o tratamento e qual a importância do cirurgião dentista na prevenção, diagnóstico, controle e tratamento da comunicação buco-sinusal. Metodologia: Estudo de revisão de literatura, por meio de levantamento bibliográfico. Para o levantamento dos artigos realizou-se uma busca nas seguintes bases de dados: Google Acadêmico, SciELO. <strong>Conclusão: </strong>A comunicação buco-sinusal pode ser evitada pelo cirurgião dentista através de um bom planejamento e cuidado durante a realização do procedimento. A prevenção deve ser realizada a partir de exames de imagem, visando avaliar a proximidade do dente com o seio e da técnica cirúrgica, realizando exodontias com odontosecção. O diagnóstico é feito a partir do exame clínico, manobra de valsava e exames de imagem. São indicados o tratamento cirúrgico e o uso de medicamentos como prevenção de infecções.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/420 IMPRESSÃO 3D NA ODONTOLOGIA 2023-06-05T20:59:59+00:00 Alex de Oliveira Carvalho periodicos@univale.br Ana Lívia Pereira Costa periodicos@univale.br Brenda Ghabrielle Dutra Marques periodicos@univale.br Fernanda Duarte Perpétuo periodicos@univale.br Luisa Pimentel Alves periodicos@univale.br Tayane Oliveira Gil Rosa periodicos@univale.br Thaís de Paula Brites periodicos@univale.br Yasmin Angélica Valente Barbosa periodicos@univale.br Belizane das Graças Oliveira Maia periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> A impressão 3D vem ganhando espaço na odontologia. Geralmente são utilizados materiais à base de polímeros e cerâmicas, cada um com indicação própria. A impressão pode ser realizada de várias maneiras, como a impressão de filamento, impressão SLS (selective laser sintering) e SLA (estereolitografia) com diferentes fontes de luz fotopolimerizadora e a escolha dependerá do custo e da velocidade de impressão que se deseja, do grau de fidelidade e reprodução de detalhes e do trabalho que será executado. Em prótese, podem ser indicadas para diagnóstico, planejamento e tratamento, incluindo a construção de modelos, troqueis, mockups. próteses provisórias e definitivas. Essa tecnologia facilita a obtenção de próteses, reduzindo o tempo envolvido no processo, com replicabilidade e previsibilidade de resultados. No entanto, exige um investimento de tempo (curva de aprendizagem longa) e financeiro para sua implementação. <strong>Objetivo:</strong> Apresentar diferentes tecnologias de impressão 3D utilizadas em prótese odontológica. <strong>Considerações finais:</strong> Conclui-se que a impressão 3D é uma tecnologia promissora que alia manufatura computadorizada a técnicas manuais garantindo qualidade e estética. No entanto, esses materiais necessitam aprimoramento quando comparados aos materiais fresados. Devem ser realizados estudos em relação às suas propriedades físico-químicas, facilitando a indicação do material adequado ao trabalho a ser executado.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/421 INTERCEPTAÇÃO PRECOCE DO HÁBITO DE SUCÇÃO DIGITAL 2023-06-05T21:20:49+00:00 Luiza Ramos periodicos@univale.br Victor Heringer Calil periodicos@univale.br Meire Alves de Sousa periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> A mordida aberta anterior (MAA) é uma má oclusão de comprometimento estético e funcional, definida como trespasse vertical negativo entre os dentes antagonistas que altera o perfil e a fisionomia do indivíduo. Os trabalhos levantados nesta revisão de literatura apontam os hábitos deletérios como principais responsáveis pela MAA, dentre eles a sucção digital e a sucção de chupeta, estes, associados diversas vezes a fatores emocionais. O mau hábito pode provocar uma má oclusão desde que haja uma interrelação direta de três fatores: intensidade, tempo e frequência. Assim, quando a criança interrompe precocemente o hábito de sucção, este não se torna deletério. O diagnóstico e tratamento ortodôntico precoces proporcionam um prognóstico bastante favorável. Em razão da etiologia multifatorial e das diversas consequências, é necessário que ocorra integração entre várias especialidades como a ortodontia e a odontopediatria, dentre outras especialidades médicas. <strong>Objetivo: </strong>O objetivo desse trabalho é relatar um caso clínico de interceptação precoce da mordida aberta anterior, devido ao hábito de sucção digital. fazer uma revisão de literatura ilustrada por um caso clínico, abordando os fatores determinantes para esta alteração patológica bem como as diversas formas de tratamento envolvidas. <strong>Considerações Finais:</strong> Conclui-se que para a correção da MAA é indicado o emprego de dispositivos recordatórios e impedidores. Quando corretamente diagnosticada, a intervenção precoce é efetiva, impedindo que problemas oclusais mais graves se instalem, além de favorecer a auto-estima da criança.