https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/issue/feed Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE 2026-03-24T00:00:00+00:00 Prof. Me. João Pedro Moniz Galvão de Albuquerque joao.albuquerque@univale.br Open Journal Systems <p>O <strong>Seminário Integrador do Curso de Odontologia</strong>, é um evento semestral que perpassa todos os períodos e apresenta um potencial inovador, o qual insere os discentes em temáticas atuais dialogando com a comunidade. Como <strong>sistematização das práticas interdisciplinares</strong> no Curso de Odontologia foi institucionalizado o Seminário Integrador, com o objetivo de incentivar e valorizar a participação do acadêmico em atividades que ampliem as dimensões dos componentes curriculares relacionadas à sua educação, estimulando sua formação continuada e seu compromisso com a sua preparação, contribuindo para a criação dos eixos articuladores do currículo em suas dimensões social, biológica, cultural, ambiental, étnica, educacional e tecnológica, trabalhando assim os conteúdos transversais do curso. </p> <p>ISSN 2965-3347</p> https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1098 A conexão silenciosa 2026-01-22T17:07:30+00:00 Amanda Christiany Liborio Rios periodicos@univale.br Amanda Santos Coelho periodicos@univale.br Clara Martins de Mello e Souza periodicos@univale.br Gabriel Rufino Dias periodicos@univale.br Henrique Christian Vieira Leão periodicos@univale.br Maysa Oliveira Rodrigues periodicos@univale.br Milena Carolina de Lima Queiroz periodicos@univale.br Nathália Carvalho Neto Freitas periodicos@univale.br Thamires Rodrigues da Silva periodicos@univale.br Yuri Henrique Almeida Alves periodicos@univale.br José Antônio Coelho Júnior periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A doença periodontal resulta da interação de bactérias do biofilme&nbsp; dentário, induzindo uma resposta inflamatória, danificando os tecidos de suporte dos&nbsp; dentes e podendo levar a perda óssea. Esses mediadores inflamatórios contribuem&nbsp; para a carga inflamatória geral do corpo, podendo gerar ou exacerbar doenças&nbsp; sistêmicas, como a Doença do Alzheimer. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Expor a relação entre Periodontite&nbsp; e Doença de Alzheimer. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Revisão de literatura de 07 artigos das bases de&nbsp; dados PubMED, SciElo, Google Acadêmico, em língua inglesa e portuguesa,&nbsp; publicados entre 2020 a 2025. </span><strong>Discussão: </strong><span style="font-weight: 400;">A literatura evidencia uma associação entre&nbsp; a doença periodontal e a Doença de Alzheimer mediada, principalmente, por&nbsp; mecanismos inflamatórios e infecciosos. Bactérias periodontopatogênicas, com&nbsp; destaque para </span><em><span style="font-weight: 400;">Porphyromonas gingivalis</span></em><span style="font-weight: 400;">, alcançam a corrente sanguínea devido à alta&nbsp; vascularização dos tecidos periodontais e, a partir daí, atravessam a barreira&nbsp; hematoencefálica. Uma vez no sistema nervoso central, essas bactérias liberam&nbsp; vesículas com uma enzima proteolítica, chamada gingipains, que modifica a proteína&nbsp; TAU, tornando-a neurotóxica, favorecendo a formação de emaranhados neurofibrilares&nbsp; característicos da doença. Ademais, esse processo desencadeia um estado&nbsp; inflamatório crônico no cérebro, o que potencializa a destruição neuronal e acelera o&nbsp; declínio cognitivo. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">A periodontite pode atuar como fator de risco para a&nbsp; Doença de Alzheimer ao contribuir para a inflamação sistêmica. Embora a relação não&nbsp; seja causal e a etiologia da Doença de Alzheimer seja multifatorial, a prevenção e o&nbsp; controle periodontal são fundamentais na promoção da saúde geral. No entanto, ainda&nbsp; são necessários estudos maiores e longitudinais para confirmar e esclarecer&nbsp; essa associação.&nbsp;</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1099 Estudo comparativo do uso das soluções irrigadoras no tratamento endodôntico 2026-01-22T18:13:06+00:00 Ester Gonçalves Cangussú periodicos@univale.br Iris Ariel Januário Miranda periodicos@univale.br Isabela Costa Mota periodicos@univale.br Isabely de Cássia Candido Cruz periodicos@univale.br Lorrayny Martins Pereira periodicos@univale.br Mirian Ferreira do Carmo periodicos@univale.br Raphael Pinheiro Reis Schneider periodicos@univale.br Renata Coelho Argolo periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">Quando se fala em soluções irrigadoras, a literatura nos mostra a </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">importância da escolha dessas soluções, comparando o uso do Hipoclorito de sódio </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">e da Clorexidina. O Hipoclorito de Sódio apresenta uma eficácia na dissolução </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">pulpar, exercendo uma função antimicrobiana. Já a Clorexidina é um poderoso </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">anti séptico, auxilia no combate aos microrganismos e exerce sua ação na presença </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">de sangue e feridas. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Comparar essas duas soluções irrigadoras no </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">tratamento endodôntico, avaliar suas propriedades relacionadas à atividade </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">antimicrobiana, capacidade de dissolução tecidual, e averiguar seus resultados em </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">certas situações para definir quando são mais bem requisitadas. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Este </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">artigo foi elaborado através de uma pesquisa bibliográfica com as</span><span style="font-weight: 400;"> palavras chaves:&nbsp; clorexidina, tratamento endodôntico e hipoclorito de sódio, e seleção d</span><span style="font-weight: 400;">e dois </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">artigos científicos publicados em português, no período de 2021 em diante </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">disponíveis no Google Acadêmico. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">Os resultados dessa comparação </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">mostraram que o hipoclorito é uma opção primordial, pois a dissolução tecidual é </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">uma das propriedades principais sendo menos citotóxico, e que só em casos de o </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">paciente ser alérgico que se faz a troca para a clorexidina. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">O principal </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">desafio é controlar a infecção bacteriana, por isso o hipoclorito de sódio é o mais </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">utilizado por sua ação antimicrobiana e capacidade de dissolver tecidos, mas pode </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">causar irritação em altas concentrações. A clorexidina, embora não dissolva tecido </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">pulpar, possui ação antimicrobiana prolongada, sendo indicada em casos mais </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">simples. Assim, a técnica adequada é fundamental para que o tratamento tenha </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">sucesso garantindo menos riscos ao paciente. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1101 O conhecimento das variações anatômicas do molar inferior no sucesso do tratamento endodôntico 2026-01-22T18:27:57+00:00 Altino Gomes da Silva periodicos@univale.br Alysson da Silva Fraga periodicos@univale.br Camila Mendes Batalha Hott periodicos@univale.br Eduardo dos Santos Melo periodicos@univale.br Gabriel Oliveira Pena periodicos@univale.br Luiza Cristina Barbosa e Silva periodicos@univale.br Matthew Drumond Teodoro Alves periodicos@univale.br Priscila Fonseca Barbosa periodicos@univale.br Kamila Rezende Terra Coelho periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">O conhecimento da anatomia interna dos molares inferiores é essencial&nbsp; para reduzir falhas no tratamento endodôntico. As variações em raízes, configuração&nbsp; e curvatura dos canais dificultam sua localização e instrumentação, tornando&nbsp; indispensável o conhecimento dessas particularidades para o êxito clínico. </span><strong>Objetivo:&nbsp; </strong><span style="font-weight: 400;">Avaliar por meio de revisão de literatura, a importância do conhecimento anatômico&nbsp; dos molares inferiores no tratamento endodôntico, descrevendo variações e os&nbsp; métodos mais eficazes para seu manejo e sucesso clínico. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foi&nbsp; realizada uma revisão de literatura com artigos indexados na base de dados SciELO&nbsp; e Google Acadêmico, em língua inglesa e portuguesa, publicados entre 2020 a 2025,&nbsp; usando os descritores: variações anatômicas, molares inferiores e tratamento&nbsp; endodôntico. </span><strong>Resultados</strong><span style="font-weight: 400;">: Molares inferiores apresentam grande variações&nbsp; anatômicas, tornando o tratamento endodôntico desafiador. Os primeiros molares&nbsp; podem apresentar raízes e canais adicionais. Nos segundos molares, são comuns a&nbsp; fusão radicular, raízes extras e canais em formato de “C”. A tomografia&nbsp; computadorizada de feixe cônico é ferramenta essencial para identificar essas&nbsp; variações, garantindo diagnóstico e planejamento mais seguros. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">Conclui-se que o conhecimento da anatomia interna dos molares inferiores, aliado a métodos&nbsp; de imagem avançados, são fundamentais para o sucesso da terapia, possibilitando&nbsp; um melhor planejamento do tratamento e redução da falha clínica. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1102 Radiologia x tomografia na endodontia 2026-01-22T18:42:17+00:00 Alicia de Souza Velloso periodicos@univale.br Alicia Fernandes Gomes periodicos@univale.br André Sousa Veloso periodicos@univale.br Isabela Araújo Costa periodicos@univale.br Julia Alves Dias periodicos@univale.br Júlia Marques Zanelato periodicos@univale.br Lara Rodrigues Oliveira periodicos@univale.br Lucas Vaz Magalhães periodicos@univale.br Mirella Zatta Evangelista periodicos@univale.br Thalita Schimidt Ferreira periodicos@univale.br Paulo Roberto de Souza Viana periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A radiografia periapical é o exame mais utilizado em endodontia por ser acessível e de baixa radiação, amplamente empregada em diagnósticos e acompanhamentos. Contudo, sua limitação bidimensional dificulta a análise de anatomias complexas, podendo mascarar fraturas, canais acessórios e lesões iniciais. O avanço da tomografia computadorizada de feixe cônico (CBCT) trouxe imagens tridimensionais detalhadas, ampliando a precisão diagnóstica e o planejamento clínico. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Comparar a radiografia periapical e a tomografia computadorizada de feixe cônico, avaliando indicações, vantagens e limitações na prática endodôntica. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Revisão de literatura em bases como PubMed, Scielo e Google Acadêmico, considerando artigos publicados entre 2020 a 2025 sobre aplicações da radiologia e da CBCT em endodontia. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">A radiografia mostrou-se eficaz em casos simples e no acompanhamento, sendo de baixo custo e com menor radiação. Contudo, apresenta limitações na detecção de pequenas lesões, reabsorções e fraturas. Já a CBCT demonstrou superioridade nesses aspectos, permitindo visualização tridimensional de anatomias complexas, diagnóstico mais preciso e apoio no planejamento cirúrgico, embora com maior custo e dose de radiação. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">A radiografia periapical segue essencial como exame inicial, mas a CBCT é indicada em casos complexos que exigem maior detalhamento e segurança diagnóstica. A escolha do exame deve ser pautada pela necessidade clínica, sempre respeitando os princípios de segurança radiológica e custo-benefício, garantindo a indicação adequada e o equilíbrio entre riscos e benefícios.&nbsp;</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1103 Tratamento da hipersensibilidade dentária 2026-01-22T18:59:32+00:00 Amábile Silva Araújo periodicos@univale.br Bianca Libório Martins Hastenreiter periodicos@univale.br Flávia jacobson Charpinel periodicos@univale.br Gabriele Almeida Pinheiro periodicos@univale.br Henrique Soares de Paula periodicos@univale.br Laura Karolliny Dias Oliveira periodicos@univale.br Letícia Gonçalves Menezes periodicos@univale.br Rebeca Martins Benicá periodicos@univale.br Rosane Souza Carvalho periodicos@univale.br Tamires Fernandes Rodrigues Carvalho periodicos@univale.br Renato Caetano Pimentel periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A hipersensibilidade dentária (HD) é uma dor aguda e transitória a&nbsp; estímulos térmicos, táteis, osmóticos ou químicos, resultante da exposição de&nbsp; túbulos dentinários, conforme a teoria hidrodinâmica. Possui alta prevalência,&nbsp; afetando a qualidade de vida, mas ainda não há protocolo terapêutico universal,&nbsp; reforçando a necessidade de revisão das abordagens. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Analisar&nbsp; criticamente as abordagens terapêuticas da HD, comparando eficácia, mecanismos&nbsp; e limitações. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Realizou-se revisão narrativa de artigos publicados entre&nbsp; 2019 e 2025 nas principais bases de dados. Foram incluídos diversos estudos com&nbsp; extração de dados sobre intensidade de dor (VAS, Schiff), tempo de seguimento e&nbsp; principais limitações relatadas. </span><strong>Discussão: </strong><span style="font-weight: 400;">Evidências apontam que agentes&nbsp; domiciliares como CPP-ACP, hidroxiapatita e arginina-CaCO reduzem a&nbsp; sintomatologia, com o CPP-ACP mostrando resultados superiores em até oito semanas. Em consultório, o PRG Barrier Coat promoveu até 95% de redução da dor e 97% de oclusão tubular, superando vernizes fluoretados tradicionais. A&nbsp; laserterapia mostrou-se eficaz, especialmente com lasers de alta potência, mas&nbsp; carece de protocolos padronizados. Estudos sugerem potencial de combinações&nbsp; como ácido gálico e NaF para oclusão estável e resistente ao desafio ácido.&nbsp; </span><strong>Considerações finais: </strong><span style="font-weight: 400;">O manejo da HD deve ser progressivo e individualizado:&nbsp; controle etiológico e agentes domiciliares como primeira linha, terapias de&nbsp; consultório em casos persistentes e laser como adjuvante. Não há protocolo ideal,&nbsp; mas a combinação racional de estratégias aumenta a previsibilidade clínica. Ensaios&nbsp; clínicos robustos, com seguimento prolongado, são essenciais para consolidar&nbsp; recomendações universais.&nbsp; </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1105 Uso do laser de baixa potência na recuperação pós-cirúrgica de extrações dentárias 2026-01-22T19:10:18+00:00 Bárbara Monique Martins da Silva periodicos@univale.br Caíque Jorge Barbosa periodicos@univale.br Daniela Santana Nunis periodicos@univale.br Gustavo Carvalho de Medeiros periodicos@univale.br Girlayne Vitoria Barbosa Santana periodicos@univale.br João Pedro Oliveira Santos periodicos@univale.br Lara Souza Saraiva periodicos@univale.br Maria Fernanda Mendes de Oliveira periodicos@univale.br Tarcio Schubert Dutra Filho periodicos@univale.br Lucas Zanon Magalhães de Araújo periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A exodontia é um procedimento rotineiro na odontologia, frequentemente associado&nbsp; a dor, edema e trismo no pós-operatório. A laserterapia de baixa potência (LBP) e o diodo emissor&nbsp; de luz (LED) têm se destacado como alternativas terapêuticas adjuvantes, visando modular&nbsp; processos inflamatórios e estimular a reparação tecidual. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Avaliar os efeitos clínicos e&nbsp; biológicos da fotobiomodulação (com laser de baixa intensidade e/ou LED) no controle dos sinais&nbsp; e sintomas inflamatórios pós-operatórios de exodontias. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Revisão bibliográfica de&nbsp; artigos publicados entre 2017 e 2025, em português e inglês, nas bases SciELO e Google&nbsp; Acadêmico, utilizando as palavras-chave: Laser de baixa intensidade, Exodontia,&nbsp; Fotobiomodulação, Laserterapia. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">A maioria dos estudos indicou redução significativa&nbsp; da dor e do edema, além de melhora da função mandibular com o uso da LBP. Entretanto, a&nbsp; diferença nos protocolos, como comprimento de onda, dose energética e frequência, gera&nbsp; resultados inconsistentes. No modelo animal, evidenciou-se que tanto o laser quanto o LED&nbsp; promovem reparo ósseo, porém o LED apresentou maior eficácia, com aumento estatisticamente&nbsp; significativo da densidade óssea, reforçando seu potencial no processo de cicatrização. