O conhecimento das variações anatômicas do molar inferior no sucesso do tratamento endodôntico
Palavras-chave:
molares inferiores, tratamento endodôntico, variações anatômicasResumo
Introdução: O conhecimento da anatomia interna dos molares inferiores é essencial para reduzir falhas no tratamento endodôntico. As variações em raízes, configuração e curvatura dos canais dificultam sua localização e instrumentação, tornando indispensável o conhecimento dessas particularidades para o êxito clínico. Objetivo: Avaliar por meio de revisão de literatura, a importância do conhecimento anatômico dos molares inferiores no tratamento endodôntico, descrevendo variações e os métodos mais eficazes para seu manejo e sucesso clínico. Metodologia: Foi realizada uma revisão de literatura com artigos indexados na base de dados SciELO e Google Acadêmico, em língua inglesa e portuguesa, publicados entre 2020 a 2025, usando os descritores: variações anatômicas, molares inferiores e tratamento endodôntico. Resultados: Molares inferiores apresentam grande variações anatômicas, tornando o tratamento endodôntico desafiador. Os primeiros molares podem apresentar raízes e canais adicionais. Nos segundos molares, são comuns a fusão radicular, raízes extras e canais em formato de “C”. A tomografia computadorizada de feixe cônico é ferramenta essencial para identificar essas variações, garantindo diagnóstico e planejamento mais seguros. Conclusão: Conclui-se que o conhecimento da anatomia interna dos molares inferiores, aliado a métodos de imagem avançados, são fundamentais para o sucesso da terapia, possibilitando um melhor planejamento do tratamento e redução da falha clínica.
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