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/476 CAPA E EXPEDIENTE DOS ANAIS DO SEMINÁRIO INTEGRADOR DA UNIVALE 2023-06-12T15:46:57+00:00 SIBI/Univale periodicos@univale.br 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/408 CIRURGIA DE ACESSO ENDODÔNTICO MINIMAMENTE INVASIVO X CONVENCIONAL 2023-06-05T16:46:42+00:00 Brenda Freitas Oliveira periodicos@univale.br João Vítor Amaral periodicos@univale.br Larissa Dias da Silva periodicos@univale.br Larissa Kelle de Andrade periodicos@univale.br Laura Fernandes Moreira periodicos@univale.br Lucas Otoni Vieira periodicos@univale.br Pedro Rodrigues Ferreira periodicos@univale.br Viviane Ferreira Guimarães Xavier periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> O acesso endodôntico é o procedimento que permite a localização dos canais radiculares, o preparo químico-mecânico e a obturação do sistema de canais radiculares. Os acessos convencionais preconizam um desgaste maior de dentina, facilitando a instrumentação, desinfecção e obturação do sistema de canais radiculares. Recentemente, um novo conceito de cavidade endodôntica conservadora (CEC), inspirado em conceitos da odontologia minimamente invasiva, prioriza a preservação das estruturas dentais sadias, permitindo maior resistência à fratura de dentes submetidos ao tratamento endodôntico. <strong>Objetivo:</strong> O presente trabalho objetivou revisar a literatura investigando as formas de acesso endodôntico convencionais e minimamente invasivas, suas características, vantagens e desvantagens. <strong>Considerações finais: </strong>A endodontia minimamente invasiva não traz segurança para o tratamento endodôntico, tampouco resistência à quebra do elemento dental; estudos constataram a deficiência nas demais etapas pósteras ao tratamento após abordagens minimamente invasivas, como na desinfecção e modelagem dos canais radiculares e posterior obturação. O acesso contemporâneo é uma alternativa que vem sendo estudada para trazer melhoria ao acesso convencional sem causar danos nas demais etapas, pois a preservação estrutural do dente é uma prioridade anatômica e morfológica do sistema de canais radiculares sem desconsiderar as bases científicas e biológicas da endodontia.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/409 DIVERSIDADES ANATÔMICAS QUE PODEM INTERFERIR NO TRATAMENTO ENDODÔNTICO 2023-06-05T17:04:53+00:00 Ana Elisa De Paula Simões periodicos@univale.br Beatriz Dos Santos Araújo periodicos@univale.br Flávia Rodrigues Louback periodicos@univale.br Hércules Lima Cupertino periodicos@univale.br Luis Paulo Lacerda Moreira periodicos@univale.br Marta Silva Menezes periodicos@univale.br Pedro Augusto De Lima Rodrigues periodicos@univale.br Victoria Furtado Rodrigues periodicos@univale.br Paulo Roberto de Souza Viana periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> Os canais radiculares podem apresentar inúmeras variações quanto ao número de canais e raízes, curvaturas acentuadas, calcificações, ramificações e fusões. A compreensão das diversidades anatômicas e das alterações da cavidade pulpar é de extrema relevância para a realização do tratamento endodôntico. Deve-se ter cautela durante todo o procedimento, pois um profissional que não tem conhecimento sobre essas alterações exerce influência na sua execução correta. <strong>Objetivo:</strong> O objetivo do estudo é mostrar através de uma revisão de literatura as principais variações da anatomia dental normal que podem interferir no sucesso do tratamento endodôntico. Metodologia: Pesquisa bibliográfica, em artigos e plataformas científicas, dos últimos 5 anos de publicação, acerca