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">A laserterapia demonstra potencial como coadjuvante no controle sintomático inicial e,&nbsp; especialmente, o LED mostra resultados promissores no reparo ósseo. No entanto, a padronização&nbsp; de protocolos e estudos com maior robustez metodológica são fundamentais para comprovar seu&nbsp; real impacto clínico.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1090 Estética e função 2025-12-18T18:56:39+00:00 Bárbara Pereira Bomfim periodicos@univale.br Bárbara Vitória de Oliveira Gasperi periodicos@univale.br Débora Gonçalves dos Santos periodicos@univale.br Kérolly Pereira Leão periodicos@univale.br Lavínia Aredes Almeida periodicos@univale.br Melissa Campos Souza periodicos@univale.br Nilma Moreira dos Santos periodicos@univale.br Tamires Almondes Rodrigues periodicos@univale.br Thais Vitória Lima Alves periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A reabilitação com prótese fixa anterior exige atenção especial, pois envolve a restauração da função mastigatória e a harmonia estética do sorriso. O desafio está em conciliar função e naturalidade, respeitando as particularidades de cada paciente. Quando bem planejada em uma abordagem multidisciplinar, a prótese fixa integra aspectos biológicos, funcionais e estéticos de forma eficaz. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Analisar os principais desafios da prótese fixa em região anterior, conciliando estética e função. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foi realizada uma revisão bibliográfica utilizando artigos científicos disponíveis nas bases, SciELO, Pubmed e LILACS, publicados nos últimos 5 anos. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">Os achados da literatura indicam que a previsibilidade das próteses fixas na região anterior depende da interação entre fatores biológicos, funcionais e estéticos. O biótipo periodontal se mostrou determinante na resposta tecidual frente à reabilitação. Além disso, a escolha do material restaurador influencia diretamente na longevidade clínica e na naturalidade do resultado. As cerâmicas livres de metal, em especial, se destacaram por sua translucidez e integração cromática, desde que associadas a um adequado controle periodontal. O planejamento multidisciplinar foi apontado como elemento essencial para assegurar proporções harmônicas entre dentes, gengiva, lábios e linha do sorriso. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">A reabilitação com prótese fixa anterior exige planejamento individualizado, unindo estética, função e saúde periodontal. O resultado depende da integração entre a prótese, os tecidos de suporte, o biotipo gengival e a linha do sorriso. Além disso, o planejamento com abordagem multidisciplinar é considerado fundamental para garantir equilíbrio entre dentes, gengiva, lábios e a linha do sorriso. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1092 Fraturas condilares da mandíbula 2025-12-19T12:13:05+00:00 Antônio Pio Neto periodicos@univale.br Dianna Kelley Silva Soares periodicos@univale.br Giovanna dos Santos Chaves periodicos@univale.br Maria Clara da Costa Teodoro periodicos@univale.br Michely Barbosa Freitas periodicos@univale.br Tallia Xavier de Andrade Bauer Campos periodicos@univale.br Thayanne Pecilia Menezes periodicos@univale.br Verônica Barbosa da Cunha periodicos@univale.br Vinicius Soares Silva Figueiredo periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">As fraturas condilares correspondem de 25 a 35% das fraturas&nbsp; mandibulares, causando grande impacto funcional e estético. Devido a sua&nbsp; vulnerabilidade é frequentemente acometido em acidentes de trânsito, quedas e agressões. </span><span style="font-weight: 400;">A sintomatologia dessas fraturas varia de dores locais, incômodo </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">ao mastigar e deglutir, edema, assimetria facial, comprometimento da oclusão </span><span style="font-weight: 400;">&nbsp;</span><span style="font-weight: 400;">e ATM, crepitações ósseas e trismo. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Destacar as principais causas, incidência, métodos diagnósticos e terapêuticos para fraturas condilares. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foi realizada uma revisão de literatura nas bases de dados&nbsp; Google Acadêmico, PubMed e Scielo, sendo selecionados 9 artigos em&nbsp; português publicados nos últimos 10 anos. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">Observou-se maior&nbsp; incidência de fraturas condilares em pacientes do sexo masculino,&nbsp; principalmente decorridas de acidentes de trânsito, quedas e agressões. Para&nbsp; escolha da conduta terapêutica analisam-se fatores etiológicos, métodos&nbsp; diagnósticos radiográficos, como radiografia panorâmica, incidência de Towne&nbsp; e tomografia computadorizada, sempre associada à avaliação clínica detalhada. O tratamento pode ser conservador, com fixação maxilomandibular&nbsp; temporária e fisioterapia, ou cirúrgico, com redução aberta e osteossíntese por&nbsp; miniplacas e parafusos, que tem mostrado maior eficácia na restauração&nbsp; funcional, estética e oclusal, prevenindo futuras complicações. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">As&nbsp; fraturas condilares constituem um desafio terapêutico devido à complexidade&nbsp; anatômica e funcional da região. O cirurgião bucomaxilofacial deve estar apto a resolver essas complicações, pois o tratamento adequado e precoce pode garantir um bom prognóstico e êxito na reabilitação do paciente. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1093 Relação entre doença periodontal e doença de Alzheimer 2025-12-19T12:29:36+00:00 Amanda Pissarra Soares periodicos@univale.br Arthur Moreira Rodrigues periodicos@univale.br Beatriz Edith de Oliveira periodicos@univale.br Eduardo Fernandes Gomes dos Santos periodicos@univale.br Kayque Alef Alves de Oliveira periodicos@univale.br Lethicia Cristina Barbosa Marcondes periodicos@univale.br Rafael Bicalho Vieira periodicos@univale.br Relcimara Sousa Rodrigues periodicos@univale.br Victoria Batista Flora periodicos@univale.br Johnver Saraiva Purysko periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">O envelhecimento populacional tem elevado os casos de Alzheimer (DA)&nbsp; e Doença Periodontal (DP), condições que compartilham processos inflamatórios e&nbsp; degenerativos. A DA envolve declínio progressivo das funções cognitivas, enquanto a&nbsp; DP compromete os tecidos de suporte dental. Estudos indicam que a saúde bucal pode&nbsp; influenciar o declínio cognitivo, já que microrganismos periodontais e a inflamação&nbsp; sistêmica contribuem para a neurodegeneração. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Revisar a literatura científica&nbsp; para identificar e analisar as evidências que associam a DP à DA, destacando fatores e&nbsp; mecanismos biológicos envolvidos. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">A metodologia utilizada foi uma&nbsp; revisão integrativa da literatura, com busca em bases como PubMed, LILACS e&nbsp; SCIELO, utilizando quatro artigos descritores em português e inglês publicados entre os&nbsp; anos de 2020 a 2025. </span><strong>Discussão: </strong><span style="font-weight: 400;">Pacientes com DA apresentam maior prevalência de&nbsp; DP, em parte devido a limitações de autocuidado e baixa prioridade à higiene bucal. A&nbsp; Porphyromonas gingivalis e suas toxinas podem induzir neuroinflamação, enquanto a&nbsp; resposta inflamatória sistêmica mediada por citocinas conecta periodontite e&nbsp; comprometimento cognitivo. Indivíduos com periodontite grave apresentam maior risco&nbsp; de demência, embora a relação causal ainda não esteja totalmente comprovada.&nbsp; </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">A literatura indica forte associação entre DP e DA, sustentada por&nbsp; mecanismos inflamatórios e microbiológicos comuns. Como a periodontite é prevenível&nbsp; e tratável, seu controle pode auxiliar na preservação cognitiva e na melhoria da&nbsp; qualidade de vida. Entretanto, são necessários ensaios clínicos randomizados e estudos&nbsp; longitudinais para confirmar a relação causal e orientar estratégias preventivas. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1052 Autoestima e impactos psicossociais da iatrogenia odontológica 2025-12-10T17:01:00+00:00 Ana Beatriz de Oliveira Campos periodicos@univale.br Ana Luiza de Laia Silva periodicos@univale.br Anna Klara Borges Alves periodicos@univale.br Eliza Campos de Almeida Campos periodicos@univale.br Guilherme Mendes Mendonça periodicos@univale.br Isabella Hadassa Alves Perboires periodicos@univale.br João Victor Ribeiro Diniz periodicos@univale.br Mariah Petrocélio de Assis periodicos@univale.br Sofia Falci Ribeiro periodicos@univale.br Marina Mendes Soares periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">No contexto odontológico, a iatrogenia – definida como qualquer dano ou&nbsp; efeito adverso causado inadvertidamente pelo tratamento odontológico – pode afetar a aparência estética e funcional do paciente, gerando impactos psicossociais e&nbsp; emocionais na saúde. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">O objetivo deste estudo é analisar a influência do&nbsp; aspecto dental na autoimagem, incluindo os efeitos psicológicos e sociais decorrentes&nbsp; da iatrogenia, de modo a compreender como as alterações estéticas e de&nbsp; desempenho oral podem afetar a vida e o bem-estar humano. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">A&nbsp; abordagem metodológica realizada para este estudo envolverá a revisão bibliográfica&nbsp; de artigos científicos listados na base de dados do Google Acadêmico, SciELO e&nbsp; Periódicos CAPES. Os descritores utilizados foram: estética dental e autoimagem,&nbsp; vida social, iatrogenia odontológica e impactos psicossociais. Diante os critérios de&nbsp; inclusão-exclusão, os artigos se encontram disponíveis na base de dados, na íntegra,&nbsp; na língua portuguesa e publicados entre os anos de 2015 e 2025. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">Foram&nbsp; encontrados 21 artigos relacionados aos descritores citados, sendo que apenas 9&nbsp; atendiam aos critérios de inclusão desta pesquisa e estes foram analisados.&nbsp; Observou-se que a iatrogenia odontológica pode comprometer a estética e a função&nbsp; bucal, refletindo negativamente na autoestima. Entre os efeitos relatados estão dores,&nbsp; limitações funcionais e alterações estéticas, que favorecem o sentimento de frustração&nbsp; e insegurança. </span><strong>Considerações finais: </strong><span style="font-weight: 400;">A análise realizada evidenciou que a&nbsp; iatrogenia odontológica exerce impacto significativo não apenas na saúde bucal, mas&nbsp; também na dimensão psicológica e social do indivíduo. Alterações estéticas e&nbsp; funcionais decorrentes de procedimentos inadequados podem comprometer a&nbsp; autoestima, gerar insegurança e dificultar a inserção social, refletindo diretamente no&nbsp; bem-estar e na qualidade de vida. Assim, torna-se imprescindível que o cirurgião dentista adote práticas baseadas em evidências científicas, prezando pela precisão&nbsp; técnica e pela humanização do atendimento, de modo a minimizar riscos e promover&nbsp; resultados satisfatórios. Além disso, reforça-se a importância de novas pesquisas que&nbsp; aprofundem a compreensão da relação entre estética dental, autoimagem e saúde&nbsp; psicossocial, contribuindo para uma prática odontológica cada vez mais segura e&nbsp; integral. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1049 Canal mandibular 2025-12-10T12:12:07+00:00 André Avelino Rodrigues periodicos@univale.br Flávia Martins Andrade periodicos@univale.br Lenira Ketlen Martins Lopes periodicos@univale.br Luan Oliveira dos Santos periodicos@univale.br Michelly Vitória dos Santos Silva periodicos@univale.br Raissa Gabriela Félix de Melo periodicos@univale.br Renata Rodrigues de Oliveira periodicos@univale.br Sara Rodrigues Teodoro periodicos@univale.br Thiago William Moreira dos Santos Reis periodicos@univale.br Iara dos Santos Chaves periodicos@univale.br Nilson Sousa Ferreira periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A mandíbula, maior osso do aparelho estomatognático, tem papel importante na&nbsp; odontologia. Ademais, dentre os procedimentos mais comuns relacionados a ela estão as&nbsp; exodontias, que embora rotineiras, podem gerar complicações como dor, hemorragia, edema e&nbsp; parestesia. Neste osso existe um canal abaixo dos dentes, denominado de canal mandibular, o&nbsp; qual abriga o nervo, a artéria e a veia alveolar inferior, sendo fundamental para a sensibilidade e&nbsp; vascularização da região. No entanto, suas variações anatômicas podem alterar o planejamento e&nbsp; a execução de cirurgias odontológicas, tornando indispensável o conhecimento anatômico preciso&nbsp; pelo cirurgião-dentista. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Este resumo tem como finalidade compreender a anatomia do&nbsp; canal mandibular, para melhor análise dos riscos de lesões cirúrgicas nos procedimentos&nbsp; odontológicos. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Revisão bibliográfica realizada nas bases de dados Google&nbsp; Acadêmico e SciELO utilizando os descritores “canal mandibular”. Além disso, também foram&nbsp; avaliadas peças anatômicas referente a alterações do canal mandibular no laboratório de anatomia&nbsp; da Universidade Vale do Rio Doce (UNIVALE). As buscas de artigos foram voltadas na língua portuguesa e inglesa, publicados entre os anos de 2013 a 2025. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">Foram encontrados&nbsp; 15 artigos relacionados aos descritores citados e selecionados os mais importantes que abordam a&nbsp; importância do profissional em saber sobre anatomia do canal mandibular e suas variações para&nbsp; um procedimento cirúrgico seguro. </span><strong>Conclusões: </strong><span style="font-weight: 400;">O entendimento da anatomia do canal&nbsp; mandibular é fundamental na odontologia, particularmente durante intervenções cirúrgicas como&nbsp; exodontias e implantes. As diferenças anatômicas desta estrutura podem trazer riscos que afetam&nbsp; a segurança do paciente, sendo causas de complicações como parestesia temporária ou&nbsp; permanente, hemorragia, infecção e fratura óssea. Portanto, é necessário destacar a importância&nbsp; da ciência da posição, percurso, e das variações do canal mandibular, utilizando métodos&nbsp; apropriados de exames de imagem de alta precisão, sendo de suma importância para mitigação de&nbsp; riscos, assegurando previsibilidade nos resultados, garantindo uma melhor intervenção pelo&nbsp; cirurgião dentista.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1054 Conscientização sobre o cigarro eletrônico 2025-12-11T13:06:05+00:00 Ana Clara Coelho Chaves periodicos@univale.br Ana Julia Cipriano Marques periodicos@univale.br Ana Luiza Andrade de Castro periodicos@univale.br Daniel Augusto Mendes dos Santos periodicos@univale.br Davi Farias Frois periodicos@univale.br Izadora Magalhães Perpétuo Pinheiro periodicos@univale.br João Victor Ferraz Ramos periodicos@univale.br José Segundo Barbosa Neto periodicos@univale.br Matheus Freitas de Menezes periodicos@univale.br Raica Coelho Coutinho Duarte periodicos@univale.br Gleicilaine Rodrigues Gonçalves periodicos@univale.br Octávia Neves dos Reis Pascoal periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">O uso de cigarros eletrônicos pode ter efeitos negativos na saúde sistêmica e&nbsp; bucal, semelhantes aos convencionais, podendo ser ainda mais prejudicial. Apesar de não produzir fumaça e cheiro característicos do cigarro comum, o vapor ainda contém substâncias tóxicas que afetam diversas partes do corpo, inclusive a boca. Evidências apontam risco aumentado para&nbsp; cárie, doença periodontal e alterações das mucosas orais, tornando essencial a abordagem preventiva junto a população vulnerável.OBJETIVO</span><strong>: </strong><span style="font-weight: 400;">Relatar a experiência dos acadêmicos do curso de odontologia da UNIVALE na realização de uma ação educativa em saúde sobre o cigarro eletrônico. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">A atividade ocorreu na Escola Estadual Israel Pinheiro, Governador Valadares, MG. Foi realizada uma intervenção educativa com o objetivo de conscientizar os jovens sobre os malefícios do uso dos cigarros eletrônicos. Durante a ação, os estudantes compartilharam informações importantes sobre os impactos negativos para a saúde bucal e geral, reforçando a importância de hábitos saudáveis desde a infância. A iniciativa buscou promover a prevenção e incentivar escolhas conscientes, contribuindo para a formação de uma geração mais informada e protegida.