Relação entre doença periodontal e doença de Alzheimer

Autores

  • Amanda Pissarra Soares UNIVALE
  • Arthur Moreira Rodrigues UNIVALE
  • Beatriz Edith de Oliveira UNIVALE
  • Eduardo Fernandes Gomes dos Santos UNIVALE
  • Kayque Alef Alves de Oliveira UNIVALE
  • Lethicia Cristina Barbosa Marcondes UNIVALE
  • Rafael Bicalho Vieira UNIVALE
  • Relcimara Sousa Rodrigues UNIVALE
  • Victoria Batista Flora UNIVALE
  • Johnver Saraiva Purysko UNIVALE

Palavras-chave:

periodontite, demência, saúde bucal

Resumo

Introdução: O envelhecimento populacional tem elevado os casos de Alzheimer (DA)  e Doença Periodontal (DP), condições que compartilham processos inflamatórios e  degenerativos. A DA envolve declínio progressivo das funções cognitivas, enquanto a  DP compromete os tecidos de suporte dental. Estudos indicam que a saúde bucal pode  influenciar o declínio cognitivo, já que microrganismos periodontais e a inflamação  sistêmica contribuem para a neurodegeneração. Objetivo: Revisar a literatura científica  para identificar e analisar as evidências que associam a DP à DA, destacando fatores e  mecanismos biológicos envolvidos. Metodologia: A metodologia utilizada foi uma  revisão integrativa da literatura, com busca em bases como PubMed, LILACS e  SCIELO, utilizando quatro artigos descritores em português e inglês publicados entre os  anos de 2020 a 2025. Discussão: Pacientes com DA apresentam maior prevalência de  DP, em parte devido a limitações de autocuidado e baixa prioridade à higiene bucal. A  Porphyromonas gingivalis e suas toxinas podem induzir neuroinflamação, enquanto a  resposta inflamatória sistêmica mediada por citocinas conecta periodontite e  comprometimento cognitivo. Indivíduos com periodontite grave apresentam maior risco  de demência, embora a relação causal ainda não esteja totalmente comprovada.  Conclusão: A literatura indica forte associação entre DP e DA, sustentada por  mecanismos inflamatórios e microbiológicos comuns. Como a periodontite é prevenível  e tratável, seu controle pode auxiliar na preservação cognitiva e na melhoria da  qualidade de vida. Entretanto, são necessários ensaios clínicos randomizados e estudos  longitudinais para confirmar a relação causal e orientar estratégias preventivas.

Biografia do Autor

Amanda Pissarra Soares, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Arthur Moreira Rodrigues, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Beatriz Edith de Oliveira, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Eduardo Fernandes Gomes dos Santos, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Kayque Alef Alves de Oliveira, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Lethicia Cristina Barbosa Marcondes, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Rafael Bicalho Vieira, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Relcimara Sousa Rodrigues, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Victoria Batista Flora, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Johnver Saraiva Purysko, UNIVALE

Professor Orientador.

Downloads

Publicado

2026-03-24