das variações anatômicas que podem interferir no tratamento endodôntico. <strong>Revisão de literatura:</strong> A endodontia é um ramo da odontologia responsável pela prevenção, diagnóstico e tratamento de afecções que acometem o sistema de canais radiculares. Variações anatômicas dentárias ocorrem porque as cavidades pulpares estão propensas a fatores que alteram a configuração original, como, a deposição de dentina secundária ou terciária que podem formar diferentes fusões e ramificações, direção da entrada dos canais diferentes, calibres, dilacerações e curvaturas acentuadas. Estas formações diferentes podem levar ao percentual elevado de 2 canais mesio vestibulares nos molares superiores, canal médio mediano nos primeiros molares inferiores, curvaturas acentuadas nos incisivos laterais superiores e uma anatomia muito diversificada quanto ao número de raízes e canais nos pré-molares. O domínio dessas variantes pode evitar erros durante a identificação, instrumentação e obturação dos canais radiculares e diminuir as chances de novas intervenções que ocorrem quando há falha no processo. <strong>Conclusão:</strong> A necessidade do saber teórico acerca das diversidades anatômicas do sistema de canais radiculares é de grande importância para obter um tratamento mais eficiente e com bom prognóstico.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/410 DRENAGEM DE ABSCESSO PERIAPICAL NA REGIÃO DE PRÉMOLARES INFERIORES 2023-06-05T17:22:57+00:00 Ana Luísa Nunes Placides periodicos@univale.br Ana Luiza Antenor de Almeida periodicos@univale.br Carolina Pereira Laet periodicos@univale.br Caroline Dutra de Sousa periodicos@univale.br Gabriela Abelha Ferreira Coelho periodicos@univale.br Isadora Pimenta Lopes de Miranda periodicos@univale.br Paulo César Viana Herzog periodicos@univale.br Whyrllene Steine periodicos@univale.br <p><strong>Introdução</strong>: Após um trauma ou por ações de bactérias, o tecido pulpar pode necrosar indicando a necessidade de fazer o tratamento endodôntico. Se não tratado o conduto, esses materiais contaminados de dentro do canal, tendem a disseminar para a região periapical, via forame, causando alterações nessa região. A difusão dos microrganismos presentes na polpa necrosada para a região apical, podem destruir o osso em torno do dente, formando uma lesão periapical. Entre as alterações apicais está o abscesso apical, que se caracteriza por ser um processo infeccioso com formação de secreção purulenta, edema e dor intensa no local da região atingida. A drenagem se torna necessário para a saída do pus da região, promovendo a descompressão dos tecidos afetados e alívio da dor. <strong>Objetivo:</strong> Relatar um caso clínico de drenagem de abscesso periapical na região de pré-molares inferiores, decorrente de necrose pulpar. <strong>Considerações finais:</strong> Na presença de abscessos apicais localizados, o tratamento de escolha é a drenagem em primeiro lugar para o alívio da dor e bem-estar do paciente, para depois fazer a terapia endodôntica. Quando o abscesso já está difuso, pode se tornar necessário intervenção cirúrgica a nível hospitalar, para realizar a drenagem. </p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/411 LIPOPLASTIA ASPIRATIVA SUBMENTUAL: UMA VISÃO CIRÚRGICA DA HOF (HARMONIZAÇÃO OROFACIAL) 2023-06-05T17:41:05+00:00 Anna Gabriella Silveira Teodoro periodicos@univale.br Antônio Walter Cripiano Marques periodicos@univale.br Eduardo Clever Lopes de Assis periodicos@univale.br Marcia Ester de Souza Vieira periodicos@univale.br Luciano Siqueira Basilato periodicos@univale.br Vitor Fonseca Vasconcellos periodicos@univale.br Vitória Luz Fernandes Silva periodicos@univale.br Maristane Lauar Godinho periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> A beleza está relacionada à percepção dos elementos que agradam de forma singular aquele que experimenta. A lipoaspiração realizada para procedimentos estéticos tem como objetivo a retirada de gordura em pacientes saudáveis e redução do acúmulo de gordura localizada, a chamada lipodistrofia, levando à melhora no contorno facial. Um pescoço bem contornado é imperativo para uma aparência atraente que transmite uma sensação de juventude, saúde, condicionamento