Aspectos radiográficos dos ameloblastomas intraósseos

Autores

  • Ananda França Rocha UNIVALE
  • Diogo Dias Almeida UNIVALE
  • Filipe Ânderson Cardoso Roberto UNIVALE
  • Júlia Ellen da Silva Moura UNIVALE
  • Kéren Félix Gonçalves Queiróz de Souza UNIVALE
  • Mateus Pinheiro de Souza UNIVALE
  • Mycaio Gomes Vidal UNIVALE
  • Olimpio Alves Filho UNIVALE
  • Fernando José Malvar UNIVALE

Palavras-chave:

ameloblastoma, neoplasias, aspectos radiográficos

Resumo

Introdução: O ameloblastoma é um tumor odontogênico de crescimento lento e localmente  invasivo. É uma neoplasia benigna que acomete predominantemente a região mandibular. Os  aspectos radiográficos são fundamentais para o diagnóstico, visto que, permitem identificar e  diferenciar suas principais formas de manifestação, a fim de possibilitar o direcionamento do  tratamento adequado. Objetivo: Analisar os aspectos radiográficos dos ameloblastomas  intraósseos, destacando seus padrões mais frequentes e discutindo suas implicações no  diagnóstico diferencial, no planejamento cirúrgico e na escolha do tratamento. Metodologia: Este estudo consistiu em uma revisão de literatura realizada na base de dados Google  Acadêmico, utilizando os seguintes descritores: ameloblastoma, diagnósticos, aspectos  radiográficos, tumores, medicina bucal, biópsias. Foram incluídos artigos em língua  portuguesa, publicados entre 2015 e 2025, disponíveis em formato completo. Resultados: O  ameloblastoma unicístico apresenta-se radiograficamente como lesão unilocular, radiolúcida e  bem delimitada, semelhante a um cisto odontogênico, podendo causar expansão óssea  mandibular. Já o multicístico caracteriza-se por aspecto multilocular, com padrão de “bolhas  de sabão” ou “favos de mel”, sendo mais agressivo e com maior risco de recidiva. Os exames  de imagem mais indicados são a radiografia panorâmica e a tomografia computadorizada,  considerada padrão-ouro. Considerações finais: Apesar de ser considerado um tumor benigno,  o ameloblastoma apresenta crescimento progressivo e agressivo, com altas taxas de recidiva.  Por isso, torna-se essencial a análise radiográfica precoce, visto que o exame clínico isolado  não permite a identificação das lesões intraósseas. Dessa forma, os exames de imagem  possibilitam reconhecer o subtipo tumoral e auxiliar na escolha do tratamento mais adequado,  priorizando condutas conservadoras sempre que possível.

Biografia do Autor

Ananda França Rocha, UNIVALE

Acadêmicos do 3º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Diogo Dias Almeida, UNIVALE

Acadêmicos do 3º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Filipe Ânderson Cardoso Roberto, UNIVALE

Acadêmicos do 3º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Júlia Ellen da Silva Moura, UNIVALE

Acadêmicos do 3º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Kéren Félix Gonçalves Queiróz de Souza, UNIVALE

Acadêmicos do 3º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Mateus Pinheiro de Souza, UNIVALE

Acadêmicos do 3º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Mycaio Gomes Vidal, UNIVALE

Acadêmicos do 3º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Olimpio Alves Filho, UNIVALE

Acadêmicos do 3º Período do Curso de Odontologia da UNIVALE.

Fernando José Malvar, UNIVALE

Professor Orientador.

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Publicado

2026-03-24