</span><strong> Conclusão:</strong><span style="font-weight: 400;">A educação em saúde se mostra essencial para conscientizar crianças e adolescentes sobre os riscos do cigarro eletrônico e de outras formas de tabagismo. A experiência realizada destacou a importância do papel do cirurgião-dentista na promoção de informações claras e acessíveis, fortalecendo a prevenção desde a infância. Acredita-se que ações como essa contribuem não apenas para a redução do uso desses dispositivos entre os jovens, mas também para a construção de uma geração mais crítica, saudável e consciente de suas escolhas.</span><strong>&nbsp;</strong></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1053 Desenvolvimento dentário 2025-12-10T17:22:25+00:00 Amanda Abelha Abrantes periodicos@univale.br Ana Júlia Moreira periodicos@univale.br Ana Paula Polito periodicos@univale.br Christian William periodicos@univale.br Eduarda Aredes periodicos@univale.br Karine Rodrigues periodicos@univale.br Larissa Ferreira periodicos@univale.br Maria Ester da Costa periodicos@univale.br Ricardo Tavares periodicos@univale.br Ana Karlla Furtado de Miranda periodicos@univale.br <p><strong>Introdução</strong><span style="font-weight: 400;">: O desenvolvimento dentário constitui um processo biológico e contínuo,&nbsp; iniciando-se na vida intrauterina e culminando na erupção dos dentes na cavidade oral. Esse processo&nbsp; abrange fases sucessivas — iniciação, proliferação, histodiferenciação, morfodiferenciação e&nbsp; aposição —, essenciais para a formação estrutural adequada dos dentes. Dominar esse mecanismo é&nbsp; essencial para a odontologia, pois desvios em qualquer etapa podem resultar em anomalias&nbsp; relacionadas à forma, número, posição ou cronologia da erupção dentária. Dessa forma, compreender&nbsp; o desenvolvimento dentário desde suas origens até a erupção torna-se indispensável para estabelecer&nbsp; referenciais normativos, detectar precocemente irregularidades e implementar intervenções eficazes,&nbsp; promovendo a saúde oral de maneira proativa e sustentada. </span><strong>Objetivo</strong><span style="font-weight: 400;">:Descrever as etapas da&nbsp; formação dentária e sua erupção na cavidade oral. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foi realizada uma revisão de&nbsp; literatura baseada em artigos científicos publicados a partir de 2019, na língua portuguesa e inglesa,&nbsp; pesquisadas nas bases de dados Scielo e Google Acadêmico. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">O desenvolvimento&nbsp; dentário é um processo biológico complexo e bem regulado, que envolve interações celulares e&nbsp; teciduais em diferentes estágios, com destaque para o papel do folículo dentário. A erupção ocorre&nbsp; em fases sucessivas e pode ser influenciada não apenas por fatores genéticos, mas também por&nbsp; aspectos sistêmicos e ambientais. Compreender esses mecanismos é fundamental para identificar&nbsp; alterações precocemente, orientar condutas clínicas adequadas e promover a saúde bucal em todas&nbsp; as fases da vida. </span><strong>Conclusão</strong><span style="font-weight: 400;">: O estudo da formação dentária e de sua erupção é fundamental na&nbsp; prática odontológica, pois permite compreender como cada etapa contribui para o desenvolvimento&nbsp; normal da dentição. Saber reconhecer essas fases possibilita identificar precocemente possíveis&nbsp; alterações que podem comprometer a função e a estética do sistema estomatognático. Além disso, o&nbsp; conhecimento sobre o processo eruptivo auxilia o cirurgião-dentista a planejar condutas preventivas&nbsp; e terapêuticas adequadas, garantindo o acompanhamento do paciente desde a infância até a vida&nbsp; adulta, sempre com foco na manutenção da saúde bucal.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1056 Evolução no diagnóstico por imagem e seus impactos clínicos 2025-12-11T13:39:53+00:00 Allicy Rocha Nascimento Dupim periodicos@univale.br Aryana Laisla Lopes Germano periodicos@univale.br Julia Correa Assunção periodicos@univale.br Júlia Gonçalves Braga periodicos@univale.br Júlia Gonçalves Coelho periodicos@univale.br Maria Clara Miranda Rezende periodicos@univale.br Maria Gabrielle Rodrigues periodicos@univale.br Marielly Victoria Gomes Aquino periodicos@univale.br Marina Silva Salomão periodicos@univale.br Sofia Marigo Vieira periodicos@univale.br Sandra Nicoli periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A evolução do diagnóstico por imagem na odontologia representa um dos&nbsp; principais avanços da área nos últimos anos. Com o desenvolvimento de novas tecnologias e&nbsp; técnicas, o diagnóstico por imagem tornou-se mais preciso, rápido e seguro. Isso permitiu&nbsp; uma análise mais detalhada e eficiente. Essa inovação auxilia na melhoria dos atendimentos&nbsp; odontológicos, contribuindo para decisões clínicas mais assertivas e resultados de maior&nbsp; qualidade. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Apresentar a importância do uso da imagem e sua evolução.&nbsp; </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Revisão de literatura nas bases de dados SciELO e Google Acadêmico&nbsp; utilizando as palavras-chave: "radiografias digitais", "avanços tecnológicos", "radiografias&nbsp; periapicais", "panorâmicas", "diagnóstico" e "técnica". Foram encontrados seis artigos&nbsp; científicos e utilizados três para o estudo em língua portuguesa e publicados entre 1999 e&nbsp; 2024. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">A evolução do diagnóstico por imagem tem gerado impactos positivos na&nbsp; radiografia. Houve diversos avanços na área, como a substituição dos métodos tradicionais&nbsp; por equipamentos digitais, como a Tomografia Computadorizada de Feixe Cônico (TCFC).&nbsp; A eficiência operacional melhorou significativamente, com imagens prontas em instantes.&nbsp; Além disso, a integração de tecnologias de Inteligência Artificial (IA) e Machine Learning&nbsp; (ML) está sendo utilizada para a análise de imagens e a possibilidade de auxiliar no&nbsp; diagnóstico. </span><strong>Considerações Finais: </strong><span style="font-weight: 400;">Dessa forma, é possível concluir, a partir da literatura,&nbsp; que a evolução das técnicas de diagnóstico por imagem e seus impactos clínicos é fundamental&nbsp; não apenas para reconhecer os progressos obtidos, mas também para analisar os desafios&nbsp; atuais de ordem ética, financeira e tecnológica.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1061 Impacto da má higiene oral na patogênese da gengivite ulcerativa necrosante 2025-12-15T15:29:32+00:00 Ana Gabrielle Moura Gomes periodicos@univale.br Ana Luiza Andrade de Oliveira periodicos@univale.br Isabela Santana Costa periodicos@univale.br Izaac Gonçalves Pena periodicos@univale.br Kawanny V. Sudré Rodrigues periodicos@univale.br Lucas Pinheiro de Souza periodicos@univale.br Sâmila Gonçalves Andrade periodicos@univale.br Sarah Kályta Rodrigues do Vale periodicos@univale.br Maisa Pereira Vieira periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A ausência de higiene oral adequada favorece o surgimento de doenças&nbsp; periodontais. A gengivite ulcerativa necrosante aguda (GUNA) caracteriza-se pela necrose das&nbsp; papilas interdentais, dor intensa, sangramento e halitose. </span><strong>Objetivos: </strong><span style="font-weight: 400;">Analisar o impacto da má&nbsp; higiene oral na patogênese da GUNA </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Trata-se de uma revisão de literatura. As&nbsp; buscas por artigos foram realizadas em agosto de 2025, utilizando as plataformas Google&nbsp; Acadêmico e PubMed com os descritores “Gengivite Ulcerativa Necrosante Aguda” e "má&nbsp; higiene bucal”. Foram incluídos artigos publicados entre 2004 e 2025 em português e inglês.&nbsp;</span></p> <p><strong>Resultado: </strong><span style="font-weight: 400;">A má higiene oral exerce impacto decisivo na patogênese da GUNA, pois seu desenvolvimento está relacionado ao acúmulo de biofilme dental, que favorece instalação de&nbsp; uma microbiota altamente patogênica composta por anaeróbios e espiroquetas do gênero&nbsp; </span><em><span style="font-weight: 400;">Treponema</span></em><span style="font-weight: 400;">. A presença desses microrganismos, associada a má higiene, desencadeia um&nbsp; processo inflamatório agudo. Embora estresse, desnutrição e imunossupressão possam&nbsp; aumentar a suscetibilidade a GUNA, é a negligência no controle do biofilme dental que&nbsp; constitui fator primário para seu desenvolvimento. Assim a prevenção e o tratamento eficaz&nbsp; dependem do estabelecimento de hábitos regulares de higiene bucal e da eliminação de fatores&nbsp; locais irritativos, associados ao uso de antissépticos e, em casos mais severos, antimicrobianos&nbsp; sistêmicos. </span><strong>Considerações finais: </strong><span style="font-weight: 400;">A GUNA é uma condição periodontal de baixa prevalência&nbsp; e de elevada gravidade, cujo manejo depende do diagnóstico precoce e da identificação dos&nbsp; fatores predisponentes. A má higiene oral não apenas favorece o surgimento da GUNA, mas&nbsp; também potencializa sua gravidade e risco de progressão para a periodontite ulcerativa&nbsp; necrosante.&nbsp;</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1063 Influência do estresse acadêmico sobre a prevalência do bruxismo em universitários 2025-12-15T15:47:04+00:00 Amanda Damasceno Tavares periodicos@univale.br Bryan Campos de Almeida periodicos@univale.br Gabriela Barroso de Oliveira periodicos@univale.br Gabriela Fortes dos Santos Monteiro periodicos@univale.br Hadassa da Costa Vieira periodicos@univale.br Jessica Marcelino da Costa Lima periodicos@univale.br Mirelle Inácio Vieira de Sousa periodicos@univale.br Pamella Cristina Silva Moura periodicos@univale.br Riccardo Dalmaschio Freitas periodicos@univale.br Rosália Moreira Barros periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">Bruxismo é um distúrbio caracterizado pelo ranger ou apertar repetitivo dos dentes, associado à ansiedade, má oclusão dentária, distúrbios do sono e fatores genéticos. Essa condição pode causar desgaste e fraturas nos dentes, hipertrofia dos músculos mastigatórios, dores na face e cabeça, além de sensação de cansaço extremo e nervosismo. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Analisar indícios sobre a relação entre estresse acadêmico e incidência de bruxismo em universitários. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Revisão de literatura com análise de seis artigos indexados na base de dados PubMed e na ferramenta Google Acadêmico, utilizando os descritores “bruxismo”, “estresse”, “estudantes universitários”. A busca se limitou a trabalhos científicos nas línguas portuguesa e inglesa publicados entre os anos de 2011 e 2023. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">Observa-se que há uma forte relação entre o estresse no ambiente acadêmico e o</span> <span style="font-weight: 400;">acometimento de bruxismo em</span><span style="font-weight: 400;"> universitários. Fa</span><span style="font-weight: 400;">tores como sobrecarga de atividades,</span> <span style="font-weight: 400;">cobranças excessivas, competição entre colegas e insegurança profissional atuam como</span> <span style="font-weight: 400;">causadores ou agravantes da condição, pois intensificam crises de ansiedade e estresse</span> <span style="font-weight: 400;">crônico, aumentando o risco de desenvolver a doença. Os estudos apontam</span><span style="font-weight: 400;"> que universitários sob estresse, quando comparados à população em geral, são mais propensos a apresentar bruxismo. </span><strong>Considerações Finais: </strong><span style="font-weight: 400;">O estresse acadêmico exerce uma influência significativa na prevalência do bruxismo entre estudantes universitários, atuando como um elemento tanto provocador quanto intensificador do distúrbio. É recomendado o tratamento multidisciplinar focado em estratégias para promover a saúde mental e gerenciar o estresse no ambiente universitário, a fim de reduzir seus efeitos na saúde geral desse grupo.&nbsp;</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1065 Pericoronarite: desafios clínicos e abordagens terapêuticas 2025-12-15T16:03:56+00:00 Anna Lydia Roberto Lelis periodicos@univale.br Bianca Esther Caldeira Calassa de Alpino periodicos@univale.br Lara Fernanda Pereira Paiva periodicos@univale.br Letícia Morais Tomich periodicos@univale.br Maria Eduarda Avelino Silva periodicos@univale.br Mariana Fernandes dos Santos periodicos@univale.br Pedro Mascarenhas Barros Gusmão periodicos@univale.br Sarah Letícya Gonçalves Teixeira periodicos@univale.br Marcelo Henrique Fernandes Otoni periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A pericoronarite é caracterizada pela inflamação do tecido mole associada à coroa de um dente parcialmente irrompido. O mucoperiósteo sobrejacente e ferida resultante atuam como reservatório para o acúmulo de alimentos, resultando em um ambiente propício para a multiplicação de microorganismos. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Analisar os critérios clínicos, entender os fatores etiológicos e epidemiológicos e discutir as complicações locais e sistêmicas associadas à pericoronarite. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foi realizada uma busca na base de dados do Google Acadêmico publicados entre 2015 a 2025. Foram os descritores usados: pericoronarite, etiologia e tratamento. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">Os artigos analisados demonstraram que a pericoronarite ocorre com maior frequência em jovens adultos, entre 18 e 30 anos, sendo o terceiro molar inferior parcialmente irrompido o mais acometido</span><em><span style="font-weight: 400;">. </span></em><span style="font-weight: 400;">O diagnóstico é fundamentado em critérios clínicos como dor, edema, trismo e halitose, é crucial para intervir precocemente e evitar complicações locais e sistêmicas. Na pericoronarite, a infecção apresenta caráter polimicrobiano, cujos sintomas são dor, edema, trismo e halitose. ao tratamento, a literatura aponta para a extração do terceiro molar como a conduta principal, enquanto medidas conservadoras e a laserterapia foram descritas como alternativas em situações específicas. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">Com base no exposto, conclui-se que a pericoronarite é uma condição inflamatória comum, com uma etiologia e perfil epidemiológico bem estabelecidos. A conduta terapêutica é a exodontia do dente envolvido, uma vez que elimina a causa primária da doença. Contudo, em cenários específicos, medidas conservadoras e adjuvantes, como a laserterapia, mostram-se alternativas válidas para o controle agudo da infecção e inflamação.&nbsp;</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1082 Periodontite avançada 2025-12-17T18:41:37+00:00 Alecsander Inocêncio Pierrout periodicos@univale.br Ana Clara de Aguiar periodicos@univale.br Ana Luísa Matos do Santos periodicos@univale.br Brandon Araújo Morais periodicos@univale.br Gabrielle Chiari Ruas periodicos@univale.br Isabella Kathleen Gonçalves periodicos@univale.br Larissa Magalhães Sales periodicos@univale.br Lucas Freitas Panissi periodicos@univale.br Myguel Henrick Melo periodicos@univale.br Jacqueline Garcia Duarte periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A periodontite avançada é o estágio mais grave da doença gengival, caracterizada pela perda de osso e tecidos de suporte devido ao acúmulo de bactérias.&nbsp; É a progressão da gengivite não tratada, que começa com inflamação da gengiva e&nbsp; evolui para formação de bolsas periodontais, onde as bactérias se protegem e liberam&nbsp; toxinas que destroem a gengiva, osso e ligamentos dos dentes. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Descrever&nbsp; aspectos gerais da periodontite avançada e o papel do cirurgião-dentista no&nbsp; planejamento de seu tratamento. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">O trabalho trata-se de uma revisão&nbsp; bibliográfica baseada em artigos em português e inglês buscados nas plataformas&nbsp; digitais SciELO e Google Acadêmico. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">A periodontite avançada tem origem&nbsp; multifatorial, sendo o acúmulo de biofilme bacteriano o principal fator, aliado a&nbsp; predisposição genética, doenças sistêmicas e higiene inadequada. Seus sinais incluem&nbsp; sangramento gengival, mobilidade dentária, bolsas profundas, halitose e, em casos&nbsp; graves, dor e dificuldade para mastigar. Pode levar à perda rápida dos dentes,&nbsp; impactando a função e estética. O tratamento envolve raspagem, polimento radicular, uso&nbsp; de antibióticos, cirurgias e, quando necessário, reabilitação com implantes. Manutenção&nbsp; regular e boa higiene oral são essenciais para prevenir recidivas. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">A&nbsp; periodontite avançada é causada pelo acúmulo de placa e má higiene, gerando&nbsp; sangramento, mobilidade dentária, mau hálito e até perda dos dentes. O tratamento&nbsp; envolve limpeza profunda, antimicrobianos, cirurgias e manutenção com boa higiene e acompanhamento odontológico. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1083 A importância do exame radiográfico na detecção de cárie interproximal 2025-12-17T18:48:54+00:00 Anna Luiza Ferreira Nascimento Souza periodicos@univale.br Anna Ritha Silva Duarte periodicos@univale.br Gabriela Lemos de Araújo periodicos@univale.br Gabriel Martins Camelo Sampaio periodicos@univale.br Luiza Álvaro Pereira periodicos@univale.br Thalyta Gomes Moreira dos Santos periodicos@univale.br Victor Senes Dutra periodicos@univale.br Ailton Geraldo Vieira periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A radiografia odontológica constitui instrumento diagnóstico imprescindível,&nbsp; sobretudo para a identificação de cáries interproximais, lesões que frequentemente escapam&nbsp; à detecção clínica direta. Entre os métodos disponíveis, a técnica bite-wing se destaca por&nbsp; proporcionar visualização nítida das coroas dentárias e das regiões de contato proximal,&nbsp; possibilitando tanto a detecção precoce quanto o monitoramento evolutivo das lesões&nbsp; cariosas. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Examinar criticamente a relevância do exame radiográfico interproximal&nbsp; na detecção de cáries proximais, evidenciando suas contribuições diagnósticas, limitações&nbsp; metodológicas e implicações para o planejamento terapêutico. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foi conduzida&nbsp; revisão narrativa da literatura, abrangendo publicações indexadas em bases como PubMed,&nbsp; SciELO e LILACS, no período de 2015 a 2024. Selecionaram-se estudos clínicos, revisões&nbsp; sistemáticas e ensaios comparativos que analisaram a acurácia da radiografia interproximal&nbsp; (bite-wing) frente ao exame clínico convencional e a métodos complementares, como&nbsp; separação dentária e validação histológica. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">As evidências apontam que a&nbsp; radiografia interproximal identifica um número superior de lesões em esmalte e dentina inicial&nbsp; quando comparada ao exame clínico isolado. Entretanto, sua capacidade em estimar a real&nbsp; extensão da lesão e prever cavitação é restrita, sobretudo em áreas próximas à junção amelo dentinária. A introdução da radiografia digital proporcionou avanços significativos, como&nbsp; menor exposição à radiação, maior definição e manipulação de imagens, ampliando a&nbsp; sensibilidade diagnóstica, embora não elimine falsos positivos e negativos. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">A&nbsp; radiografia interproximal configura recurso fundamental para o diagnóstico precoce de cáries&nbsp; proximais e para a adoção de condutas conservadoras. Contudo, deve ser considerada&nbsp; exame complementar ao clínico, assegurando maior acurácia, reduzindo riscos de&nbsp; subdiagnóstico e evitando intervenções restauradoras desnecessárias no paciente.&nbsp;</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1084 Aspectos radiográficos dos ameloblastomas intraósseos 2025-12-17T18:56:53+00:00 Ananda França Rocha periodicos@univale.br Diogo Dias Almeida periodicos@univale.br Filipe Ânderson Cardoso Roberto periodicos@univale.br Júlia Ellen da Silva Moura periodicos@univale.br Kéren Félix Gonçalves Queiróz de Souza periodicos@univale.br Mateus Pinheiro de Souza periodicos@univale.br Mycaio Gomes Vidal periodicos@univale.br Olimpio Alves Filho periodicos@univale.br Fernando José Malvar periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">O ameloblastoma é um tumor odontogênico de crescimento lento e localmente&nbsp; invasivo. É uma neoplasia benigna que acomete predominantemente a região mandibular. Os&nbsp; aspectos radiográficos são fundamentais para o diagnóstico, visto que, permitem identificar e&nbsp; diferenciar suas principais formas de manifestação, a fim de possibilitar o direcionamento do&nbsp; tratamento adequado. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Analisar os aspectos radiográficos dos ameloblastomas&nbsp; intraósseos, destacando seus padrões mais frequentes e discutindo suas implicações no&nbsp; diagnóstico diferencial, no planejamento cirúrgico e na escolha do tratamento. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Este estudo consistiu em uma revisão de literatura realizada na base de dados Google&nbsp; Acadêmico, utilizando os seguintes descritores: ameloblastoma, diagnósticos, aspectos&nbsp; radiográficos, tumores, medicina bucal, biópsias. Foram incluídos artigos em língua&nbsp; portuguesa, publicados entre 2015 e 2025, disponíveis em formato completo. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">O&nbsp; ameloblastoma unicístico apresenta-se radiograficamente como lesão unilocular, radiolúcida e&nbsp; bem delimitada, semelhante a um cisto odontogênico, podendo causar expansão óssea&nbsp; mandibular. Já o multicístico caracteriza-se por aspecto multilocular, com padrão de “bolhas&nbsp; de sabão” ou “favos de mel”, sendo mais agressivo e com maior risco de recidiva. Os exames&nbsp; de imagem mais indicados são a radiografia panorâmica e a tomografia computadorizada,&nbsp; considerada padrão-ouro. </span><strong>Considerações finais: </strong><span style="font-weight: 400;">Apesar de ser considerado um tumor benigno,&nbsp; o ameloblastoma apresenta crescimento progressivo e agressivo, com altas taxas de recidiva.&nbsp; Por isso, torna-se essencial a análise radiográfica precoce, visto que o exame clínico isolado&nbsp; não permite a identificação das lesões intraósseas. Dessa forma, os exames de imagem&nbsp; possibilitam reconhecer o subtipo tumoral e auxiliar na escolha do tratamento mais adequado,&nbsp; priorizando condutas conservadoras sempre que possível. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1086 Fake news em saúde bucal 2025-12-17T19:04:22+00:00 Amanda Vitória Souza Almeida periodicos@univale.br Carla Luciano de Almeida Souza periodicos@univale.br Enzo Damasceno Santos de Oliveira periodicos@univale.br Paulo Gabriel Oliveira Tavares periodicos@univale.br Sara Vitória da Silva Brant periodicos@univale.br Victória Ribeiro Damascena periodicos@univale.br Patrick Vinicius Estevao Oliveira periodicos@univale.br <p><strong>Introdução</strong><span style="font-weight: 400;">: O Brasil está entre os países que mais produzem fake news em saúde, segundo dados internacionais. O cirurgião dentista tem parte com essa divulgação errônea quando não respeita os princípios éticos relacionados à sua área de atuação, compartilhando materiais sem embasamento científico e trazendo riscos à população que consome esse conteúdo. </span><strong>Objetivo</strong><span style="font-weight: 400;">: Discutir estratégias e responsabilidades do cirurgião dentista frente às fake news, e as oportunidades para o cirurgião dentista na era digital. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">A revisão utilizou como fontes artigos científicos em bases digitais, incluindo SciELO, PubMed e Google Acadêmico. O levantamento bibliográfico considerou publicações no período de 2015 a 2025. </span><strong>Discussão: </strong><span style="font-weight: 400;">Estudos evidenciam que as mídias sociais são importantes agentes na disseminação de informações falsas, comprometendo a ética profissional e a segurança do paciente, em frequente desacordo com o Código de Ética Odontológica (CEO). A pandemia de COVID-19 intensificou esse cenário, já presente na odontologia, ao potencializar o alcance e a velocidade da disseminação de conteúdos enganosos. Plataformas como YouTube e Instagram, embora reúnam materiais de qualidade produzidos por profissionais, ainda abrigam publicações sem respaldo científico que se propagam para inúmeras pessoas. Dessa forma, é papel do cirurgião dentista ocupar o ambiente digital de maneira ética, clara e fundamentada em evidências, atuando como agente de educação em saúde e no enfrentamento das fake news e de outras formas de desinformação. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">Portanto, o combate às fake news deve ser entendido também como uma oportunidade para que o cirurgião-dentista amplie sua presença digital de forma ética e educativa, consolidando a valorização da prática odontológica.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1089 Impacto da xerostomia induzida por antidepressivos na durabilidade das restaurações 2025-12-18T18:34:20+00:00 Agnis Vitória de Souza Furtado periodicos@univale.br Cinthia Mikaelly Rodrigues Borges periodicos@univale.br Gabriela Rodrigues Lima periodicos@univale.br Janice Gonçalves Santos periodicos@univale.br Julia Rabelo Barreto periodicos@univale.br Letícia Campos Aquino periodicos@univale.br Sabrina Gabrielle Campos Guedes periodicos@univale.br Vithória Reis Leal periodicos@univale.br Renato Girelli Coelho periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">Os antidepressivos são medicamentos que apresentam efeito anticolinérgico e&nbsp; reduzem a atividade das glândulas salivares. A xerostomia, é a redução do fluxo salivar que compromete a proteção natural dos dentes, favorecendo falhas adesivas e cáries secundárias,&nbsp; o que impacta diretamente a durabilidade das restaurações. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Produzir um trabalho&nbsp; de revisão acerca do impacto da xerostomia induzida por antidepressivos na durabilidade das&nbsp; restaurações dentárias. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Realizou-se uma pesquisa de literatura descritiva, por&nbsp; meio de 10 artigos científicos, publicados entre 2005 e 2025, nas bases de dados Scielo,&nbsp; Pudmed. Foram utilizados os descritores: "antidepressivos" "xerostomia", "restaurações&nbsp; dentárias". </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">As principais características fisiopatológicas observadas mostraram&nbsp; que pacientes com boca seca apresentaram menor tempo de sobrevida das restaurações&nbsp; dentárias extensas, posteriores e de múltiplas faces, com maior risco de falha em resinas&nbsp; compostas do que em amálgama. A xerostomia esteve associada, em muitos casos, ao uso de&nbsp; antidepressivos, cujos efeitos anticolinérgicos resultam do bloqueio do neurotransmissor&nbsp; acetilcolina nos receptores muscarínicos e nicotínicos, manifestando-se em sintomas&nbsp; periféricos, como boca seca. Esses achados reforçam que o manejo clínico odontológico deve&nbsp; priorizar medidas preventivas, como o controle rigoroso do biofilme, uso de saliva artificial,&nbsp; géis lubrificantes, e acompanhamento periódico. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">Conclui-se que a xerostomia&nbsp; induzida por antidepressivos compromete a durabilidade das restaurações dentárias. O&nbsp; cirurgião-dentista tem papel essencial na adoção de estratégias preventivas e de manejo&nbsp; clínico, reforçando a importância do acompanhamento contínuo para preservar a longevidade&nbsp; restauradora. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1096 Impactos do uso dos análogos do GLP-1 na saúde oral 2026-01-22T14:12:27+00:00 Barbara Kelen Coelho Santos periodicos@univale.br Emily Rita Rodrigues Ferreira periodicos@univale.br Esther Jenneffer da Silva Freitas periodicos@univale.br Ester da Costa Boechat periodicos@univale.br Gabriely Efigenia Martins Miranda periodicos@univale.br Laressa Martins de Oliveira periodicos@univale.br Luiz Henrique Monteiro Souza periodicos@univale.br Sophia de Sousa Almeida periodicos@univale.br Bolivar Ralisson Amaro periodicos@univale.br <p><strong>Introdução</strong><span style="font-weight: 400;">: Nos últimos anos, os análogos do peptídeo semelhante ao glucagon tipo&nbsp; 1 (GLP-1) ganharam destaque não apenas no tratamento do diabetes mellitus tipo 2,&nbsp; mas também como estratégia eficaz para a perda de peso. Com o crescimento do&nbsp; seu uso por indivíduos com objetivos estéticos, surgem preocupações quanto a&nbsp; efeitos colaterais pouco discutidos, entre eles os impactos sobre a saúde bucal.&nbsp; Diante desse cenário, torna-se essencial compreender as possíveis repercussões&nbsp; orais associadas ao uso dos agonistas do GLP-1. </span><strong>Objetivo</strong><span style="font-weight: 400;">: Analisar a literatura&nbsp; científica para identificar os efeitos adversos orais do uso de agonistas do GLP-1 no&nbsp; emagrecimento e suas implicações para o acompanhamento odontológico.&nbsp; </span><strong>Metodologia</strong><span style="font-weight: 400;">: Trata-se de uma revisão da literatura, realizada com base em artigos&nbsp; disponíveis nas bases PubMed, PMC e outros periódicos científicos indexados.&nbsp; Foram incluídos estudos publicados até o ano de 2025 que abordassem&nbsp; manifestações orais associadas ao uso de agonistas do GLP-1. </span><strong>Resultados</strong><span style="font-weight: 400;">: Os&nbsp; estudos apontam que a xerostomia é uma manifestação frequente entre usuários&nbsp; desses medicamentos, podendo estar associada à disgeusia, gengivites e halitose.&nbsp; Casos de fraturas e sensibilidade dentária foram descritos, relacionado à erosão do&nbsp; esmalte provocada por vômitos e refluxo gástrico. Além disso, alterações no paladar&nbsp; também foram relatadas, muitas vezes associadas à redução do fluxo salivar. Esses&nbsp; efeitos impactam significativamente no conforto e na saúde bucal dos pacientes.&nbsp; </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">Conclui-se que os efeitos adversos orais dos agonistas do GLP-1 exigem&nbsp; atenção do cirurgião-dentista, que deve atuar preventivamente com medidas clínicas&nbsp; específicas e educação do paciente sobre os cuidados, principalmente quando&nbsp; estiverem em uso deste medicamento.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1097 Integração da radiologia com as especialidades odontológicas 2026-01-22T16:27:39+00:00 Ciro Macharet Ferreira periodicos@univale.br Gabriella Marques Borges da Silva periodicos@univale.br Ivan Vieira Mota Coelho periodicos@univale.br Júlia Pereira Alves periodicos@univale.br Júlia Siqueira Soares periodicos@univale.br Luísa Soares Barroso Câmara periodicos@univale.br Luíza Batista de Arêdes e Freitas periodicos@univale.br Raissa Siqueira Sena periodicos@univale.br Isaura Cristina Senna Oliveira periodicos@univale.br <p><strong>Introdução</strong><span style="font-weight: 400;">: A radiologia odontológica é uma especialidade essencial para o&nbsp; diagnóstico, tratamento e o prognóstico em todas as áreas da Odontologia. Por&nbsp; meio dela, o cirurgião-dentista obtém subsídios fundamentais para definir&nbsp; condutas clínicas seguras, para quaisquer procedimentos. Os exames&nbsp; radiográficos e tomográficos atuais permitem a análise da anatomia, de&nbsp; patologias e intercorrências, fornecendo informações indispensáveis para a&nbsp; elaboração de tratamentos individualizados e baseados em evidências,&nbsp; garantindo maior precisão e qualidade na prática odontológica. </span><strong>Objetivo</strong><span style="font-weight: 400;">:&nbsp; Descrever a importância da integração da radiologia com outras especialidades,&nbsp; destacando seu auxílio ao cirurgião-dentista no diagnóstico, tratamento e&nbsp; prognóstico. </span><strong>Metodologia</strong><span style="font-weight: 400;">: Revisão de literatura baseada em artigos científicos extraídos das bases, Google Acadêmico, LILACS, de 1990 à 2025. </span><strong>Discussão</strong><span style="font-weight: 400;">: A radiologia é essencial na odontologia, sempre em integração com outras&nbsp; especialidades, permitindo diagnósticos com precisão. Na Endodontia, auxilia na&nbsp; visualização da anatomia radicular, no acompanhamento do procedimento e na&nbsp; conclusão. Na Odontopediatria, possibilita a detecção precoce de alterações no&nbsp; desenvolvimento dentário. Nas cirurgias, os exames radiológicos nos permitem&nbsp; observar a proximidade com os nervos e a anatomia do paciente para obter um&nbsp; planejamento e um resultado de sucesso. </span><strong>Considerações finais: </strong><span style="font-weight: 400;">Com os&nbsp; avanços da radiologia atual, entender e estudar cada caso específico ficou&nbsp; extremamente mais simples, contando com as tomografias computadorizadas,&nbsp; radiografias de alta qualidade entre outros exames, sempre levando a&nbsp; especialidade como um auxílio para o cirurgião-dentista, diminuindo a chance de&nbsp; erros em qualquer ocasião e em qualquer tratamento.&nbsp;</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1071 Acidentes e complicações em exodontias 2025-12-16T18:22:44+00:00 Carine Soares Brollo periodicos@univale.br Expedito Barbosa da Silva Oliveira Neto periodicos@univale.br Fabiola Ferreira Santos periodicos@univale.br João Victor Aguiar periodicos@univale.br Kesia Borges Vieira periodicos@univale.br Luíla Rafael Costa periodicos@univale.br Moyses Cohen Persiano periodicos@univale.br Weslane Sheila da Silva periodicos@univale.br Octavia Neves dos Reis Pascoal periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">As exodontias são frequentemente realizadas em consultórios&nbsp; odontológicos, porém podem apresentar complicações como: fratura dentária,&nbsp; hemorragia, trismo, alveolite, parestesia entre outros. Estas complicações decorrem de&nbsp; falhas desde a anamnese até a ausência de cuidados pós-operatórios. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Este&nbsp; estudo tem como objetivo fazer uma revisão da literatura sobre as principais complicações e acidentes relacionados às exodontias e debater sobre ações de prevenção destes. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foi realizada uma busca nas bases de dados SciELO utilizando os termos:&nbsp; exodontia, acidentes, complicações e pós cirúrgico. Foram incluídos artigos publicados&nbsp; nos períodos de 2019 a 2024, em língua portuguesa. </span><strong>Resultado: </strong><span style="font-weight: 400;">Procedimentos de exodontia abrangem cirurgias simples até as mais complexas, como de terceiros molares&nbsp; inclusos. Para sucesso no tratamento é imprescindível que o cirurgião dentista busque&nbsp; conhecimento teórico e prático, aliado a um planejamento adequado, com o auxílio da&nbsp; anamnese, exames clínicos e complementares. Entretanto, inadequações nas etapas pré operatórias, transoperatórias ou pós-operatórias podem predispor à ocorrência de&nbsp; complicações. Dentre estas, a literatura destaca a hemorragia como a intercorrência mais&nbsp; prevalente, manifestando-se tanto durante o ato cirúrgico quanto no período pós operatório. </span><strong>Conclusão</strong><span style="font-weight: 400;">: A literatura evidencia que o planejamento pré-operatório&nbsp; criterioso, associado a anamnese, seleção da técnica cirúrgica mais adequada, a expertise&nbsp; do cirurgião-dentista, a rigorosa manutenção da assepsia do campo operatório e a utilização de materiais apropriados, constitui medida essencial para a redução da&nbsp; incidência de acidentes e complicações em procedimentos de exodontia, favorecendo a&nbsp; previsibilidade e a segurança do tratamento. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1073 Ceratocisto em relação à síndrome de Gorlin-Goltz 2025-12-16T18:44:28+00:00 Alana Ramos da Silva periodicos@univale.br Ana Carolina Moreira Lopes periodicos@univale.br Arthur Luiz Gonçalves Neves periodicos@univale.br Kívia Pereira dos Santos Mello periodicos@univale.br Larissa Cristinny Soares Nogueira Gonçalves periodicos@univale.br Luiza Soares Pedroso periodicos@univale.br Mariana Caterinque Calais periodicos@univale.br Raquel Maria Guedes e Silva periodicos@univale.br Sabrina Julie Pimenta periodicos@univale.br Renato Cabral periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A síndrome de Gorlin-Goltz, também chamada de síndrome do nevo basocelular, é uma condição autossômica dominante caracterizada por achados clínicos típicos, como múltiplos carcinomas basocelulares precoces, ceratocistos odontogênicos e alterações esqueléticas. </span><strong>Caso clínico: </strong><span style="font-weight: 400;">Paciente do sexo feminino, 16 anos, apresentou-se ao consultório com múltiplas lesões em maxila e mandíbula. Ao exame clínico, observou-se discreta macrocefalia associada à proeminência frontal, além de relato prévio de alterações esqueléticas. A paciente relatou ainda histórico de exérese de lesão cutânea diagnosticada como carcinoma basocelular. Esses achados reforçaram a suspeita de síndrome de Gorlin-Goltz. Para confirmação diagnóstica, foram solicitadas radiografia panorâmica e tomografia computadorizada. Os exames revelaram duas lesões maxilares, à direita e à esquerda, radiolúcidas, bem delimitadas, com margens regulares envolvendo o seio maxilar. Na mandíbula, observou-se uma lesão do lado direito, atingindo o ramo ascendente, e outra no hemiarco esquerdo, com expansão e adelgaçamento das corticais, além de deslocamento dos elementos 35, 34, 33, 32, 31 e 48. O ceratocisto de maior interesse clínico localizava-se na região mandibular, envolvendo pré-molares e incisivos, com 33,23 mm de comprimento por 17,4 mm de largura. Todas as lesões foram submetidas à enucleação, e o material removido encaminhado para análise histopatológica, que confirmou ceratocisto odontogênico, compatível com a suspeita clínica. </span><strong>Considerações finais: </strong><span style="font-weight: 400;">O tratamento da síndrome é complexo e exige abordagem multidisciplinar. Ao cirurgião-dentista cabe o diagnóstico precoce, a remoção dos ceratocistos e o encaminhamento para acompanhamento médico, além do monitoramento contínuo do paciente.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1074 Clareamento endógeno em dente escurecido 2025-12-16T18:58:00+00:00 Amanda Hastenreiter Albergaria periodicos@univale.br Caroline Dutra de Sousa periodicos@univale.br Isabelly Ferreira Balestreri periodicos@univale.br Maria Eduarda Fernandes Alves periodicos@univale.br Rhadassa Roberta Gandes Porto periodicos@univale.br Ricardo Martins Abreu Silva periodicos@univale.br Thaina Souza Ribeiro periodicos@univale.br Vitoria Figueiredo de Assis periodicos@univale.br Valéria Cristina Rezende Terra periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">O escurecimento dos dentes, especialmente em região anterior, pode comprometer significativamente a estética do sorriso e impactar negativamente a autoestima do paciente. O clareamento endógeno surge como uma alternativa conservadora e eficaz para restaurar a cor natural do dente, promovendo benefícios estéticos e psicológicos ao paciente. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Analisar, por meio da revisão de literatura, os principais aspectos relacionados ao clareamento endógeno em dentes escurecidos. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foi realizada uma busca de literatura nas bases de dados PubMed e Scielo, utilizando os descritores: “clareamento endógeno”, “dente escurecido” e “estética dental”. Foram selecionados artigos publicados entre 2018 e 2024, que abordam técnicas de clareamento interno, agentes clareadores utilizados e resultados clínicos. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">A análise da literatura demonstrou que o clareamento endógeno apresenta altos índices de sucesso clínico, especialmente quando realizado com técnicas adequadas e agentes como perborato de sódio e peróxido de hidrogênio. Os estudos revisados mostram melhora significativa na tonalidade dos dentes com poucas sessões e baixa incidência de efeitos adversos, destacando também o impacto positivo na percepção estética e na qualidade de vida dos pacientes, com potencial para restaurar confiança e bem-estar emocional. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">O clareamento endógeno é uma alternativa viável, segura e conservadora para o tratamento de dentes escurecidos. Sua correta indicação, execução técnica precisa e acompanhamento profissional são fundamentais para alcançar resultados estéticos satisfatórios e promover o bem-estar emocional do paciente.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1075 Impacto psicossocial da reabilitação oral com prótese total removível 2025-12-16T19:08:16+00:00 Brenda Tainara Amâncio periodicos@univale.br Bruna Kelly Silva Amaral periodicos@univale.br Mariana Seppe periodicos@univale.br Renan Fellipe de Pinho Godinho periodicos@univale.br Samantha Rodrigues Alves periodicos@univale.br Samuel Alves de Souza periodicos@univale.br Sandy Karla Silva Amaral periodicos@univale.br Vanubia Ramos da Silva Alves periodicos@univale.br Lorena Rocha Correa periodicos@univale.br <p><strong>Introdução</strong><span style="font-weight: 400;">: A saúde mental é um tema amplamente discutido atualmente,&nbsp; sendo de fundamental importância a detecção de fatores que desencadeiam&nbsp; prejuízos à mesma. A forma como o indivíduo se percebe impacta diretamente&nbsp; em suas relações. Nesse contexto, o edentulismo é uma condição que causa&nbsp; grande sofrimento, afetando autoestima, estética e convívio social, podendo&nbsp; levar ao isolamento e à depressão. A prótese total removível (PTR) surge como&nbsp; uma alternativa acessível para devolver funções mastigatórias e estéticas, além&nbsp; de restabelecer a autoconfiança e a integração social. O processo de&nbsp; adaptação pode ser difícil para algumas pessoas, entretanto, a prótese exerce&nbsp; papel fundamental na reabilitação oral, contribuindo diretamente para a&nbsp; melhoria da qualidade de vida e do bem-estar psicossocial. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Ressaltar&nbsp; o impacto psicossocial do edentulismo e a importância da reabilitação oral com&nbsp; PTR. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foi realizada uma busca nas bases de dados PubMed e&nbsp; Google Acadêmico. Foram identificados 185 artigos publicados entre 2020 e&nbsp; 2025, dos quais 11 foram incluídos no trabalho. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">O edentulismo causa impactos psicossociais, influenciando negativamente a autoestima e a&nbsp; qualidade de vida do indivíduo. A PTR representa muito mais que uma solução&nbsp; funcional, sendo essencial para restaurar dignidade e autoconfiança. Ela&nbsp; possibilita a retomada das relações sociais e promove melhora significativa na&nbsp; qualidade de vida, assumindo papel fundamental na reabilitação integral do&nbsp; paciente desdentado. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1069 A atuação do cirurgião-dentista na Estratégia Saúde da Família 2025-12-16T18:06:30+00:00 Ana Letícia Machado de Souza Luz periodicos@univale.br Ana Paula Andrade Costa periodicos@univale.br Dyana Fernanda Santos Rocha Godinho periodicos@univale.br Flávia Alessandra Cardoso Oliveira periodicos@univale.br Gabriela Bernardo Estevão Silva periodicos@univale.br Iasmim Amâncio de Oliveira periodicos@univale.br Maria Eduarda Lemos periodicos@univale.br Noah Benjamin Ferreira de Sousa periodicos@univale.br Taynah Ramos Batista periodicos@univale.br Tânia Mara Silva Cardoso periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A presença do cirurgião-dentista na Atenção Básica representa um avanço&nbsp; importante para a saúde coletiva. Sua atuação nas Atenção Primária à saúde (APS) amplia o&nbsp; cuidado em saúde, tornando-o mais integral e alinhado aos princípios do Sistema Único de&nbsp; Saúde (SUS). Além da prevenção e do tratamento das doenças bucais, o profissional contribui&nbsp; para a promoção da saúde geral da população, atuando de forma integrada com as demais&nbsp; equipes da APS e fortalecendo a humanização do atendimento. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Analisar a atuação&nbsp; do cirurgião-dentista na Estratégia Saúde da Família, destacando avanços, desafios e&nbsp; possibilidades para fortalecer o cuidado em saúde bucal. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foi realizada uma&nbsp; revisão de literatura nas bases de dados do Google Acadêmico, entre os anos 2020 a 2025, no&nbsp; qual usou-se artigos em português. </span><strong>Discussão: </strong><span style="font-weight: 400;">No campo da saúde bucal, a Política Nacional&nbsp; de Saúde Bucal ampliou a atuação das Equipes de Saúde Bucal inseridas na ESF. A presença&nbsp; desse profissional transformou a prática odontológica, antes restrita ao consultório, em um&nbsp; cuidado integral, coletivo e preventivo, incluindo ações como visitas domiciliares e atividades&nbsp; em escolas. Dessa forma, a inserção do cirurgião-dentista contribuiu para consolidar o modelo&nbsp; de atenção centrado na família e alinhado aos princípios do SUS. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">Concluímos que,&nbsp; a atuação do cirurgião-dentista na ESF fortalece os princípios do SUS e amplia o acesso&nbsp; promovendo educação em saúde, mas enfrenta desafios do modelo curativista e da escassez de&nbsp; recursos. Para consolidar a saúde bucal, são essenciais a integração multiprofissional, a&nbsp; educação continuada e a participação social, garantindo um cuidado integral e humanizado. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1078 Abscesso cerebral associado a infecções odontogênicas 2025-12-17T17:51:00+00:00 Arthur Devlin Nunes Cordeiro periodicos@univale.br Bruno Alves Lacerda periodicos@univale.br Caio Campos Luz periodicos@univale.br Camila Sousa Veloso periodicos@univale.br Clarice Dantas Medeiros periodicos@univale.br Gabriel Graciolli de Assis Bastos Alvarenga periodicos@univale.br Gustavo Ambrósio Rabelo Pio periodicos@univale.br Luiz Augustho Fernandes Silva periodicos@univale.br Raquel Kellem Vinha periodicos@univale.br Thaís Galvani Bragança periodicos@univale.br Bruno Giacomini de Almeida periodicos@univale.br <p>Introdução: As infecções odontogênicas, embora geralmente restritas à cavidade oral e à região maxilofacial, podem em circunstâncias específicas apresentar elevado potencial de disseminação. Entre as complicações mais graves destaca-se o abcesso cerebral (AC), condição rara, mas de alto risco, que pode se desenvolver por via orbitária, hematogênica ou por contiguidade com estruturas adjacentes. A gravidade dessa progressão depende da virulência do agente etiológico, das particularidades anatômicas envolvidas e do estado sistêmico do paciente, sendo mais crítica em indivíduos imunocomprometidos. Objetivo: Investigar a relação entre infecções odontogênicas e a formação de AC. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica de 10 artigos publicados nos últimos dez anos, indexados nas bases Google Acadêmico, ScienceDirect e PubMed. Resultados: Os estudos analisados indicam que o AC de origem odontogênica, embora incomum, constitui uma complicação grave, frequentemente relacionada a infecções periapicais de molares superiores ou a procedimentos invasivos. A disseminação bacteriana da boca ao cérebro resulta em sintomas como cefaleia, febre, convulsões e alterações do nível de consciência. O diagnóstico envolve exames de imagem e análises microbiológicas, enquanto o tratamento combina antibioticoterapia, drenagem cirúrgica e extração do dente afetado. Conclusão: O cirurgião-dentista tem um papel essencial na prevenção de AC de origem odontogênica. O risco dessa condição está associado à higiene bucal deficiente, infecções crônicas e fatores sistêmicos, sendo a via hematogênica a principal forma de disseminação. O diagnóstico precoce e a abordagem multidisciplinar, com eliminação do foco infeccioso, são essenciais para reduzir complicações e melhorar o prognóstico</p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1079 Exérese cirúrgica de granuloma por corpo estranho em face induzido por preenchimento estético 2025-12-17T18:03:05+00:00 Ana Carolina Viveiros Porto periodicos@univale.br Ana Letícia Pimenta Vieira periodicos@univale.br Greicy Kelly Rodrigues Coelho periodicos@univale.br João Vitor Esteves Lorentz Aguilar periodicos@univale.br José Ferreira de Oliveira periodicos@univale.br Laryssa Valentim Matos periodicos@univale.br Luiza Fernandes Pinho periodicos@univale.br Marianna Falci periodicos@univale.br Millena Souza Ferreira periodicos@univale.br Nara Ribeiro Orestes Rocha periodicos@univale.br Yago Mendes Dias Santana periodicos@univale.br Maurosam Junior Falci Mota Silva Spindola periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong><span style="font-weight: 400;"> Em um contexto crescente de busca por padrões estéticos, o polimetilmetacrilato&nbsp; (PMMA) destaca-se entre os preenchedores faciais pela ampla utilização e popularidade.&nbsp; Entretanto, essa substância pode ocasionar complicações tardias que requerem um manejo&nbsp; especializado do cirurgião bucomaxilofacial. </span><strong>Objetivos: </strong><span style="font-weight: 400;">Relatar intercorrência tardia com&nbsp; formação de granuloma induzido por preenchimento com PMMA. </span><strong>Metodologia:</strong><span style="font-weight: 400;"> Paciente do&nbsp; gênero feminino, 60 anos, compareceu ao consultório privado apresentando aumento de volume&nbsp; em regiões naso frontal e malar, associado a desconforto estético. A anamnese revelou&nbsp; antecedente de preenchimento estético com polimetilmetacrilato há aproximadamente 12&nbsp; anos nas áreas afetadas. Ao exame físico, observou-se tumefação firme à palpação, não&nbsp; dolorosa espontaneamente, de limites definidos visualizado em exame de imagem (tomografia&nbsp; computadorizada de face). A paciente foi submetida a procedimento cirúrgico para exérese da&nbsp; lesão em centro cirúrgico, sob anestesia geral. O material removido foi encaminhado para&nbsp; análise histopatológica, que confirmou tratar-se de reação granulomatosa associada à presença&nbsp; de material exógeno compatível com PMMA. Resultados: O diagnóstico definitivo foi de&nbsp; reação granulomatosa induzida por PMMA, sendo necessária a remoção completa da lesão. O&nbsp; pós-operatório transcorreu sem intercorrências, com melhora estética e funcional significativa.&nbsp; </span><strong>Conclusão:</strong><span style="font-weight: 400;"> O caso evidencia que intercorrências decorrentes de preenchimento facial com&nbsp; PMMA podem manifestar-se anos após o procedimento, exigindo abordagem cirúrgica&nbsp; específica para obtenção de resultados estético-funcionais satisfatórios e melhora da qualidade de vida dos pacientes. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1080 Prótese fixa 2025-12-17T18:16:21+00:00 Aline Mateus Borges Alves de Oliveira periodicos@univale.br Ana Luiza Damasio Fagundes periodicos@univale.br Eduarda Cirilo Damascena periodicos@univale.br Gabriel Lima da Silva periodicos@univale.br João Pedro Costa Vasconcelos periodicos@univale.br Kamila de Souza Santos periodicos@univale.br Luís Filipe Moreira de Abreu periodicos@univale.br Sandra Aparecida da Silva periodicos@univale.br Yasmin Kelly Pereira Barreto periodicos@univale.br Scheila Freitas Axer periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A prótese fixa é um dos principais recursos da Odontologia restauradora,&nbsp; permitindo substituir dentes perdidos ou comprometidos de forma previsível e duradoura. Seu&nbsp; sucesso depende da aplicação correta dos fundamentos biológicos, mecânicos e estéticos, que orientam desde o preparo dentário até a cimentação definitiva. O respeito a esses princípios&nbsp; garante longevidade clínica, preservação periodontal, estabilidade funcional e harmonia&nbsp; estética, integrando a prótese à dentição natural</span><strong>.Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Apresentar os fundamentos da&nbsp; prótese fixa e destacar sua importância na reabilitação oral, mostrando como princípios&nbsp; biológicos, mecânicos e estéticos, aliados a materiais modernos, asseguram previsibilidade,&nbsp; durabilidade e qualidade estética</span><strong>. Metodologia</strong><span style="font-weight: 400;">: Revisão bibliográfica de artigos publicados a&nbsp; partir de 2020 nas bases SciELO e PubMed, abordando prótese fixa quanto a preparo,&nbsp; moldagem, cimentação e materiais como dissilicato de lítio e zircônia.</span><strong>Resultados</strong><span style="font-weight: 400;">:Os estudos&nbsp; evidenciam que o princípio biológico busca preservar a vitalidade pulpar, respeitar o espaço&nbsp; biológico e manter a saúde periodontal. O princípio mecânico promove retenção, resistência e&nbsp; adequada distribuição das forças mastigatórias, evitando falhas e deslocamentos. Já o princípio&nbsp; estético garante naturalidade, translucidez e integração entre dentes e próteses, potencializado pelo uso de sistemas adesivos modernos.</span><strong>Conclusão</strong><span style="font-weight: 400;">:O êxito da prótese fixa resulta da&nbsp; integração entre princípios biológicos, mecânicos e estéticos, aliados ao planejamento&nbsp; individualizado e ao uso de materiais atuais. Quando bem indicada e executada, devolve função&nbsp; mastigatória, fonética e estética, promovendo qualidade de vida e atendendo às exigências da&nbsp; Odontologia contemporânea. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1081 Reabilitação oral em pacientes edêntulos 2025-12-17T18:26:23+00:00 Ana Clara Silveira Dias periodicos@univale.br Ananda Carla Paulina Carneiro periodicos@univale.br Clara Rabelo de Sousa Araujo periodicos@univale.br Jennifer Gonçalves Santos periodicos@univale.br Karlos Lacerda Júnior periodicos@univale.br Mariana Nascimento Paula periodicos@univale.br Rafaela Queiroz Souza periodicos@univale.br Rafael Rocha Silva periodicos@univale.br Vitória Oliveira Souza Pacheco periodicos@univale.br Victhoria Horondina Martins Neto periodicos@univale.br Maria Antonia Mattos periodicos@univale.br Belizane das Graças Oliveira Maia periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A substituição de dentes perdidos é um desafio, com opções que vão da prótese total&nbsp; convencional (PT) à overdenture (implanto retidas) e às próteses tipo protocolo (implantossuportadas). Cada uma com suas vantagens e limitações. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Apresentar vantagens&nbsp; e limitações da prótese tipo protocolo, da PT e da overdenture, ressaltando seus benefícios na prática&nbsp; clínica. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foi realizada uma revisão de literatura de artigos científicos nacionais&nbsp; publicados no período entre 2018 a 2024, na base de dados do Google Acadêmico. Utilizando as&nbsp; palavras-chave “reabilitação oral”, “Prótese convencional”, “Prótese implanto-suportada” e “&nbsp; Prótese Protocolo.” </span><strong>Desenvolvimento: </strong><span style="font-weight: 400;">A reabilitação oral de pacientes edêntulos pode ser realizada&nbsp; através de PT ou por próteses do tipo protocolo e overdenture. Embora a PT apresente limitações de&nbsp; retenção e estabilidade, ainda é uma alternativa viável para pacientes que não desejam procedimentos&nbsp; cirúrgicos ou possuam restrições financeiras. A overdenture é uma alternativa intermediária,&nbsp; garantindo melhor retenção e estabilidade que a PT, exigindo menos implantes e menor custo que a&nbsp; protocolo, além de favorecer a mastigação, a fonética e o conforto do paciente. Já as próteses protocolo&nbsp; oferecem maior segurança, adaptação funcional e impacto positivo na estética. Porém, exigem maior&nbsp; investimento e requerem mais procedimentos. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">Conclui-se que PT, Overdenture e&nbsp; Protocolo podem melhorar a qualidade de vida dos pacientes, desde que bem indicadas e&nbsp; confeccionadas. A escolha deve considerar fatores individuais do paciente, como a saúde geral,&nbsp; condições ósseas, expectativas pessoais e recursos financeiros.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1087 Scanner intraoral x moldagem convencional 2025-12-18T12:54:51+00:00 Camilly Lopes Tonel periodicos@univale.br Giovanna Froes Marinho periodicos@univale.br Julia Silva Saltarelli periodicos@univale.br Julia Teresa Oliveira Gomes de Assis periodicos@univale.br Laís Caroline Cunha Lima periodicos@univale.br Laura Coelho Vinhas Assis periodicos@univale.br Maria Eduarda Boareto Mendonça periodicos@univale.br Maria Eduarda de Oliveira Flores periodicos@univale.br Nicole Siqueira Ferraz periodicos@univale.br Celso Henrique Najar Rios periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">O avanço da tecnologia digital tem revolucionado a prática odontológica, integrando ferramentas como scanners intraorais e softwares CAD/CAM para otimizar o fluxo de trabalho clínico e laboratorial. Essa transformação promove uma mudança significativa nos métodos convencionais de planejamento, não apenas para a confecção de próteses e alinhadores, mas também para o planejamento e execução de cirurgias orais. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Analisar o impacto dos scanners intraorais na odontologia moderna, examinando suas vantagens em relação às moldagens convencionais. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Revisão bibliográfica de artigos indexados na base de dados Google Acadêmico e Pubmed. Foram selecionados artigos disponíveis na íntegra, em português e publicados no período dos anos de 2015 a 2025. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">A análise de estudos recentes demonstra que os scanners intraorais são ferramentas cruciais no fluxo digital da odontologia. No campo da cirurgia oral, especialmente na implantodontia, estes dispositivos possibilitam a integração das imagens digitais com exames de tomografia computadorizada, permitindo a elaboração de guias cirúrgicos personalizados. Estes dispositivos integram precisão diagnóstica, planejamento cirúrgico digital e maior conforto para o paciente.&nbsp; </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">Os scanners intraorais, embora não substituam completamente as moldagens convencionais, consolidam-se como uma ferramenta tecnológica para a prática da odontologia contemporânea, possibilitando melhoria significativa na eficiência e na qualidade dos tratamentos. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1088 Síndrome da apneia obstrutiva do sono na criança 2025-12-18T13:27:20+00:00 Ana Cecília Corrêa Zacarias periodicos@univale.br Amanda Kelly Loserkann Rodrigues periodicos@univale.br Danilo Souto Costa periodicos@univale.br Giovanna Maggioni Nazareth Morais periodicos@univale.br João Henrique Nunes de Souza periodicos@univale.br Julia Bastos de Almeida periodicos@univale.br Laís Eller Machado Damasceno periodicos@univale.br Lara Chaves Barreto periodicos@univale.br Lorena Campos Lacerda Silva periodicos@univale.br Nicole Cristina de Souza Gonçalves periodicos@univale.br Rafaela Brandão Argolo periodicos@univale.br Meire Alves de Sousa periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) infantil é caracterizada por&nbsp; episódios de obstrução parcial ou total das vias aéreas durante o sono, levando a hipóxia&nbsp; intermitente, fragmentação do sono e prejuízos no crescimento, cognição e comportamento.&nbsp; Alterações orofaciais associadas ressaltam a importância do cirurgião-dentista no rastreamento&nbsp; precoce. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Revisar a literatura sobre SAOS em crianças, abordando fatores de risco,&nbsp; manifestações clínicas, diagnóstico, tratamento e o papel odontológico na detecção inicial e no&nbsp; manejo multidisciplinar. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Revisão bibliográfica em artigos científicos das&nbsp; plataformas Google Acadêmico e SciELO, com ênfase em estudos que relacionam SAOS&nbsp; infantil à prática odontológica. </span><strong>Discussão: </strong><span style="font-weight: 400;">A prevalência da SAOS varia entre 1% e 5%, com&nbsp; maior incidência dos 2 aos 8 anos. Os principais fatores de risco são hipertrofia adenotonsilar,&nbsp; obesidade e alterações craniofaciais, como micrognatia, retrognatia e palato ogival. Entre os&nbsp; sintomas noturnos destacam-se roncos, pausas respiratórias e sono agitado; entre os diurnos,&nbsp; irritabilidade, déficit de atenção, atraso no crescimento e cefaleia matinal. O diagnóstico padrão&nbsp; é a polissonografia, mas sinais como mordida aberta, mordida cruzada, palato estreito e&nbsp; bruxismo podem ser identificados em consultas odontológicas. O tratamento inclui&nbsp; adenotonsilectomia, corticoides nasais e intervenções ortodônticas, como expansão rápida da&nbsp; maxila e aparelhos de avanço mandibular. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">A SAOS infantil é prevalente e&nbsp; potencialmente grave. O cirurgião-dentista tem papel essencial na triagem, favorecendo&nbsp; diagnóstico precoce, encaminhamento adequado e abordagem integrada.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1057 Critérios clínicos para a substituição de restaurações em amálgama 2025-12-11T14:01:10+00:00 Camila Soares de Andrade periodicos@univale.br Ênnida Beatriz Lopes Luz periodicos@univale.br Isadora Pimenta Lopes de Miranda periodicos@univale.br Jennyfer Keely De Souza periodicos@univale.br Lais Stheffane Neder da Rocha periodicos@univale.br Larissa Karolainy Correia periodicos@univale.br Luanna Silva Santos periodicos@univale.br Pedro Henrique Da Silva Queiros periodicos@univale.br Victória Gomes Galvino periodicos@univale.br Wesley Matheus Cunha Peres periodicos@univale.br Eliane Cardoso da Silva Almeida periodicos@univale.br <p><strong>Introdução:</strong><span style="font-weight: 400;"> O desenvolvimento de diferentes sistemas adesivos, ampliaram as opções de tratamento restaurador, possibilitando restaurações mais estéticas e minimamente invasivas. Nesse contexto, surge a necessidade de substituição de restaurações em amálgama, tanto por indicações clínicas, quanto por insatisfação estética do paciente. Objetivo: Analisar os principais critérios clínicos para substituição de restaurações de amálgama. </span><strong>Metodologia:</strong><span style="font-weight: 400;"> Foi realizada uma revisão da literatura por meio de artigos científicos nacionais publicados entre 2009 à 2024 nas bases de dados Scielo e Google Acadêmico, utilizando os descritores </span><strong>Discussão: </strong><span style="font-weight: 400;">O amálgama dentário foi por muito tempo o único material restaurador disponível para realizar restaurações, no entanto, a grande demanda por procedimentos estéticos juntamente com o aprimoramento das resinas compostas, possibilitou a realização de restaurações cada vez mais próximas da cor natural do dente, com uma satisfatória adesão e maior preservação da estrutura dentária sadia. Uma das principais causas de substituição das restaurações de amálgama é a presença de trincas e fraturas no substrato dental. Estas podem estar relacionadas a preparos extensos com profundidades excessivas que fragilizam o remanescente dental, podendo acarretar em fraturas dentárias, ademais, infiltração marginal e cárie secundárias também são fatores para indicar a troca do amálgama. </span><strong>Conclusão:</strong><span style="font-weight: 400;"> Pode-se concluir que a substituição destas restaurações necessitam de uma avaliação criteriosa, visando não somente à parte estética, mas também à função e à preservação da estrutura dental, promovendo uma prática clínica mais assertiva</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1050 O papel da medicação intracanal no sucesso endodôntico 2025-12-10T12:53:54+00:00 Ana Luiza Alvarenga Barbosa periodicos@univale.br Agatha Christie Sabino periodicos@univale.br Bruna Vitória Luchi periodicos@univale.br Christian Queiroga Magalhães periodicos@univale.br Juliana Machado periodicos@univale.br Kallainny Maria Morini periodicos@univale.br Maria Cláudia Souza periodicos@univale.br Maria Eduarda Ventura Sepe periodicos@univale.br Siddhartha Lopes de Fialho periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">O tratamento endodôntico tornou-se rotina na odontologia com o objetivo de&nbsp; preservar o dente em atividade funcional, realizando a limpeza, modelagem e selamento dos&nbsp; canais radiculares comprometidos por inflamações ou lesões periapical. Contudo, áreas&nbsp; inacessíveis à instrumentação e a irrigação de curta duração tornam essencial o uso de&nbsp; medicamentos intracanais, que promovem desinfecção contínua e reduzem a microbiota&nbsp; endodôntica. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Este trabalho, por meio de uma revisão da literatura, busca investigar&nbsp; o papel das medicações intracanal na endodontia, destacando suas características e importância&nbsp; para o sucesso do tratamento endodôntico. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foram utilizadas as bases Google&nbsp; Acadêmico e SciELO, com publicações entre 2012 a 2024. Foram selecionados 14 artigos em&nbsp; língua portuguesa e com descritores como Medicação intracanal, Hidróxido de cálcio, Sucesso&nbsp; endodôntico. </span><strong>Discussão: </strong><span style="font-weight: 400;">O hidróxido de cálcio é o medicamento intracanal mais usado, devido&nbsp; ao pH alcalino que confere ação antimicrobiana, neutraliza toxinas e estimula a mineralização.&nbsp; Apesar de eficaz, pode ser limitado contra microrganismos resistentes, como Enterococcus&nbsp; faecalis, sendo recomendada a associação com clorexidina ou PMCC. Logo, o tempo de&nbsp; permanência e a remoção adequada antes da obturação influenciam os resultados clínicos. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">Conclui-se, portanto, que a medicação intracanal é essencial para o sucesso&nbsp; endodôntico, garantindo a desinfecção de áreas inacessíveis à instrumentação. Entre as opções&nbsp; disponíveis, o hidróxido de cálcio destaca-se por sua eficácia antimicrobiana e capacidade de&nbsp; induzir mineralização, reforçando sua relevância clínica. Dessa forma, o conhecimento técnico&nbsp; do profissional e das propriedades das medicações é determinante para o êxito do tratamento. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1058 Prótese protocolo de carga imediata 2025-12-11T14:13:59+00:00 Edson Rosa Paiva Júnior periodicos@univale.br Gabriel Lucas Sobrosa Ferreira periodicos@univale.br Gabrielly Thamara de Souza Araújo periodicos@univale.br Keilly Silva Souza periodicos@univale.br Mariana Silva Vendramine periodicos@univale.br Matheus Brandão de Oliveira periodicos@univale.br Rafaela Coelho Mendes periodicos@univale.br Rhayanne Regina de Carvalho Franca periodicos@univale.br Taiane de Souza Pinto periodicos@univale.br Yasmin Souza da Conceição periodicos@univale.br Ana Carolina periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A reabilitação oral do tipo prótese protocolo sobre implantes consolidou-</span><strong>se </strong><span style="font-weight: 400;">como uma solução eficaz para edêntulos totais, proporcionando estabilidade, função mastigatória satisfatória e resultados estéticos previsíveis. Nos últimos anos, a técnica de carga imediata tem se destacado, impulsionada pela alta demanda estética e pela busca por tratamentos mais rápidos. Esse protocolo possibilita a instalação da prótese logo após a colocação dos implantes</span><span style="font-weight: 400;">, </span><span style="font-weight: 400;">evitando o desconforto das próteses removíveis temporárias e favorecendo a autoestima e qualidade de vida. No entanto, sua execução requer planejamento cirúrgico e protético criterioso, aliado ao conhecimento dos fatores que influenciam a estabilidade primária, como qualidade óssea, design do implante e distribuição oclusal. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Analisar a viabilidade clínica e funcional da instalação da prótese do tipo protocolo com carga imediata, bem como seus benefícios estéticos, funcionais e psicológicos. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Revisão bibliográfica em PubMed, SciELO e Google Acadêmico, priorizando artigos a partir de 2020, em português e inglês. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">Os estudos evidenciam que o sucesso da carga imediata em próteses protocolo depende de critérios clínicos bem estabelecidos. Entre os principais fatores estão</span><span style="font-weight: 400;">: </span><span style="font-weight: 400;">planejamento preciso, condições sistêmicas e ósseas adequadas, escolha do implante com boa biocompatibilidade e ausência de hábitos deletérios, como tabagismo e bruxismo. </span><strong>Conclusão</strong><span style="font-weight: 400;">: A prótese protocolo de carga imediata é uma alternativa eficaz e previsível, capaz de devolver estética, função e conforto em menor tempo, desde que aplicada em pacientes adequados e com avaliação criteriosa do cirurgião-dentista.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1076 Prótese total removível e seus desafios de adaptação na linguagem 2025-12-17T17:29:25+00:00 Antonella Soares de Melo Martins periodicos@univale.br Carlos Henrique Bravim Garcia periodicos@univale.br Gabriela Gaboardi periodicos@univale.br Gabriel Cardoso Pardinho periodicos@univale.br Guilherme Valente Barbosa periodicos@univale.br Izabela Souto Jacob Porcaro periodicos@univale.br Jerusa da Cunha Silva periodicos@univale.br Marina Merlo Habib periodicos@univale.br Síntia Paiva Botelho periodicos@univale.br Elaine Barros Capobiango periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A prótese total removível ainda é amplamente utilizada na&nbsp; reabilitação de edêntulos, devolvendo estética, mastigação e qualidade de vida.&nbsp; Entretanto, sua adaptação não se restringe à função: o dispositivo altera o&nbsp; espaço intra oral, a posição da língua e interfere na produção de fonemas.&nbsp; Alterações como ceceio, projeção lingual e redução da inteligibilidade são&nbsp; comuns no período inicial de uso (Rosa; Berretin-Felix, 2015; Ferlin </span><em><span style="font-weight: 400;">et al.</span></em><span style="font-weight: 400;">, 2009). Assim, compreender tais fatores é essencial para uma reabilitação&nbsp; eficaz. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Analisar os desafios fonéticos associados ao uso da prótese&nbsp; total removível, discutindo como alterações intra orais influenciam a fala e&nbsp; apresentam estratégias clínicas e educativas que favoreçam a adaptação e a&nbsp; qualidade de vida. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Pesquisa bibliográfica descritiva baseada em&nbsp; artigos entre 2010-2024, obtidos em SciELO, PubMed, Google Acadêmico e&nbsp; BVS. Incluíram-se estudos sobre fonética, fala e estratégias de adaptação em&nbsp; prótese total. Foram analisadas revisões integrativas (Rosa; Berretin-Felix,&nbsp; 2015), estudos clínicos (Ferlin </span><em><span style="font-weight: 400;">et al</span></em><span style="font-weight: 400;">., 2009) e revisões recentes sobre fonética&nbsp; como critério de sucesso protético (Chiddarwar </span><em><span style="font-weight: 400;">et al.</span></em><span style="font-weight: 400;">, 2024). </span><strong>Discussão: </strong><span style="font-weight: 400;">A&nbsp; modificação do espaço intra oral e da disposição dentária altera a articulação de&nbsp; fonemas fricativos e linguodentais, gerando ceceio e projeção lingual (Palmer,&nbsp; 1974). A inteligibilidade reduzida tende a melhorar com a adaptação&nbsp; neuromuscular, embora pacientes idosos apresentam maiores dificuldades&nbsp; (Ferlin et al., 2009). O design protético, respeitando a zona neutra e o contorno&nbsp; palatino, favorece a fala natural, enquanto falhas técnicas aumentam a&nbsp; dificuldade (Chiddarwar et al., 2024). A fonoaudiologia auxilia no treino&nbsp; muscular e na conscientização articulatória, acelerando a adaptação&nbsp; (Berretin-Felix, 2016). </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">A adaptação fonética à prótese total é&nbsp; um desafio multifatorial, envolvendo aspectos anatômicos, funcionais e técnicos.&nbsp; Apesar de frequentes dificuldades iniciais, como ceceio e queda de&nbsp; inteligibilidade, estudos mostram melhora progressiva quando há planejamento&nbsp; adequado, ajustes palatinos e acompanhamento interdisciplinar. Estratégias&nbsp; clínicas e fonoaudiológicas são determinantes para otimizar a comunicação e a&nbsp; qualidade de vida dos usuários.&nbsp;</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1077 Uso do mineral trióxido agregado na pulpotomia de dentes decíduos 2025-12-17T17:41:27+00:00 Alejandro Carvalho Silva periodicos@univale.br Ana Luiza Pereira Machado Soares periodicos@univale.br Camila Maria Oliveira Braga periodicos@univale.br Lorena Barbosa Ramos periodicos@univale.br Lucas Daniel Oliveira Leite Coelho periodicos@univale.br Patrícia Barbosa Ferraz periodicos@univale.br Pedro Barbosa Martins periodicos@univale.br Stella Cunha D’Oliveira periodicos@univale.br Yan Carvalho Neto Freitas periodicos@univale.br Marileny Boechat Frauches Brandão periodicos@univale.br <p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A pulpotomia é um tratamento conservador em dentes decíduos, realizado para&nbsp; remover o tecido pulpar infectado da porção coronária. Este procedimento é essencial na&nbsp; Odontopediatria, pois visa preservar a integridade e função do dente até sua esfoliação&nbsp; fisiológica e erupção do permanente sucessor. Entre os materiais usados neste tratamento, o&nbsp; Mineral Trióxido Agregado (MTA) tem ganhado destaque. </span><strong>Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Este estudo teve por&nbsp; objetivo identificar o uso do Mineral Trióxido Agregado na pulpotomia de dentes decíduos. </span><strong>Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">Foi realizada uma revisão da literatura, na base de dados </span><em><span style="font-weight: 400;">Google </span></em><span style="font-weight: 400;">Acadêmico,&nbsp;</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Pubmed e Scielo utilizando os descritores [pulpotomia] and [mineral trióxido agregado] or&nbsp; [MTA] and [dentição decídua]. Como critérios de inclusão/exclusão, os artigos deveriam estar&nbsp; disponíveis na íntegra, nos idiomas português ou inglês e publicados no período de 2015 a 2025. </span><strong>Resultados: </strong><span style="font-weight: 400;">Observou-se que o Mineral Trióxido Agregado se destacou na terapia pulpar por&nbsp; sua biocompatibilidade, capacidade de estimular o reparo tecidual e de promover a formação&nbsp; de barreira dentinária. Outra vantagem é sua técnica de aplicação direta, que dispensa o uso de&nbsp; curativos intermediários, minimizando o risco de contaminação e de novas lesões ao&nbsp; remanescente pulpar. Embora esses resultados reforcem a indicação para pulpotomia em dentes&nbsp; decíduos, o uso é limitado por possuir alto custo, longo tempo de preparo e dificuldade de&nbsp; manipulação, que são desafios consideráveis na prática clínica pediátrica. </span><strong>Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">Concluiu-se que o Mineral Trióxido Agregado mostrou elevada taxa de sucesso em&nbsp; pulpotomias de dentes decíduos. Contudo, a escolha do material mais adequado para o&nbsp; tratamento deve ser uma decisão clínica individualizada, baseada na avaliação de cada caso&nbsp; pelo profissional. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2025 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1115 A prática extramuro na odontologia 2026-01-28T13:15:16+00:00 Yuri Henrique Almeida Alves periodicos@univale.br Flavia Jacobson Charpinel periodicos@univale.br Nathália Carvalho Neto Freitas periodicos@univale.br Tânia Mara Silva Cardoso periodicos@univale.br Claudio Manoel Cabral Machado periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: A integralidade é um dos princípios doutrinários do SUS que reforça os determinantes sociais de saúde em sua prática, articulando prevenção e ações educativas. Na odontologia, podemos observar a temática no Estágio em Saúde Coletiva, possibilitando aos acadêmicos realizarem atividades extramuros, estimulando uma visão integrada da saúde através do contexto social do indivíduo. Objetivo: Evidenciar a relevância das práticas extramuros na odontologia para a consolidação de uma abordagem voltada à integralidade na saúde pública. Metodologia: Palestras educativas voltadas à promoção da saúde bucal e importância de sua prevenção, realizadas no primeiro semestre de 2025 nas instituições Ascanavi, FIEMG e Escola Estadual Israel Pinheiro, localizadas no município de Governador Valadares – MG. As atividades foram realizadas por acadêmicos do 3° período de odontologia da Universidade Vale do Rio Doce, com recursos didáticos próprios. Discussão: Foram abordados temas como drogas, cárie, ISTs e periodontite de forma integrativa com o público-alvo para esclarecimento de dúvidas. Esta interação revelou que o público desconhecia a relação entre saúde oral e sistêmica, evidenciando que a prática odontológica precisa de maior diálogo com a população. Para os acadêmicos, esta vivência favoreceu o desenvolvimento de competências comunicativas, sensibilidade social e a importância da integração entre teoria, prática e ação coletiva. Conclusão: As ações extramuros evidenciam desafios na formação acadêmica, marcada pelo pensamento curativista. Essas ações contribuem para desconstruir esse paradigma, ampliando a compreensão da odontologia como instrumento de promoção e prevenção da saúde pública, adotando um modelo centrado na pessoa em consonância com o princípio da integralidade.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1114 Ação educativa em DM1 2026-01-28T13:08:43+00:00 Yuri Henrique Almeida Alves periodicos@univale.br Júlia Pinheiro Sousa periodicos@univale.br Sandra Nicoli periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: O Diabetes Mellitus Tipo 1 (DM1) possui fisiopatologia distinta do DM2, mas recebe menor atenção durante a formação dos profissionais em saúde, sobretudo na odontologia e medicina, onde suas complicações provocam iatrogenias devido a hipoglicemia, dificuldade de cicatrização e predisposição a infecções. Neste viés, foi realizada uma ação educativa deste tema, direcionada a graduandos destes cursos. Objetivo: Relatar a experiência vivenciada durante a ação voltada à discussão da DM1 e da interdisciplinaridade no cuidado ao paciente diabético, com foco na integração na Atenção Primária à Saúde - APS. Metodologia: Desenvolveu-se uma palestra sobre a fisiopatologia do DM1, destacando diferenças em relação à DM2, seguida de mesa redonda com equipe da APS, abordando a interdisciplinaridade no manejo da diabetes e suas complicações sistêmicas. O evento foi realizado na Universidade Vale do Rio Doce, organizado por discentes e docentes do curso de odontologia e medicina. Discussão: A ação educativa evidenciou a carência de discussões acerca do DM1 na graduação em saúde, e mostrou enriquecedora ao ressaltar a interdependência das áreas que atuam integrando a rede de cuidado, necessitando de comunicação efetiva com outros profissionais para manejo integral dos pacientes com DM1. A troca de relatos com a APS favoreceu a percepção da prática interprofissional como estratégia para prevenir complicações e garantir segurança clínica. Conclusão: A iniciativa preencheu lacunas ao inserir a DM1 como tema central e transversal, destacando a integração entre profissionais da APS. O impacto positivo foi percebido na ampliação, troca de saberes e reforço da necessidade de incorporar a DM1 de forma integrativa nos currículos de saúde, promovendo cuidado colaborativo e qualificado.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1125 Aumento do risco de traumatismo dentário em indivíduos com transtorno do espectro autista 2026-02-02T16:53:29+00:00 Izabela da Costa periodicos@univale.br Rafael Binato Junqueira periodicos@univale.br Luisa Amorim Pêgas de Souza periodicos@univale.br Daniele Sorgatto Faé periodicos@univale.br Cleidiel Aparecido Araújo Lemos periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: A prevalência de lesões dentárias traumáticas (TDI) em pacientes com transtorno do espectro autista (TEA) permanece inconsistente na literatura. Diante dessas discrepâncias, uma revisão atualizada das evidências sobre o risco de TDI em pacientes com TEA é essencial. Objetivos: Avaliar a prevalência de TDI em pacientes com TEA e compará-la com indivíduos sem TEA por meio de revisão sistemática e meta-análise. Metodologia: O protocolo foi registrado no PROSPERO (CRD42024580127) e seguiu o Cochrane Handbook e as diretrizes PRISMA. Foi realizada busca em MEDLINE/PubMed, Web of Science, Scopus, Embase, literatura cinzenta (ProQuest) e listas de referências até agosto de 2024. A meta-análise foi conduzida no software R. A qualidade metodológica dos estudos foi avaliada pela ferramenta do National Heart, Lung, and Blood Institute (NIH), e a certeza da evidência pelo GRADE. Resultados: Foram incluídos 22 estudos para a prevalência geral de TDI, sendo 16 comparativos entre indivíduos com TEA (n=2.162) e controles (n=1.655), totalizando 3.817 participantes. A meta-análise de braço único estimou prevalência de TDI de 22% (IC 95%: 17%–27%) em pacientes com TEA. Comparados a controles, indivíduos com TEA apresentaram risco significativamente maior de TDI (OR: 1,67; IC 95%: 1,19–2,26; p=0,003). Contudo, observou-se heterogeneidade substancial. A maioria dos estudos foi classificada como de boa qualidade, mas a certeza da evidência foi considerada muito baixa. Conclusão: Pacientes com TEA apresentam risco aumentado de TDI em relação a indivíduos sem TEA. Apesar das limitações e da baixa certeza da evidência, esses achados reforçam a necessidade de estratégias preventivas e programas educacionais para reduzir o risco de TDI nessa população.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1110 Características bucais da síndrome de down e o papel do cirurgião-dentista 2026-01-28T12:14:43+00:00 Letícia Gonçalves Menezes periodicos@univale.br Henrique Soares de Paula periodicos@univale.br Bianca Liborio Martins Hastenreiter periodicos@univale.br Henrique Christian Vieira Leão periodicos@univale.br Tânia Terezinha Soares Nunes Leite periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: A Síndrome de Down (SD) é uma anomalia genética causada pela trissomia do cromossomo 21. Esta síndrome apresenta importantes alterações no sistema estomatognático, com destaque para a maxila atrésica, língua hipotônica, agenesia dentária e comprometimento periodontal, que exigem cuidados ainda mais rigorosos com a saúde bucal, além de um acompanhamento profissional humanizado. Objetivo: Analisar as principais características orais de pessoas com Síndrome de Down, os impactos dessas condições no tratamento odontológico e o manejo clínico que o cirurgião-dentista deve adotar durante o atendimento. Metodologia: Foi realizada uma revisão bibliográfica por meio da busca de artigos científicos nas bases de dados PubMed e Google Acadêmico, utilizando os seguintes descritores: Síndrome de Down, Odontologia, Tratamento Odontológico e Cuidado Humanizado. Resultados: Pacientes com Síndrome de Down apresentam diversas alterações orofaciais, sendo as mais comuns: doença periodontal, má oclusão, respiração bucal, língua hipotônica, agenesia dentária, microdontia e bruxismo. Suas características cognitivas requerem uma abordagem clínica diferenciada, pautada na paciência, empatia, estratégias de comunicação eficazes e centrado nas necessidades individuais de cada paciente. Conclusão: Cirurgiões-dentistas, enquanto profissionais da saúde, devem estar capacitados para reconhecer as características clínicas da SD e aplicar uma abordagem humanizada, individualizada e cuidadosamente planejada, de forma a garantir um tratamento oral eficiente, seguro e acolhedor para esses pacientes.