Fraturas condilares da mandíbula

análise de fatores associados, incidência e condutas de tratamento

Autores

  • Antônio Pio Neto UNIVALE
  • Dianna Kelley Silva Soares UNIVALE
  • Giovanna dos Santos Chaves UNIVALE
  • Maria Clara da Costa Teodoro UNIVALE
  • Michely Barbosa Freitas UNIVALE
  • Tallia Xavier de Andrade Bauer Campos UNIVALE
  • Thayanne Pecilia Menezes UNIVALE
  • Verônica Barbosa da Cunha UNIVALE
  • Vinicius Soares Silva Figueiredo UNIVALE

Palavras-chave:

fratura condilar, mandíbula, diagnóstico, tratamento conservador, tratamento cirúrgico

Resumo

Introdução: As fraturas condilares correspondem de 25 a 35% das fraturas  mandibulares, causando grande impacto funcional e estético. Devido a sua  vulnerabilidade é frequentemente acometido em acidentes de trânsito, quedas e agressões. A sintomatologia dessas fraturas varia de dores locais, incômodo  ao mastigar e deglutir, edema, assimetria facial, comprometimento da oclusão  e ATM, crepitações ósseas e trismo. Objetivo: Destacar as principais causas, incidência, métodos diagnósticos e terapêuticos para fraturas condilares. Metodologia: Foi realizada uma revisão de literatura nas bases de dados  Google Acadêmico, PubMed e Scielo, sendo selecionados 9 artigos em  português publicados nos últimos 10 anos. Resultados: Observou-se maior  incidência de fraturas condilares em pacientes do sexo masculino,  principalmente decorridas de acidentes de trânsito, quedas e agressões. Para  escolha da conduta terapêutica analisam-se fatores etiológicos, métodos  diagnósticos radiográficos, como radiografia panorâmica, incidência de Towne  e tomografia computadorizada, sempre associada à avaliação clínica detalhada. O tratamento pode ser conservador, com fixação maxilomandibular  temporária e fisioterapia, ou cirúrgico, com redução aberta e osteossíntese por  miniplacas e parafusos, que tem mostrado maior eficácia na restauração  funcional, estética e oclusal, prevenindo futuras complicações. Conclusão: As  fraturas condilares constituem um desafio terapêutico devido à complexidade  anatômica e funcional da região. O cirurgião bucomaxilofacial deve estar apto a resolver essas complicações, pois o tratamento adequado e precoce pode garantir um bom prognóstico e êxito na reabilitação do paciente.

Biografia do Autor

Antônio Pio Neto, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Dianna Kelley Silva Soares, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Giovanna dos Santos Chaves, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Maria Clara da Costa Teodoro, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Michely Barbosa Freitas, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Tallia Xavier de Andrade Bauer Campos, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Thayanne Pecilia Menezes, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Verônica Barbosa da Cunha, UNIVALE

Acadêmicos do 5º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Vinicius Soares Silva Figueiredo, UNIVALE

Professor Orientador.

Downloads

Publicado

2026-03-24