físico e vitalidade e confere uma aparência de determinação, sensualidade e beleza. <strong>Objetivo:</strong> O objetivo desse trabalho foi fazer uma revisão de literatura sobre a lipoplastia aspirativa submentual, em uma visão cirúrgica da HOF. <strong>Considerações Finais:</strong> O presente trabalho demonstra a importância que a lipoplastia submentual tem para o bem-estar e autoestima de cada cliente, portanto, o conhecimento do profissional a respeito dos procedimentos é muito considerável, pois o sucesso do tratamento muitas vezes está relacionado a maneira que o cirurgião dentista irá trabalhar em cada caso especificamente. Dessa forma, é imprescindível que eleja o melhor plano de tratamento para se obter o melhor resultado.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/412 O USO DAS REDES E MÍDIAS SOCIAIS NA ODONTOLOGIA 2023-06-05T18:01:19+00:00 Amanda Makleine Silva periodicos@univale.br Emilly Riccelly Mendes Barelo periodicos@univale.br Gabriella Oliveira Campos periodicos@univale.br Harison Breno Peres Moraes periodicos@univale.br Jasminy de Souza Soares periodicos@univale.br Karla Costa Bonfanti periodicos@univale.br Pâmela Alves Sodré periodicos@univale.br Raylla Luise da Silva Ramos periodicos@univale.br Isaura Cristina Senna Oliveira periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> em 2019, a resolução 196/2019 alterou o Código de Ética para Dentistas, permitido a publicação de fotos pré e pós tratamento de procedimento dentários, dessa forma, a mídia social tornou-se meio de divulgação de tratamentos odontológicos. Com a divulgação em redes sociais, a busca pela harmonia e estética do sorriso tem aumentado nos últimos anos, sendo harmônico quando está em equilíbrio com as outras estruturas faciais. No mundo contemporâneo, o sorriso passa a ter um maior destaque e se torna um indicador de valor social. Com isso, a exigência estética, por parte dos pacientes, tem aumentado, buscando dentes claros e alinhados, esteticamente agradável, almejando o padrão de um “sorriso perfeito”. <strong>Objetivo:</strong> O presente trabalho tem por objetivo realizar uma revisão da literatura sobre a influência das mídias sociais na odontologia estética. <strong>Considerações finais:</strong> as mídias sociais são uma importante ferramenta para a difusão de informação, contudo, tem influenciado e guiado a um padrão estético, levando a procura por dentes claros, alinhados, entre outras características padronizadas buscadas pelo paciente nos consultórios odontológicos, distorcendo o papel da Odontologia como promoção de saúde ao expor casos meramente estéticos, transformando o sorriso em um instrumento de valor social.</p> <p>l.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/413 PERIODONTITE NECROSANTE 2023-06-05T18:19:57+00:00 Ana Vitória Barros da Matta periodicos@univale.br Iolanda Perpetuo Dias periodicos@univale.br Leandro dos Reis Gomes periodicos@univale.br Lívia Victória Miranda Morais periodicos@univale.br Marcos Antônio Damasceno Reis periodicos@univale.br Maria das Graças Karine Alves Santos periodicos@univale.br Rafael Leite Denadai periodicos@univale.br Sara Carvalho da Silva periodicos@univale.br Johnver Saraiva Purysko periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong>A Periodontite Necrosante (PN), anteriormente denominada Periodontite Ulcerativa Necrosante, é uma infeção oral multifatorial rapidamente destrutiva, caracterizada pela necrose dos tecidos moles gengivais, ligamento periodontal e osso alveolar. É uma doença inflamatória rara, provocada pelo biofilme bacteriano disbiótico em consonância à má higiene oral, estresse, imunossupressão, tabaco, desnutrição e pré-existência de gengivite. Ao exame clínico e radiográfico, observa-se destruição periodontal severa generalizada, papila necrosada recoberta por pseudomembrana branco/amarelada, papila em cratera, sangramento espontâneo, aumento da presença de biofilme, hálito fétido, supuração espontânea e dor. A Periodontite Necrosante é considerada uma doença rara, que normalmente ocorre em jovens de faixa etária entre 18 e 30 anos, que tem a imunossupressão como fator predisponente, sendo mais prevalente em indivíduos com comprometimentos sistêmicos ou desnutridos. Difere-se