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1117 Correção do sorriso gengival utilizando instrumental blades contour 2026-01-28T13:32:45+00:00 Claudio Manoel Cabral Machado periodicos@univale.br João Pedro Moniz Galvão de Albuquerque periodicos@univale.br José Antônio Coelho Junior periodicos@univale.br Marcela Marigo periodicos@univale.br Raimer Ferreira Souza periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: A correção do sorriso gengival através da técnica com instrumental Blades Contour, é um procedimento que visa facilitar as incisões e o correto formato gengival, de forma previsível e seguro, diminuindo o tempo cirúrgico e melhorando a acurácia do procedimento. Objetivo: O objetivo deste estudo foi apresentar um caso clínico de correção de sorriso gengival. Metodologia: Procedimento cirúrgico utilizando o instrumental Blades Contour em paciente do sexo feminino com 18 anos de idade, que fez uso de aparelho ortodôntico durante 3 anos. Resultados: Os resultados demostram todas as etapas do atendimento, desde a anamnese e exames clínicos, até as etapas cirúrgicas e pós-operatório dos procedimentos realizados. Conclusão: Conclui-se que o caso clínico apresentado evidenciou de forma clara e objetiva o tratamento de correção de sorriso gengival utilizando o instrumental Blades Contour e que este, é um dispositivo que apresenta bom prognóstico e resultados estéticos e biológicos satisfatórios. </span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1109 Disbiose oral e o risco de desenvolvimento da doença de Alzheimer 2026-01-28T11:39:27+00:00 Maisa de França Silva Bacelar periodicos@univale.br Patricia da Silva Santos periodicos@univale.br Raquel Xavier Ligeiro Dias periodicos@univale.br Elsa Fernandes da Silva periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: A disbiose oral, frequentemente associada a doenças periodontais, pode favorecer a translocação de microrganismos e mediadores inflamatórios para a circulação sistêmica. Evidências crescentes sugerem que a inflamação crônica de origem bucal pode estar implicada na patogênese da doença de Alzheimer (DA). Objetivo: Investigar, por meio de revisão integrativa, a relação entre disbiose oral e risco de desenvolvimento da DA. Metodologia: A busca foi realizada nas bases BVS, Periódicos CAPES e PubMed, com os descritores “Dysbiosis” AND “Oral Health” AND “Alzheimer”, segundo os descritores conferidos no DeCS/MeSH. A estratégia PICOT orientou a seleção, conduzida de forma pareada. Resultados: Foram identificados 377 artigos, dos quais 19 compuseram a amostra final. Os estudos selecionados revelaram associação significativa entre disbiose oral e o risco de DA. Evidenciou-se aumento de patógenos periodontais como Porphyromonas gingivalis, Fusobacterium nucleatum, Campylobacter rectus e Actinomyces naeslundii em indivíduos com DA, relacionados à ativação microglial e neuroinflamação. Pacientes com Alzheimer apresentaram alterações na composição microbiana oral, com maior diversidade, e predomínio de Firmicutes e redução de Bacteroidetes, além de mudanças em famílias como Streptococcaceae e Veillonellaceae. Tais alterações foram associadas a piores indicadores de saúde bucal e à redução de biomarcadores como Aβ42 no líquor. Mecanismos como inflamação sistêmica, ruptura da barreira hematoencefálica e disfunção do eixo oral-cérebro sustentam essa correlação. Conclusão: A disbiose oral, especialmente em contexto de periodontite, é um fator de risco modificável na DA. Reforça-se a importância de estratégias preventivas em saúde bucal e de pesquisas longitudinais que esclareçam o papel causal da microbiota oral na neurodegeneração.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1112 Fratura complexa do osso frontal envolvendo ducto nasofrontal 2026-01-28T12:41:47+00:00 Maurosam Junior Falci M. S. Spíndola periodicos@univale.br Yago Mendes Dias Santana periodicos@univale.br Marianna Falci periodicos@univale.br Millena Souza Ferreira periodicos@univale.br João Vitor Esteves Lorentz Aguilar periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: As fraturas do osso frontal representam até 15% das fraturas faciais, geralmente resultados de impactos de alta energia, podendo acometer as tábuas anterior e posterior, além do ducto naso frontal. Para o manejo dessas fraturas, é fundamental determinar a patência do ducto naso frontal, pois seu envolvimento está associado a complicações como infecções e mucoceles. Em casos de fratura da tábua posterior cominutiva, a cranialização seguida de obliteração do ducto é o tratamento mais indicado, envolvendo a práxis do neurocirurgião. Objetivo: Relatar um caso clínico de fratura complexa de osso frontal tratada com cranialização e obliteração do ducto nasofrontal, utilizando a combinação de enxerto ósseo autógeno e retalho de pericrânio. Metodologia: Paciente masculino, 53 anos, vítima de acidente automobilístico, apresentou edema frontal, hematoma orbital bilateral e diplopia. A tomografia computadorizada evidenciou fratura complexa do osso frontal com envolvimento das tábuas anterior e posterior, ducto naso frontal e teto orbital esquerdo. Sob anestesia geral, foi realizado acesso coronal, subciliar e vestibular, cranialização do seio frontal, reconstrução do teto orbital com enxerto ósseo da tábua posterior, obliteração do ducto com enxerto ósseo em “chips” e cobertura com retalho de pericrânio vascularizado, seguida de fixação das fraturas com placas de titânio. Resultados: O paciente foi acompanhado por dois anos, apresentando boa evolução clínica, ausência de infecção ou mucocele e consolidação óssea. Conclusão: A combinação de enxerto ósseo autógeno e retalho de pericrânio mostrou-se eficaz na obliteração do ducto nasofrontal, oferecendo suporte osteogênico e vascular, prevenindo complicações tardias e assegurando resultado funcional e estético satisfatório.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1124 Impacto da hipossalivação no biofilme oral em grupos de risco 2026-02-02T16:31:37+00:00 Luiza Corrêa Genelhu da Silva periodicos@univale.br Marcos José Pereira Silva Santos periodicos@univale.br Elesandro Cândido periodicos@univale.br Raquel Xavier Ligeiro Dias periodicos@univale.br Elsa Fernandes da Silva periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: A redução do fluxo salivar compromete os mecanismos de higiene e defesa imunológica da cavidade oral, favorecendo o acúmulo e a maturação do biofilme dental. As doenças periodontais estão associadas a doenças sistêmicas, como o diabetes mellitus, as cardiovasculares e renais. Objetivo: Analisar os efeitos da hipossalivação no controle do biofilme oral em pacientes pertencentes a grupos de risco sistêmico. Metodologia: A busca foi realizada nas bases BVS, Periódicos CAPES e PubMed, utilizando os descritores conferidos no DeCS/MeSH: Xerostomia, Diabetes Mellitus, Periodontal Diseases, Aged , Polypharmacy, Oral Health, Oral Manifestations, Dental Plaque e Saliva. A estratégia PICOT orientou a seleção, realizada de forma pareada. Resultados: Foram identificados 158 artigos; 14 compuseram a amostra final. Os estudos indicam que a hipossalivação está associada ao aumento da carga bacteriana e à modificação da microbiota oral, favorecendo patógenos periodontais e candidíase. Em diabéticos descompensados, observou-se maior prevalência e gravidade de periodontite e maior relato de xerostomia (49% vs 34% em não diabéticos). Em doentes crônicos, a redução do fluxo e alterações na composição salivar contribuem para piora periodontal. Na pós-menopausa, a diminuição dos níveis hormonais correlacionou-se a menor pH salivar e maior acúmulo de biofilme. Alterações em imunoglobulinas salivares (IgA e IgM) foram associadas a lesões orais, sugerindo influência de fatores adicionais como higiene e controle sistêmico. Conclusão: A redução do fluxo salivar compromete o controle do biofilme oral e aumenta a suscetibilidade a doenças bucais em grupos de risco, embora a magnitude desse impacto possa variar conforme o estado sistêmico, hábitos de higiene e fatores individuais.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1113 Obesidade e Periodontite 2026-01-28T12:58:11+00:00 Henrique Soares de Paula periodicos@univale.br Letícia Gonçalves Menezes periodicos@univale.br Henrique Christian Vieira Leão periodicos@univale.br Bianca Liborio Martins Hastenreiter periodicos@univale.br Marcelo Henrique Fernandes Ottoni periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: A periodontite, doença inflamatória crônica associada à disbiose microbiana, e a obesidade, condição pró-inflamatória sistêmica de baixo grau, compartilham mecanismos imunopatológicos mediados pelo eixo Th17/IL-17. Esse sistema atua na defesa contra patógenos, mas quando desregulado contribui para a destruição tecidual. Estudos recentes destacam como a obesidade exacerba a resposta Th17, agravando a periodontite. Objetivo: Analisar a associação entre obesidade, periodontite e os mecanismos imunológicos envolvendo respostas Th17, e discutir implicações para diagnóstico e tratamento destas condições inter-relacionadas. Metodologia: Revisão narrativa na PubMed (2009-2025), com os descritores: periodontitis, obesity, Th17 response, inflammation, biomarkers. Incluindo 14 estudos. Discussão: A obesidade promove estado pró-inflamatório através de adipocinas em excesso e citocinas (IL-6, TNF-α, IL-1β), que induzem diferenciação de linfócitos Th0 em Th17 via IL-6/RORγt. Estas células produzem IL-17, que em níveis elevados recruta neutrófilos, estimula osteoclastogênese via RANKL e aumenta MMPs. Na periodontite, a inflamação e o desgaste característicos da doença são agravados pela condição propiciada pela obesidade. A disbiose intestinal na obesidade amplifica esse processo pela elevação de ácido úrico. Clinicamente, pacientes obesos apresentam: maior profundidade de sondagem, maior perda óssea e maior proporção de microbiota patogênica. Novas terapias incluem anticorpos anti-IL-17 e moduladores de IL-23. Considerações finais: A compreensão do eixo Th17/IL-17 na interface obesidade-periodontite permite identificar pacientes de risco, desenvolver terapias direcionadas e adotar abordagem multidisciplinar com controle periodontal, manejo nutricional e imunomodulação.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1111 Relação entre hipotireoidismo e a erupção da dentição permanente 2026-01-28T12:35:49+00:00 Pamella Cristina Silva Moura periodicos@univale.br Andréa Coelho periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: O hipotireoidismo, condição na qual ocorre diminuição na produção dos hormônios tireoidianos, reduz a disponibilidade de triiodotironina (T3) e tiroxina (T4), responsáveis pela regulação do crescimento e metabolismo corporal. Tais mensageiros endócrinos são essenciais para o crescimento craniofacial e a odontogênese, processo de formação dos dentes. Objetivo: Verificar indícios sobre a relação entre hipotireoidismo e atraso da erupção permanente. Metodologia: Trata-se de um estudo de revisão da literatura, realizado por meio da análise de seis artigos na língua inglesa indexados na base de dados PubMed, utilizando os descritores “hypothyroidism”, “delayed eruption”, “permanent dentition”, e “dental development”. Resultados: Os hormônios tireoidianos auxiliam na regulação do metabolismo, afetando indiretamente a mineralização dos tecidos dentários e a cronologia eruptiva. Estudos em crianças indicam redução discreta do desenvolvimento dentário quando há disfunção tireoidiana. Em alguns casos, são descritos atrasos generalizados da erupção permanente, retenção de decíduos e atraso da rizogênese, ocasionalmente com alterações de crescimento craniofacial e padrão braquifacial. O tratamento com levotiroxina, principalmente quando precoce, tende a reduzir o atraso. Conclusão: Há associação evidente entre hipotireoidismo e atraso eruptivo da dentição permanente. Recomenda-se triagem sistemática na anamnese odontológica, confirmação laboratorial e cuidado integrado com endocrinologistas. O exame clínico-radiográfico deve guiar extrações de decíduos retidos, controle de espaço e tração ortodôntica, a fim de abrandar sequelas funcionais e oclusais.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1108 Saúde bucal em pacientes com doença de bruton 2026-01-23T16:39:44+00:00 Marcos José Pereira Silva Santos periodicos@univale.br Joice Kelly de Paula Nascimento periodicos@univale.br Larissa Ribeiro De Faria periodicos@univale.br Patricia da Silva Santos periodicos@univale.br Raquel Xavier Ligeiro Dias periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: A Doença de Bruton (DB) ou Agamaglobulinemia ligada ao cromossomo X é caracterizada pela incapacidade do paciente de produzir anticorpos. Dessa forma, a vulnerabilidade imunológica, associada à higiene bucal inadequada, torna o ambiente ainda mais propício à proliferação bacteriana. Objetivo: Realizar uma revisão integrativa sobre as alterações orais que acometem pacientes com DB. Metodologia: A busca de artigos foi realizada nas bases BVS, Periódicos CAPES e PubMed com os descritores conferidos no DeCS/MeSH: Agammaglobulinemia, Oral Health, Oral Manifestations, Dental Caries e Periodontal Disease. A estratégia PICOT foi utilizada para delimitar a pesquisa e a seleção dos artigos foi feita de forma pareada. Resultados: Identificou-se inicialmente 180 artigos dos quais cinco foram selecionados para a amostra final. As alterações encontradas incluem a ocorrência de aftas, herpes, candidíase, amigdalite, gengivite e cálculo dentário. Sepse por Pseudomonas ocorreu em um dos relatos, sendo relacionada com amígdalas injetadas com exsudatos, língua ulcerada e lábio superior edemaciado com endurecimento eritematoso e crostas que evoluíram para ulceras orais e para ectima gangrenosa. Níveis significativamente mais elevados de lactobacilos e leveduras foram encontrados na cavidade oral em pacientes com DB em comparação aos indivíduos com deficiência seletiva de IgA e ao grupo saudável. Foi constatada reabsorção óssea alveolar nos incisivos superiores, vários dentes cariados, gengivite marginal em toda a extensão dos dentes em um paciente com a DB e Trissomia do 21. Conclusão: Indivíduos com DB enfrentam desafios adicionais na luta contra a alterações bucais, as quais podem comprometer não apenas a saúde bucal, mas também para o agravamento de condições sistêmicas.</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1128 Saúde bucal em pacientes do Serviço De Atenção Domiciliar (SAD) em Caratinga, Minas Gerais 2026-03-16T16:02:14+00:00 Sâmella Raspante de Oliveira periodicos@univale.br Ana Paula Caetana da Silva periodicos@univale.br Kenia Maria Maiara de Sousa periodicos@univale.br Vanessa Karla Barbosa de Carvalho periodicos@univale.br Marco Antônio Ferraz Junqueira periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: A odontologia desempenha um papel crucial nos cuidados paliativos, promovendo qualidade de vida por meio da prevenção, alívio da dor e desconforto e identificação de doenças que afetam a cavidade bucal e impactam a saúde sistêmica. Objetivo: Avaliar as condições de saúde bucal dos pacientes do SAD de Caratinga e realizar orientação aos cuidadores sobre higiene oral atendendo às necessidades específicas de cada paciente. Material e Métodos: As visitas domiciliares ocorreram entre junho e agosto de 2025, onde foram realizadas a anamnese, exame clínico, escovação e remoção de biofilme. O levantamento epidemiológico foi realizado por análise dos prontuários, avaliação clínica e entrevistas. Os cuidadores receberam orientações sobre a higienização de acordo com a necessidade do paciente. A pesquisa foi aprovada pelo Comitê de Ética (parecer nº 7.606.079). Resultados: Foram atendidos 60 pacientes, maioria do sexo feminino (n=37) e brancos (54%). A idade variou de 2 a 99 anos; 38% apresentavam-se edentados. Cerca de 40% apresentou neoplasias, 8% Alzheimer e 4% pneumonia aspirativa. As alterações bucais encontradas: dificuldade de mastigação (46% dos pacientes), gengivite (30%), doença periodontal (8%), biofilme (48%), tártaro (30%), cárie (24%), saburra lingual em 14 pacientes, hipossalivação em 10 e sialorreia em 3. A maioria não apresentou uma escovação eficiente (62%), com uma frequência de uma (38%) ou duas (44%) vezes ao dia, realizada por cuidadores (58%). Conclusão: Os dados mostram uma saúde bucal precária, sem acompanhamento e mostram a necessidade de organizar ações educativas, visitas regulares de retorno e orientações para familiares/cuidadores. Assim, é extremam</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE https://c2-wb-06.univale.br/index.php/seminariointegrador/article/view/1116 Síndrome do fio 2026-01-28T13:23:38+00:00 Stella Cunha D’ Oliveira periodicos@univale.br Patrícia Barbosa Ferraz periodicos@univale.br Prof. Guilherme periodicos@univale.br Marcela Marigo periodicos@univale.br <p><span style="font-weight: 400;">Introdução: O retratamento ortodôntico tem sido frequente devido a problemas causados pelo uso da contenção modificada, ou “higiênica”. Este tipo de contenção pode provocar a “síndrome do fio”, com movimentações dentárias indesejadas, como vestibularização da raiz, causando prejuízos ao periodonto, como perda óssea e retração gengival. Danos são mais comuns em fenótipos gengivais finos, tábua óssea vestibular delgada ou com fenestrações e deiscências ósseas. O retratamento envolve ortodontista e periodontista. Objetivo: Relatar, por meio de caso clínico, o retratamento ortodôntico devido a sequela periodontal provocada pelo uso da contenção modificada. Descrição do caso: Paciente Classe I, com bons parâmetros oclusais, apresentava inclinação lingual excessiva da coroa do dente 41 e vestibularização da raiz, causada pelo uso da contenção higiênica. Após exames clínicos e de imagem, foi proposto retratamento ortodôntico com aparelho fixo no arco inferior. Resultados: Após alinhamento e nivelamento, foi implementado torque lingual de raiz para devolver o dente ao envelope ósseo, auxiliando na recuperação da gengiva ceratinizada e no contorno da margem gengival. Após a etapa ortodôntica, o caso foi devolvido ao periodontista, que planejará a manutenção da região. Conseguiu-se os resultados desejados estéticos, funcionais e periodontais. Considerações finais: O planejamento multidisciplinar é essencial para retrações gengivais causadas por contenções ortodônticas, aliado a exames de imagem precisos. O restabelecimento do posicionamento radicular melhora o prognóstico das terapias mucogengivais, e a ortodontia desempenha papel fundamental na recuperação periodontal. O uso desse tipo de contenção é contra indicado tanto do ponto de vista periodontal quanto ortodôntico.&nbsp;</span></p> 2026-03-24T00:00:00+00:00 Copyright (c) 2026 Anais do Seminário Integrador do Curso de Odontologia da UNIVALE