Síndrome da apneia obstrutiva do sono na criança

Autores

  • Ana Cecília Corrêa Zacarias UNIVALE
  • Amanda Kelly Loserkann Rodrigues UNIVALE
  • Danilo Souto Costa UNIVALE
  • Giovanna Maggioni Nazareth Morais UNIVALE
  • João Henrique Nunes de Souza UNIVALE
  • Julia Bastos de Almeida UNIVALE
  • Laís Eller Machado Damasceno UNIVALE
  • Lara Chaves Barreto UNIVALE
  • Lorena Campos Lacerda Silva UNIVALE
  • Nicole Cristina de Souza Gonçalves UNIVALE
  • Rafaela Brandão Argolo UNIVALE
  • Meire Alves de Sousa UNIVALE

Palavras-chave:

SAOS infantil, odontologia do sono, tratamento ortodôntico

Resumo

Introdução: A Síndrome da Apneia Obstrutiva do Sono (SAOS) infantil é caracterizada por  episódios de obstrução parcial ou total das vias aéreas durante o sono, levando a hipóxia  intermitente, fragmentação do sono e prejuízos no crescimento, cognição e comportamento.  Alterações orofaciais associadas ressaltam a importância do cirurgião-dentista no rastreamento  precoce. Objetivo: Revisar a literatura sobre SAOS em crianças, abordando fatores de risco,  manifestações clínicas, diagnóstico, tratamento e o papel odontológico na detecção inicial e no  manejo multidisciplinar. Metodologia: Revisão bibliográfica em artigos científicos das  plataformas Google Acadêmico e SciELO, com ênfase em estudos que relacionam SAOS  infantil à prática odontológica. Discussão: A prevalência da SAOS varia entre 1% e 5%, com  maior incidência dos 2 aos 8 anos. Os principais fatores de risco são hipertrofia adenotonsilar,  obesidade e alterações craniofaciais, como micrognatia, retrognatia e palato ogival. Entre os  sintomas noturnos destacam-se roncos, pausas respiratórias e sono agitado; entre os diurnos,  irritabilidade, déficit de atenção, atraso no crescimento e cefaleia matinal. O diagnóstico padrão  é a polissonografia, mas sinais como mordida aberta, mordida cruzada, palato estreito e  bruxismo podem ser identificados em consultas odontológicas. O tratamento inclui  adenotonsilectomia, corticoides nasais e intervenções ortodônticas, como expansão rápida da  maxila e aparelhos de avanço mandibular. Conclusão: A SAOS infantil é prevalente e  potencialmente grave. O cirurgião-dentista tem papel essencial na triagem, favorecendo  diagnóstico precoce, encaminhamento adequado e abordagem integrada.

Biografia do Autor

Ana Cecília Corrêa Zacarias, UNIVALE

Acadêmicos do 6° Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Amanda Kelly Loserkann Rodrigues, UNIVALE

Acadêmicos do 6° Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Danilo Souto Costa, UNIVALE

Acadêmicos do 6° Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Giovanna Maggioni Nazareth Morais, UNIVALE

Acadêmicos do 6° Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

João Henrique Nunes de Souza, UNIVALE

Acadêmicos do 6° Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Julia Bastos de Almeida, UNIVALE

Acadêmicos do 6° Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Laís Eller Machado Damasceno, UNIVALE

Acadêmicos do 6° Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Lara Chaves Barreto, UNIVALE

Acadêmicos do 6° Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Lorena Campos Lacerda Silva, UNIVALE

Acadêmicos do 6° Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Nicole Cristina de Souza Gonçalves, UNIVALE

Acadêmicos do 6° Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Rafaela Brandão Argolo, UNIVALE

Acadêmicos do 6° Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Meire Alves de Sousa, UNIVALE

Professora Orientadora.

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Publicado

2026-03-24