da Gengivite Necrosante, uma vez que na Periodontite Necrosante há destruição óssea. O tratamento da PN consiste no desbridamento dos tecidos necróticos e, posteriormente, raspagem radicular supra e subgengival, visando reequilibrar a microbiota bucal, além da administração de antibióticos. <strong>Objetivo:</strong> O presente trabalho tem como principal objetivo abordar as características clínicas da doença periodontal necrosante, bem como seu diagnóstico e tratamento. <strong>Considerações Finais:</strong> A Periodontite Necrosante (PN) é uma forma atípica e dolorosa da doença periodontal, caracterizada pela destruição óssea e destruição dos tecidos periodontais, sendo comumente associada a pacientes HIVpositivos.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/414 PIGMENTAÇÃO DENTAL EXTRÍNSECA POR BACTÉRIAS CROMOGÊNICAS 2023-06-05T18:36:38+00:00 Ana Clara Soares Melo de Oliveira periodicos@univale.br Bárbara Alves de Menezes periodicos@univale.br Gabriella Távora Rezende periodicos@univale.br Ilka Luiza Onofri Campos periodicos@univale.br Maria Fernanda Oliveira de Carvalho periodicos@univale.br Olívia Giacomin Costa periodicos@univale.br Paola Camily Moreira Delesporte periodicos@univale.br Marcela Marigo periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> As manchas extrínsecas pigmentadas negras, são caracterizadas como pontos pigmentados, de coloração escura, que aparecem em diferentes localizações da arcada, comprometendo a estética dentária do paciente. A ocorrência dessas manchas extrínsecas está relacionada com a presença de agentes etiológicos, no biofilme dental, sendo os mais comuns as bactérias cromogênicas, tais como, Actinomyces sp. e a Prevotella melaninogenica, além da deposição de sais ferrosos, provenientes da dieta do paciente compondo a pigmentação das manchas na superfície dental. <strong>Objetivo: </strong>Este trabalho tem por objetivo realizar uma revisão de literatura acerca da pigmentação dental extrínseca por bactérias cromogênicas e analisar sua etiologia, prognóstico e plano de tratamento. <strong>Considerações finais:</strong> As manchas extrínsecas pigmentadas negras são associadas a micro-organismos específicos presentes no biofilme dental, favorecidos por uma dieta rica em ferro e cálcio. Os tratamentos existentes para sua remoção são eficazes, porém, não solucionam suas recidivas.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/415 RESINAS SEMIDIRETAS TÉCNICA EXTRAORAL 2023-06-05T18:50:25+00:00 Alisson Claudio Cleres de Souza periodicos@univale.br Ben-Hur Prates Pontes Lopes periodicos@univale.br Bryan Eduardo Pereira Bastos periodicos@univale.br Camila Valentim Morais Lima periodicos@univale.br Emanuelly Leite Rezende periodicos@univale.br Mayara Correia periodicos@univale.br Thalia Thomaz Lima periodicos@univale.br Thaynara Pereira Leite periodicos@univale.br Maria das Graças Oliveira Cabral periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> Com o desenvolvimento das resinas compostas, o cirurgião-dentista pode devolver ao paciente restaurações com resultados eficazes em estética e função no consultório. A técnica restauradora semidireta extraoral, objeto dessa Revisão de Literatura, é uma opção reabilitadora para dentes amplamente destruídos, utilizando-se da resina composta na qual se executa uma moldagem do preparo dentário realizado, para que a restauração seja feita no modelo e cimentada ao dente. Essa técnica apresenta como vantagens uma menor influência da contração de polimerização do material restaurador, melhor adaptação proximal, melhor reprodução da anatomia oclusal, acabamento e polimento adequado em todas as faces da peça e um melhor custo-benefício quando comparada a restaurações indiretas elaboradas em laboratório de prótese dentária. <strong>Objetivo:</strong> O presente trabalho objetivou revisar a literatura a respeito da restauração em dentes posteriores utilizando a técnica semidireta extraoral, assim como suas indicações, contraindicações, vantagens, desvantagens e protocolo clínico. <strong>Considerações finais:</strong> Pode-se concluir que a técnica restauradora semidireta extraoral, quando indicada corretamente e executada seguindo com precisão o protocolo clínico, se mostra satisfatória, pois devolve função e estética com longevidade da restauração. Além de possuir um bom custo-benefício para o profissional e paciente.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/403 A IMPORTÂNCIA DA RADIOGRAFIA COMO EXAME COMPLEMENTAR PARA DIAGNÓSTICO DE PERIODONTITE 2023-06-02T23:36:56+00:00 Bárbara Guimarães periodicos@univale.br Edivon Júnior periodicos@univale.br Emanuel Miranda periodicos@univale.br Gabriel Campos periodicos@univale.br Guilherme Viana periodicos@univale.br Kaillany Carvalho periodicos@univale.br Maria Vitória Coelho periodicos@univale.br Raphael Bezerra periodicos@univale.br Ailton periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> A Periodontite é uma infecção bacteriana dos tecidos periodontais: ligamento periodontal e osso alveolar. Sendo uma doença irreversível, em casos avançados, pode causar erosão óssea deixando os dentes soltos. Ela é causada pela formação de placa bacteriana supra e subgengival. Sendo assim, a radiologia ocupa um papel importantíssimo no diagnóstico da mesma; tendo a radiografia como um exame complementar de extrema importância e consequentemente possibilitando a visualização das alterações gerais dos ossos alveolares, tais como: a reabsorção tecidual e a progressão ou regressão da doença, e, sobretudo seu tratamento, quando diagnosticado de forma preambular. <strong>Objetivo:</strong> O presente trabalho tem como objetivo evidenciar a importância da radiografia para detectar quadros de periodontite de forma precoce, evidenciando os acometimentos teciduais e apontando possíveis tratamentos e métodos de profilaxia. <strong>Considerações Finais:</strong> Conclui-se que a periodontite é uma doença de natureza imunoinflamatória que apresenta como características clínicas a presença de sinais inflamatórios, bolsas periodontais e perda de inserção tecidual, as quais podem ser detectadas, de forma precoce, apenas radiograficamente. Desta forma, a imagem radiográfica torna-se indispensável para conceder a profilaxia de quadros irreversíveis e apontar tratamentos precisos, atuando de forma complementar para o Cirurgião-Dentista.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/404 ASPECTOS RADIOGRÁFICOS DOS CISTOS INFLAMATÓRIOS 2023-06-02T23:53:03+00:00 Alexsandra Silva Santana periodicos@univale.br Emilly Lemos Dutra periodicos@univale.br Giovanna Alvarenga Soares Cabral periodicos@univale.br Izadora Rodrigues periodicos@univale.br Lara Costa Ferreira Campos periodicos@univale.br Lucas Queiroz Vieira periodicos@univale.br Milena Andrade Villete de Carvalho periodicos@univale.br Yasmin Souza da Conceição periodicos@univale.br Fernando José Malvar periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> Os cistos inflamatórios, ou cistos radiculares, representam uma cavidade patológica revestida por tecido epitelial, contendo material líquido ou semi-sólido no seu interior. Estes cistos estão intimamente relacionados com uma infecção dos canais radiculares ou com algum trauma que tenha gerado alterações na polpa do dente. Em um exame radiográfico periapical, essa patologia apresenta uma imagem radiolúcida, circunscrita e unilocular, com uma linha radiopaca bem definida em volta e com perda da lâmina dura na região periapical. <strong>Objetivo:</strong> Este trabalho tem por objetivo, através de uma revisão de literatura, coletar informações sobre os aspectos radiográficos dos cistos inflamatórios, uma patologia comumente vista na cavidade oral, a fim de esclarecer e inteirar sobre suas características, possíveis causas e tratamentos, além de diferencia-lo de outras patologias que possam ter aspectos semelhantes. <strong>Considerações finais:</strong> Uma das causas mais comum do surgimento destes cistos se dá por meio de uma inflamação crônica após ocorrer uma necrose pulpar, podendo causar uma destruição significativa e enfraquecimento da área onde ele se encontra. Por ser uma lesão majoritariamente assintomática, a radiografia tem um papel de extrema importância na descoberta da doença, visto que por meio dela o profissional será capaz de realizar um diagnóstico com maior precisão e indicar a intervenção mais adequada.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/405 EFEITOS ADVERSOS DE MEDICAMENTOS NA CAVIDADE ORAL 2023-06-03T00:08:36+00:00 Bruna Carolina Estevão Ramos periodicos@univale.br Eduarda Felipe de Melo periodicos@univale.br Késia Oliveira de Souza periodicos@univale.br Laura Temponi Lima periodicos@univale.br Mariana Braga Leite Coelho periodicos@univale.br Renata Lemos Barezani de Mendonça Procópio periodicos@univale.br Rúbia de Oliveira Gomes periodicos@univale.br Sarah Rocha Tavares periodicos@univale.br Rosimary Almeida Ferreira periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> Efeitos adversos a medicamentos referem-se apenas aos efeitos indesejados ou potencialmente prejudiciais. São considerados um problema importante na prática do profissional da área da saúde, visto que podem trazer danos aos pacientes. Muitos desses efeitos podem se manifestar na cavidade bucal, sendo assim, é importante para o cirurgião-dentista conhecê-los, a fim de realizar um diagnóstico correto. Ademais é essencial que tenham consciência dos efeitos colaterais das drogas prescritas, a fim de reconhecerem a causa-efeito; para isso a anamnese minuciosa, com o completo histórico médico é indispensável. <strong>Objetivo:</strong> Descrever os principais efeitos adversos dos medicamentos na cavidade bucal e os principais medicamentos que possuem o potencial para desenvolvê-los. <strong>Considerações finais</strong>: A partir das pesquisas realizadas foi possível concluir que algumas lesões e reações que acometem a cavidade bucal estão associadas ao uso de medicamentos, sendo alguns deles capazes de gerar mais de uma reação. Xerostomia, ulcerações e hiperplasia gengival são os efeitos adversos mais comuns, causados por uma ampla variedade de fármacos, incluindo antidepressivos, antihipertensivos, anticonvulsivantes, imunossupressores, antiinflamatórios não esteroidais e quimioterápicos. Portanto é dever do cirurgião-dentista conhecê-los e incluir a terapia medicamentosa como possível causa, para a conclusão do diagnóstico e solução do problema.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/406 MEDO E ODONTOLOGIA 2023-06-03T00:20:59+00:00 Akira Rânea Silva Venturim periodicos@univale.br Évila Maria Bezerra De Souza periodicos@univale.br Gabriel Silva Leal periodicos@univale.br Gabriella Santos Aguiar periodicos@univale.br Layanne Oliveira Melo periodicos@univale.br Raquel Moreira Lopes Addário periodicos@univale.br Samuel Pedro Romualdo Barbosa periodicos@univale.br Vitória Viana Gomes de Souza periodicos@univale.br Karine Pereira Ramalho Borges periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong> O medo é um sentimento que aflora em resposta ao perigo, dano iminente ou estímulo externo, gerando alterações neuroquímicas e, consequentemente, comportamentais. Na prática odontológica, tal sentimento é encontrado de forma recorrente e sua presença interfere diretamente na percepção da importância da saúde bucal, bem como na intervenção do Cirurgião-Dentista obre ela. O referido ‘medo de dentista’ pode estar atrelado a diversos fatores sendo emocionais, religiosos, financeiros, traumas próprios ou de terceiros, entre outros. Fatores estes que podem levar a perdas permanentes na saúde bucal, bem como na saúde geral do indivíduo caso não sejam administrados/amenizados. <strong>Objetivo:</strong> Este trabalho tem como objetivo, através de uma revisão da literatura, identificar as fontes e fatores que desencadeiam a resposta de medo e ansiedade no indivíduo no atendimento odontológico e, assim, buscar alternativas para atenuar o sofrimento do paciente, visando amenizar o prejuízo a sua saúde bucal. <strong>Conclusões Finais: </strong>Conclui-se que muitas são as razões para que o paciente não busque tratamento odontológico ou o abandone, sendo, também o medo, um elemento fortemente presente. Desta forma faz-se necessário que a interdisciplinaridade se perpetue na prática clínica, visando fornecer ao paciente um ambiente seguro e atraumático, através das ações do Cirurgião-Dentista; viabilizando a continuidade do tratamento e minimizando os fatores que anteriormente o impediam.</p> 2023-06-12T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2023 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da Univale